Uma cirurgiã de 20 anos morre num acidente e renasce no mundo de Kimetsu no Yaiba. O que poderia dar errado?
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(História originalmente publicada na minha outra conta, _Boo-J_)
Avisos:
- A maior parte dos personagens não s...
"Onis têm como principal fonte de alimento o ser humano. Eles matam humanos e depois consomem sua carne. Quando eles nasceram ou de onde vieram ainda é desconhecido. Eles têm abilidades físicas poderosas e, mesmo quando feridos, são capazes de se regenerar imediatamente. Partes do corpo cortadas ainda terão algum tipo de conexão e poderão crescer braços e pernas completamente novos. Também existem onis que têm a incrível capacidade de mudar sua estrutura corporal. Se alguém não usar uma lâmina especial, mesmo depois de cortar a cabeça do oni, ele não morrerá. A Organização de Exterminadores de Onis luta contra os onis com os seus corpos mortais. Devido ao facto de serem humanos, seus ferimentos se recuperam lentamente e os membros perdidos nunca irão se recuperar. Mesmo assim, eles ainda lutam pela humanidade. E como já sabes eu sou um treinador de espadachins, mas existem muitos treinadores que ensinam espadachins com uma variedade de técnicas em vários lugares. Se alguém quiser entrar na organização, ele deve sobreviver na "Seleção Final" em "Fujikasane". E eu decido se você tem permissão para entrar na "Seleção Final". " Ao terminar o seu discurso, Jigoro, que até então estava de costas para a Kiyoko, se vira para a sua nova pupila.
"Agora já expliquei tudo, vamos começar o treinamento."
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O treino, de certa forma, era simples: descia e subia a montanha passando pelas armadilhas.
Todos os dias fazia a mesma coisa e a minha resistência aumentava, e o velho vendo isso, aumentava a dificuldade, a imprevisibilidade e a rapidez de cada uma, o que ajudou na minha velocidade.
Depois de algumas semanas, comecei a levar a espada comigo, e sinceramente, apenas atrapalhava, então tive de mudar os meus movimentos de forma a que me protegesse ou, que no mínimo, não me atrapalhasse.
Um mês após ter vindo para aqui, comecei a aprender a manejar a espada. No início, o velhote me ameaçou dizendo "Se a katana tiver um único arranhão, eu farei o teu treinamento mil vezes pior!!!" enquanto balançava a bengala de madeira de forma ameaçadora, e depois falou-me sobre a forma de segurar a espada.
Não passou muito tempo para começarmos a fazer "lutas" - eu atacava, ele desviava e batia na minha cabeça com a bengala, muito parecido ao que o Urokodaki e o Tanjiro faziam - , depois o controle da respiração - treinamentos extremamente parecidos aos do Urokodaki - e como já esperava, levei mais alguns golpes da bengala.
E quase 1 ano depois...
•°•°•°•
"Não tenho mais nada para ensinar. A partir de agora em diante, terás de treinar sozinha até à Seleção Final. Ainda falta 2 meses para-"
"Eu não quero."
"Ha~?! Como assim?!" pergunta Jigoro furioso, ao mesmo tempo que balançava, mais uma vez, a bengala no ar de forma ameaçadora.
"E porque é que me quer mandar tão cedo para o Monte Fujikasane?"
"Ha~?! Não óbvio!? Tu tens talento! Facilmente sobreviverias!"
"Eu não penso o mesmo! Quero me tornar mais forte!"
Ele me bate na cabeça com a bengala, vira-se e começa a andar "Por mim tudo bem, pirralha! Se quiseres tornar-te mais forte, então torna-te mais forte!"
Com raiva, acabei falando uma palavra que nunca pensei que usaria "Então porque é que me bateste, oyaji¹!?"
Ambos paralisamos nos nossos lugares. As minhas bochechas começaram a ficar vermelhas pela vergonha.
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Sem se virar para mim, Jigoro voltou a andar "Porque eu quis, musume²." depois de ele ter dito isto a minha cara ficou ainda mais vermelha.
E daquele dia em diante comecei a chamá-lo de "Oyaji".
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Dois anos depois...
"Kiwotsukete³."
Abanei a cabeça de forma positiva e virei-me para ir embora.
"Espera." olhei por cima do ombro e ví-o com um haori amarelo e com um padrão de triângulos laranjas. "Leva isto contigo para dar sorte." vesti o haori e abracei-o.
"Obrigada." ele retribuiu o abraço. Pouco tempo depois, nos separamos e corri para o Monte da Seleção Final.
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Oyaji- velho (termo familiar e não muito respeitoso);