P.O.V. Gigi:
Já havia passado um tempo desde o acontecimento passado, mas até hoje eu não consigo entrar em contato com a Maya, seria bom ter ela por perto, mas nem tudo ocorre da forma que a gente quer, pego meu celular e passo algumas mensagens para Maya, o celular dela ao menos recebia as mensagens, eu preciso me distrair um pouco sobre os acontecimentos, ou minha ansiedade voltará a atacar, um parque seria uma boa ideia, melhor seguir essa ideia, afinal, se não for uma boa ideia, tem uma boa história para contar.
Me arrumo, coloco meu vestido florido e saio de minha casa, levo minha bolsa, que tinha dentro meu celular e alguns trocados, nunca se sabe o que pode acontecer, estava pronta, saio de casa e logo noto a presença do vento, ou melhor da brisa que é bem leve, sigo meu caminho para o parque.
Quebra de tempo
Havia acabado de chegar no parque, que bem aparentava uma calmaria muito boa, me sento em algum daqueles bancos, enquanto admirava a paisagem, eu estava bem calma, bom até ver um casal do outro lado do parque, elas demonstravam um afeto tão lindo, que bem, lembrou a minha ex, eu sinto a falta dela a cada dia, não tive tempo o suficiente para supera-la, me emociono com as lembranças que eu tinha com a mesma, do jeito que ela gostava de cafuné, essas lembranças fizeram com que meus olhos deixassem escorrer lágrimas de saudades, senti um toque na minha mão e era uma das pequena crianças que estava por ali brincando, mas havia notado meus sentimentos, ele então fala:
– Moça, está tudo bem?
– Sim... Não precisa se preocupar pequeno!
– Minha mãe disse que quando algumas pessoa choram, é porque elas tem sido muito fortes, por um longo tempo, e que essa era a forma de mostrar que elas já passaram por muitas coisas...
– Sua mãe é muito inteligente, mas eu não choro por ter sido forte, mas sim por ter saudades de uma pessoa que era muito importante para mim e que se foi, me deixando, entendo o lado dela mas eu gostaria de ter sentido o seu toque pela ultima vez...
– Seu pai também morreu nesses últimos dias? -O pequeno disse inocentemente, com seus olhos cheios de lagrimas.
– Você gostava muito do seu pai e ainda sente muita falta dele não é?
– Sim... -Ele disse enquanto mais algumas lagrimas escorriam daquele rosto angelical, sem pensar muito eu me envolvo em um abraço com o mesmo.
– Pode doer muito, mas você precisa saber que ele ia gostar muito de ver você sorrindo, ele gostaria de ver você alegre, não importa qual a situação.
– Obrigado, moça... Tenho certeza que seu pai também estaria orgulhoso de você, da pessoa que se tornou...
– Ele estaria...
– Você poderia brincar um pouco comigo... Minha mãe está um pouco ocupada...
– Mas é claro, pequeno.
Ele segura minha mão e eu vou brincar com ele naquele parque, que havia muita gente, ele foi uma boa companhia hoje, até parece que eu precisava ouvir aquilo.
P.O.V. Maria:
Espero por Carol, em minha casa, ninguém estava em casa, Vick estava na escola, nossos pais estavam trabalhando, tinha aquela residência todinha para mim naquele dia, e bem eu pretendia conversar com a Carol, preciso falar sobre os sentimentos que sinto sobre ela, mas ainda tenho um pé atrás com ela, desde o dia que ela falou para o policial que estava sozinha que bem, causou um bom estrago em meu psicológico, mas eu não sei se ela só quer uma noite comigo ou se ela quer mais que isso, se ela quer ser só minha ou que eu sou só mais uma distração para ela. Escuto as batidas em minha porta, tenho certeza que era ela, desço as escadas um pouco apressada, abro a porta, ela estava ali me cumprimentando com um sorriso, dou passagem para que ela entre e ela faz, começo a falar:
– Eu te chamei aqui hoje porque eu preciso conversar com você...
– Pode falar, Maria, eu estou aqui para você! -Ela disse segurando minhas mãos, enquanto nos aproximava.
– Eu... Eu... -As palavras não conseguiam fluir de minha boca, mas eu queria tanto falar para ela.
– Maria, se acalma, agora fale...
– Carol, eu...
Sem conseguir controlar minhas ações, eu a beijei, aquilo me pareceu a coisa certa a se fazer, era tão bom estar envolvida em seus lábios, nos afastamos e eu mais calma disse.
– Eu senti falta do teu beijo...
– Que bom que agora isso pode ser resolvido...
Ela disse soltando minhas mãos e guiando suas mãos até minha cintura, aproxima nossos rostos e seus doces lábios encontram se com os meus, minha destra segue em direção ao seu rosto, fazendo com que o beijo tivesse mais intensidade, guio ela até a sala de estar, jogo ela no sofá, sento em seu colo e falo:
– Que tal um pouco de provocação...
Após proferir aquelas palavras retiro minha blusa expondo meus seios, suas mãos logo se posicionavam em volta de minha cintura, segui como aprovação, levo minha boca até a sua orelha deixo um pequeno beijo ali em sua pele, dou uma pequena mordida em seu lóbulo, e logo após sussurro em seu ouvido:
– Vai ficar aí parada, ou vai vir pegar o seu prêmio...
Aquilo foi o bastante para despertar a pequena fúria desesperada por sexo que existia dentro dela, ela me tira de seu colo me jogando no sofá, enche meus seios de beijos, eu já podia sentir minha calcinha molhada naquele momento, ela desce aquela trilha de carinhos em meu abdômen, suas mãos acariciam meus seios levemente, suas mãos se posicionam na barra de minha calça, ela retira a mesma junto com minha calcinha, expondo minha intimidade ela então desce sua boca até os meus grandes lábios dando pequenas chupadas, minhas destra desce até a sua nuca, eu me sentia cada vez mais excitada com suas caricias, ela leva sua língua até o meu clitóris aonde começa a fazer movimentos circulares, me dando muito prazer, minhas pernas já estavam tremendo, eu sabia que estava próxima de meu ápice, então e falo:
– Eu não acho justo ser a única a receber esses afagos , acho e você está precisando também...
Eu disse enquanto ela afastou se de minha intimidade, essa foi a minha deixa, minha destra pega em seu pescoço, eu a jogo no outro lado do sofá, deixo alguns beijos nela então vou descendo minha canhota adentrando o seu short, sorrio para ela enquanto minha mão encontrava a sua intimidade.
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