Capítulo 2

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Cristopher Evans

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Cristopher Evans


   Abro os olhos e sinto alguém ao meu lado, suspiro passando as mãos entre meus cabelos sentindo uma dor forte .

Droga .

   Sinto uma mão na minha perna e olho pra morena ao meu lado .
Por que eu aceitei essa festa mesmo? Visto apenas minha calça que estava jogada no chão .

— Ei!!! Abre essa porta.. — Ouço a voz de Donna do outro lado da porta.

Me levanto e abro a porta, me deparando com seus olhos furiosos em minha direção.

— O que aconteceu aqui? Eu sai por menos de 10 horas, chego em casa e está tudo revirado? Tem um mendigo dormindo no chão da sala!! — Ela fala me seguindo, e no momento seguinte ela está na minha frente com os braços cruzados.

  Ignoro ela e vou em direção a cozinha .

— Ei? Oi? Eu tô tentando falar com você. — Ela desce as escadas atrás de mim .
— E eu estou ouvindo. — Falo sem dá a mínima importância .
— Você está me ignorando! Eu não posso nem sair que você já destruiu a casa?
— Ei, calma aí marrentinha. — Falo só de pirraça, porque sei que ela odeia, observo Luke descer as escadas vestindo um calção..

— Sério? Vocês não ligam? Tem um pênis desenhado na sua testa. — Ela o olha e se vira pra mim. — E você nem sequer dá a mínima, poderia ao menos ter feito a festa em outro lugar? Os nossos pais vem nos visitar hoje.

Reviro os olhos .

— Você ainda liga pra opinião dos seus pais? Eu tô pouco me fudendo pra eles e liga para Clara vir arrumar essa bagunça.— Falo, procurando a porra de remédio.
— Sério? Você tão tolo, irresponsável do caralho. — Ela sai em direção aos fundos, suspiro aliviado por achar o remédio e me livrar de ouvir a falação de Donna
— Sua irmã tá bem bravinha hoje em. –— Luke fala acendendo um cigarro.
— Nem começa. — Falo e engulo o comprimido seco mesmo.
— Ela tá bem melhorzinha. —Olho em sua direção semicerrando os olhos.. — Tá bem...parei .

Ouço passos nas escadas e olho para a porta .

— Oiii gatinho. — A garota de mais cedo desce as escadas e para na minha frente .
— Vaza. — Falo seco, desviando o olhar pra tudo menos ela .
— Que?
— Vai embora. — Digo, me afastando dela e me apoiando na ilha da cozinha, sinto seus olhos em mim.
— Não foi isso que você falou ontem. — Ela fala vindo em direção a mim, logo passando a mão em peito desnudo.
  Pego em seu pulso os afastando de mim.
— Não me toque e já acabou a festa. — Me levanto. — Luke leva pra fora e também um bêbado no tapete.
— Tá bem patrão. — Ele fala com ironia, segurando ela pelo braço. — Vai ter que ir embora.
— Babaca. —  Ela sai em direção a sala.
—  Parece que os irmãos Evans não estão em um bom dia.— Fito ele de novo impaciente e ele percebe isso.— Ele levanta as mãos em sinal de rendição, saindo do cômodo. — Parei.


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— Adianta cara. — Caleb reclama pela décima vez.

  Solto a fumaça do cigarro.

— Ei, já cheguei, não precisam me matar por isso.
— Vamos, já estamos atrasados. — Falo e me dirijo até a garagem indo em direção ao banco do motorista.

— Sua irmã não vai vir? — Luke fala olhando para a porta que nos leva até a garagem, talvez esperando que ela surgisse ali.
— Porque você não desiste? Você não vai pegar a minha irmã. — Me sento e dou ignição.
— Vale a pena tentar, um dia ela vai ficar gamadinha em mim. — Luke fala, Caleb senta ao meu lado .
— E você? Não vai falar nada? — Indago para Caleb e observo ele pegar o celular.
— Não arrisco perder um braço. — Ele dá de ombros. — E também ele não tem muito chance.
— É bom assim. — Sorri .
— Por que vocês não se casam? Dariam um ótimo casal de insuportáveis.— Luke fala revirando os olhos.

Rimos .

Antes que ela possa dizer adeus .Onde histórias criam vida. Descubra agora