choro e lágrimas - 23

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Carolina 🍪

Júlia- são vocês? - tirei o capuz e ela me abraçou, mas logo coloquei novamente- achei que vocês não iriam se preocupar comigo, se passaram 2 anos e ninguém nem me procurou.

Loira- nunca pararam de te procurar, esconderam você muito bem, mas agora te achamos, os meninos tão lá fora, vinhemos te resgatar agora vamos

Júlia- eu não posso, ele vai matar o tio pimenta.

Morena- Júlia, nós 6 entramos nesse morro rodeado de inimigos sozinhos pra te salvar, acabamos de matar 5 vapores pra chegar até aqui, vamos.

Loira- se alguém vai morrer aqui, esse alguém são eles, bora- ela veio com a gente, saímos da casa e a loira e o Gui nos olharam

Pezinho- da no pé negada, tão vindo pesadão ali em cima, descobriram a gente- veio correndo ofegante com o peu.

Loira- mudanças de planos, corre pro muro todo mundo, ninguém se separa, se atirarem na gente, metam tiros também, ninguém vai ficar pra trás - falei firme- pezinho vai na frente com a julia e protege ela, se chegar na fora e demorarmos muito, vai embora e não olha pra trás.

Pezinho- entendido- ele pegou na mão da Júlia e saiu correndo com ela, apontamos nossas armas pra eles e começamos a atirar e correr também, meus tiros não era pra imobilizar e sim pra matar, assim como os meninos.

Ruiva- entra nesse beco aqui todo mundo- entramos e lá estava o muro, a ruiva e a morena foram as primeiras a pular, depois foi o Gui.

Peu- vai Loira, te dou cobertura- falou apontando a arma pra entrada do beco.

Loira- eu te dou cobertura- empurrei ele e ele subiu, quando eu comecei a subir eles apareceram, eu já tava em cima do muro.

Jota- agora vocês não me escapam- apareceu com 3 vapores, tava entre a Cruz e a espada, ou eu me jogava pra trás e morria com a queda ou eu atirava neles pra me salvar, e óbvio que eu escolhi a mim, peu e Gui apareceram do meu lado e atiramos nos três vapores, ficando só o Jota em pé, atirei no ombro dele e pulei do muro com a ajuda dos meninos.

Peu- eu ia matar ele mano- falou entrando no carro.

Loira- já matamos pessoas demais hoje- falei nervosa, eu nunca matei ninguém e quando mato perco as contas.

Ruiva- tu ta sangrando loira- falou quase gritando no carro, o demônio do Jota atirou no meu ombro tentando atirar no peito.

Loira- a adrenalina não ta deixando eu sentir dor, então vamos logo antes que ela passe- liguei o carro e acelerei pro morro, a Júlia tava no colo da ruiva na frente, porque atrás tava muito apertado, porque como entramos correndo não teve nem tempo de por as armas no porta malas.

Ruiva- abre a barreira disgraça- gritou pela janela pra eles abrirem- e manda uma medica pra casa da tia nanda, a loira ta morrendo aqui ó- enfim a dramática.

Loira- menos ruiva- acelerei subindo o morro e parei na casa da tia nanda, assim que parei comecei a sentir muita dor no ombro- puta que pariu ta doendo- comecei a gritar.

Gui- socorro minha irmã ta morrendo- pulou do carro entrando dentro de casa pra pedir ajuda enquanto os outros vinheram me ajudar.

Júlia- não dorme Carol, sei que ta doendo mas você não pode dormir- falou segurando minha cabeça e tirou meu capuz para que eu pudesse respirar.

Malu- como foi isso porra- apareceu gritando com geral- tira ela do carro Thiago- ele veio correndo e me tirou do carro.

Th- não fecha a porra desse olho Carolina, arregala esse caralho ai- falou nervoso- vão atrás de um médico caralho, é a minha primogênita porra - gritou com os meninos, Gui subiu na moto e desceu com tudo pro postinho.

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