𝗞𝗟𝗔𝗨𝗦 𝗠𝗜𝗞𝗔𝗘𝗟𝗦𝗢𝗡 ▎Onde Klaus e a banshee Lydia Claire acabam tentando uma linda bebê, mas não foi como o esperado, Lydia foi tirada da sua família após o nascimento de Hope, pelos cavaleiros fantasmas
Davine demorou muito para conseguir...
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― eu te odeio Aurora, você nunca vai ser a minha mãe, e nem de mentira
Hope gritou a beira de um colapso
― pare de gritar garota, você acha que está falando com quem?
Aurora respondeu no mesmo tom se aproximando de Hope que deu uns passos para trás
― está com medo não é, Hope?
Ela debochou do nome de Hope rindo, a pequena apenas olhou para ela transmitindo um ódio e colocou a mais pra frente fazendo com que Aurora fosse jogada na parede e batesse a cabaça, mas não ao ponto de desmaiar, infelizmente
― o que diabos você fez agora?
Ela levantou do chão colocando a mão na cabeça que escorria uma quantidade de sangue um pouco grande
― phasmatos incendia
Lydia deixou com que Hope ouvisse ela do outro lado, dizendo o que ela para fazer. Hope não entendeu muito o recado então Lydia respirou fundo e falou alto para que ela entendesse
― diga "phasmatos incendia"
Ela fechou o punho torcendo para que ela falasse corretamente. Hope olhou para a mãe que não aparecia para a Aurora e voltou a olhar para a mulher que já estava de pé
― phasmatos incendia!
Hope colocou as mãos para frente novamente e gritou. Foi assim que tudo começou a pegar fogo, Aurora travou o maxilar e deu um grito de raiva tentando correr para sair daquela casa
― corre!
Lydia gritou para Hope ainda de punhos fechados. Hope deu um sorriso leve e começou a correr por todas as partes tentando não encostar no fogo, enquanto ouvia os gritos de Aurora que naquela hora nem conseguia usar seus poderes de vampira
― sai daí!
Lydia gritou novamente para Hope que demorou mais alguns para sair da casa. Ela deu alguns passos para trás tendo assim a visão da casa inteira, que queimava completamente
Os gritos de Aurora eram possíveis serem ouvidos do lado de fora da casa, o último grito foi ensurdecedor, que significa a sua morte. Lydia estava do outro lado, sorrindo com toda a felicidade do mundo
― vá até alguém e peça o celular emprestado. Rápido!
Lydia ditou novamente, Hope olhou para ela meio insegura, Lydia balançou a cabeça dando-a uma segurança e ela fez o que sua mãe avia dito
― ótimo, agora vá no telefone. – ela disse ao ver que Hope já segurava o celular e a pequena foi fazendo o que a mãe disse
Após Lydia dizer o número de Rebekah, as duas ficaram se encarando esperando que a ligação se completasse
― alô?
Rebekah disse do outro lado da linha. Lydia fechou os punhos novamente em felicidade e deu um sorriso
― diga para ela vim te buscar.– Lydia disse procurando um ponte de referência
Agora Rebekah já estava a caminho, suas mãos tremiam no volante tentando se controlar para chegar bem. Hope olhou para a Lydia por alguns segundos, o cara que emprestou o celular franziu o cenho tomando o celular da mão da garota que olhou para ele de boca aberta e gritou antes que ele estivesse longe demais
― obrigada, moço
Ela baixou a cabeça esperando que Rebekah chegasse
― o que aquela desgraçada te fez?
Rebekah falou alto assim que saiu do carro já correndo até Hope que levantou a cabeça com um sorrisinho
― eu já resolvi isso. Ela já está morta
Rebekah arregalou os olhos. Ela não conseguia ver a Lydia então pegou Hope no colo e levou ela até o carro, a pequena chamava Lydia até perto da porta do carro e quando ela se aproximou, Hope disse
― você salvou a minha vida, mamãe
Rebekah entrou no carro olhando para Hope pelo retrovisor
― o que você disse?
Hope olhou para Rebekah
― nada
Ela olhou para o lado novamente, mas Lydia já não estava mais ali
― obrigada, mamãe
Hope abaixou a cabeça enquanto o vidro do carro subia lentamente
― quero que me conte o que aquela ruiva de chernobyl te fez