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Dia 335
Já tinha acontecido muita coisa desde a morte da Camille. Gilinsky desistiu do tal exame de DNA. Agora, para ele, isso era o menos importante. Finn nunca mais seria abandonado por ninguém. Ele tinha nascido há pouco mais de um mês e desde então estava naquele hospital. Hoje seria o dia da sua alta e estávamos organizando tudo para recebê-lo no apartamento do pai.
Nate e Becca estavam estranhos, mas ninguém ousava perguntar o porquê. Eles tinham passado por um término recente e provavelmente era por causa disso. Eles confirmaram que realmente a Rebecca estava grávida já que "coito interrompido não era eficaz para prevenir uma possível gravidez", conforme as palavras do médico. Nate ficou feliz com a notícia, apesar da Becca insistir que não estava grávida. Ela não queria aceitar aquilo.
Lucy, a amiga, agora, gata da Rebecca continuava morando na casa do Nate. Ela seguia a amiga para todos os lugares, quase como uma sombra. A visão que tínhamos de fora era que ela queria ser a Becca, apesar de ser impossível. Todos pareciam não se importar com isso, então passei a ignorar também.
Sammy estava estranho, mas esse não queria falar o motivo. Ele se afastou, inicialmente, de todos nós. Mas isso não durou dois dias e logo voltou a nos encontrar, apesar de se manter mais quieto, observando tudo ao seu redor. Aquilo tudo era muito estranho.
Agora estávamos todos no apartamento do Gilinsky, só esperando o papai do ano chegar com o seu bebê. As meninas estavam terminando de arrumar o quarto do Finn enquanto nós cuidávamos da Angel e das comidas.
A porta abriu, revelando um Gilinsky assustado. Ele entrou sem fazer barulho e nós corremos em sua direção, vendo o Finn dormindo em seu colo. O pai o carregava sem jeito, já que nunca teve muito contato com bebês. Angel estava no colo do Nate e ela sorriu ao ver o menor ali. Nate a balançou, brincando com ela enquanto se divertia ao observar o Finn.
Becca e Lucy ainda estavam no quarto, então fomos com o Gilinsky até lá, colocar o Finn no berço. Ele tinha sido amamentado no hospital, então provavelmente dormiria a noite inteira satisfeito. Assim que entramos, ele parou e se virou para mim.
— Quem é? — Gilinsky sussurrou ao ver as meninas.
— Lucy. — Sussurrei de volta. — A amiga caipira da Rebecca.
— Puta que pariu! — Ele revirou os olhos.
— Tira o olho, papai. — Falei rindo. — Sammy já pegou.
Gilinsky riu enquanto entrava no quarto para colocar o filho no berço. As meninas cercaram o mesmo para observá-lo dormir. Seria mais um bebê mimado para o grupo. E agora o Sammy pararia de achar ruim o fato de não ter alguém para mimar. Ele tinha seu próprio afilhado.
— Eu estou morto de fome. — G. falou animado. — O que vocês prepararam?
— Eu queria uma cerveja, mas não me deixaram comprar. — Sammy disse emburrado. — Deveríamos comemorar.