Capítulo 2 - O Reencontro

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•Athena•

Estavam me perseguindo corria o mais rápido que pude mas estavam me alcançando e sabia que minha morte estava próxima, não queria morrer não agora, nem descobri quem são meus pais se tenho uma família ou alguém que se importe comigo.

O caminho da floresta começava a ficar perigoso, criaturas horrendas viviam ali e concerteza sozinha morria em menos de 2 dias. Senti garras rasgarem minha panturrilha e e caí com tamanha dor, peguei minha espada e comecei a tentar lutar com a besta a minha frente. Não iria aguentar muito tempo, rezava ao caldeirão que me ajudasse, até que cortei a sua pata e comecei a correr. Quando derrepente veio uma luz em minha direção. Meu corpo formigava sentia como ele se desfazece.

Ao mesmo tempo que eu estava na floresta não estava mais, senti uma dor lacinante e só me lembro de cair e bater a cabeça num tronco de uma árvore velha.
    
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Abri os olhos tentando me acostumar com a claridade que avia nós meu alcance, e vi que não estava mais na floresta e sim num quarto deitada em uma cama grande e espaçosa.

Levantei rápido e só daí em toquei que estava com uma roupa nova. Era um vestido branco estilo camisola , o quarto era grande porém com poucos móveis, uma penteadeira, ao lado de uma cômoda e uma porta que dava ao banheiro.
 
Como eu vim parar aqui? E que lugar é esse?

Logo preparei um plano de fuga,afinal não sabia onde estava e não seria agora que iria morrer. Eu estava sem armamento e nem meu colar posso ter perdido ele na floresta. Mas não pensei muito nisso quando só andei até a penteadeira sem fazer nenhum barulho e lá comecei meu plano.

Com alguns minutos já tinha uma arma ótima e afiada com o cabo da escova e preparei uma armadilha na porta com os lençóis e os pés da penteadeira, só esperava o que é que tinha me trazido para cá.
 
Enquanto esperava eu repassava cada parte da noite passada ou de qualquer resquícios que me lembravam de como eu vim parar neste lugar. Mas meus pensamentos foram cortados quando ouvi passos, deveriam estar em maior número 4 para ser exata, tinham passos firmes. Logo me preparei no meu lugar, agora é só esperar...

Quando a maçaneta girou e o pequeno vento de fora circulou eu soltei os lençóis que fizeram cair o que quer estivesse na frente, tirei a minha adaga improvisada e saltei em cima de uma criatura com asas e cabelos grandes. Aviam mais só que eu tinha sido tão rápido que nem perceberam, e antes mesmo de piscarem já estava com a "adaga" em seu pescoço.

—Mais um passo e eu o mato – disse com uma voz firme e rígida. Ele tentava se soltar só que eu o prendi com as pernas e seu pescoço estava a um movimento em falso e o matava.

—Eu ordeno que solte-o imediatamente- disse uma voz grossa e sombria masculina. Ri com escárnio da sua ousadia.

— Pelo que eu saiba, não sigo ordens de ninguém.– Disse com a voz mais sombria que tenho.

Me virei para olhar quem eram os três e saber os detalhes do corpo, forças , pontos fracos. Só que quando eu me virei para olhar um olhar sobre mim um olhar familiar.

Eu conhecia aquele olhar...

— Onde eu estou?– perguntei olhando profundamente nos olhos da fêmea a minha frente. – Como... – falei me virando e forçando a "adaga" no macho em baixo de mim.

— Solte-o e eu falarei. – Agora o macho com sombras ao seu redor falava. – Não queremos o seu mau– Ele falava cautelosamente medindo suas palavras.

Estava apavorada, com medo mas não demonstrei aquilo, não podia. Soltei o macho e levantei rapidamente ficando em posição de defesa.

— Sinto muito por isso. – O macho de olhos violetas disse e logo em seguida senti minha nuca pesando e tudo escurecendo.

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⏰ Última atualização: Nov 03, 2021 ⏰

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