Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Capítulo vinte e três A irmã
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
PEDRO — Tem certeza que quer isso? — pergunto, olhando nos olhos dela, que assente.
— Sim! — ela responde, e eu a beijo, devorando seus lábios inchados. Quando estou prestes a tirar seu short de pano fino, ouço batidas na porta e uma voz baixinha chamando.
— Papai, você está aí? — Era Bia. Olho para Mel, que sai debaixo de mim, veste sua blusa e joga meu moletom para mim, que visto rapidamente. Mel vai até a porta e a abre.
— Oi, meu amor — diz ela para Bia, que olha para cima para ver Mel.
— Oi, titia. Posso dormir aqui? Está chovendo, tenho medo da chuva e dos trovões! — olho para a janela e só então percebo a tempestade lá fora. Bia tem muito medo de trovões, ela fica desesperada e chora muito.
— Claro que pode, princesa! — Mel pega Bia no colo e fecha a porta.
— Oi, papai — diz Bia enquanto Mel a coloca sentada na cama. O quarto estava iluminado apenas pelo abajur ao lado da cama e pela janela com a cortina aberta.
— Oi, anjinho, você está bem? — pergunto preocupado, enquanto ela se assusta com um raio lá fora.
— Estou com medo! — diz a pequena. Eu a pego no colo e a deito sobre meu peito, começando a acariciar seus cabelos. Mel se aconchega ao nosso lado, apoiando a cabeça no meu ombro. Logo, um barulho muito alto é ouvido. Bia se assusta e começa a chorar, Mel também se assusta e tira a cabeça do meu ombro.
— Calma, meu amor — digo a Bia, que chora em meus braços. Mel levanta da cama e começa a mexer em suas coisas à procura de algo.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.