O Vizinho Gostoso Do 106

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Parte I
O relógio toca as 6:30am, desligo com calma, levanto e abro as janelas, a briza fria entra no quarto deixado meus seios arrepiados, o blusão não escondia a rigidez de como eles estavam.
Vi duas mensagens da Jéssica no meu celular, mas estava com muito sono ainda para responder, os livros estavam sobre a escrivaninha, eu estava ficando louca de tanto estudar para as provas semestrais, os papéis rabiscados com grandes prédios, caíram no chão e um copo de café que por sinal já estava gélido completavam a mesa de uma estudante de Arquitetura.
Tomei um banho rápido, me arrumei depressa, fechei a porta do apartamento, dei de cara com o novato, um novo vizinho, estatura mediana, olhos negros e cabelos escuros finos e lisos, meio fofinho e de sorriso solto, dei bom dia:
- Bom dia, é novo aqui?
- Sim me chamo Lucas e você ?
- Daniele! Muito prazer.
-A propósito, sou novo até na cidade.
- É mesmo? De onde veio?
- Sou do interior de Minas Gerais.
- Percebi pelo lindo sotaque, terra muito bonita.
- Obrigada, vi que está saindo, quer tomar um café?
- Claro seria um prazer, mas estou muito atrasada para a faculdade.
- Sim, super entendo, mas pode pelo menos me dizer onde fica uma cafeteira mais próxima?
- Vish, você realmente é novo aqui em, vamos sei de um lugar que vai tomar um bom café e comer um ótimo pão assadinho.
- Seria ótimo!
Descemos e conversamos até a padaria do seu Cristiano, lá era um ambiente legal, familiar, boa comida e um café maravilhoso. Passei o dia inteiro pensando no sorriso daquele rapaz nao saia da cabeça.
Andei pelo parque até chegar em casa.
Subi as escadas devagar pois o elevador estava quebrado, morava no quarto andar então era um favor que o elevador fez a minha saúde.
Entrei e me sentei, preparei um CupNoodles de carne, meu preferido, quanto escutei batidas na porta.
Abri, era ele, com uma xícara vazia na mão, falou:
- Parece clichê mas não poderia deixar de pedir uma xícara de açúcar com o motivo idiota pra te ver mais uma vez.
Sorri meio sem jeito e disse: - Tenho açúcar, pode entrar, fique avontade sente no sofá.
Fui na cozinha, pegar o açúcar, voltei com um kg de açúcar.
Ele me olhou surpreso falando:
- Olha parece que alguém realmente, não quer mais me ver, o açúcar foi uma desculpa esfarrapada.
- Eu sei disso. Mas o Kg também é uma desculpa, só não sei pra que no momento.
Rimos da situação, me sentei ao lado dele no sofá, trocamos conversa fiada por horas, ele tocou um pouco acima da minha perna, fazia meses que não sentia a mão de um homem alí.
Ele olhava pra minha boca e eu retribuía no mesmo modo, busquei vinho, tomamos e mais conversas.
00:00, e ainda estávamos lá. Ele foi embora, tomei um banho e deitei, peguei o celular mexi um pouco no Instagram e finalmente deletei as últimas fotos que restaram do relacionamento passado.
Estava com tesão, coloquei minha mão por baixo do lençol e da calcinha que vestia e comecei a me tocar, agitando sempre meu clitóris, botei dois dedos na boca molhei e continuei me acariciando apertando meus seios e gemendo baixinho estava pensando nele, estava tão molhada, enfiei dois dedos e me senti por dentro, quente e super sedenta, pensava nele me fodendo de quatro, de lado por cima e por baixo, me chupando até que gozei.
Mais um dia mais aquela mesma rotina relógio tocou as 6:30, me levantei e me arrumei, passei no corredor mais não o vi.
Fui a padaria, e ele não estava lá. Estranhei; passei outro dia pensando nele e em tão pouco tempo eu já ficava excitada.
De noite ainda não o vi, pensei a xícara, já estava passando dos limites mas eu tinha que tentar. Peguei a primeira que eu vi na frente e fui até o apto 106, bati na porta ele saiu, de cueca e blusa do Brasil. Eu disse:
- Oi Lucas, você teria uma xícara de sal pra mim?
Ele me olhou dos pés a cabeça sorrindo e disse: - Você demorou...
Me pegou no colo e me beijou intensamente, fechando a porta com seu pé enquanto me agarrava, fiquei ofegante, ele me deitou no colchão ainda no chão e tirou a camisa, seu corpo quente estava sobre mim, cada vez mais me beijava intensamente, tirou minha minha roupa, eu estava sem sutiã e calcinha, apenas de vestido rosa florido, ele chupou meus seios como tinha pensado mais cedo, o biquinho estava durinho estava toda arrepiada, apertava com vontade, ele desceu me beijando até chegar na minha buceta, estava depilada apenas com poucos pelos, ele me chupou c vontade sua boca quente e sua língua tomou conta, estava molhada, e enquanto a língua descia até meu cuzinho eu suspirava alto e gemia forte, me agarrando em seus cabelos, levantava meu quadril esfregando minha buceta na sua cara, pra cima e para baixo e cada vez mais molhada, ele enfiou o dedo na minha vagina, entrou com facilidade eu estava bem lubrificada, olhava pra mim eu mordia a boca com cara de safada.
Tirou o dedo e chupou na mesma hora, disse que eu era cheirosa, enfiou um dedinho devagarinho no meu cuzinho e continuava agitando o clitóris com sua língua, eu estava ardendo de tesão, eu iria gozar tão rápido, gemi alto e gozei.
Ele me pediu pra chupa-lo, não recusei e pedi um meia nove, ele deitou e eu fui por cima, esfregando com vontade minha buceta na sua cara, e ele continuava a me chupar gostoso o pau dele era grosso e estava enorme e duro, rígido, segurei e me surpreendi, coloquei na boca até onde dava, mas continuei chupando molhando ele todo até engasgar, sai daquela posição e ele me pediu: - senta pra mim Dani, deixa eu te sentir por inteira.
Não podia recusar, eu queria tanto quanto ele.
Sentei devagarinho, aquele pau grosso estava arrepiando meu corpo inteiro, da cabeça aos pés. Ele me agarrou me beijando, ainda sentia meu gosto na sua boca, sentei gostoso subindo e descendo naquele pau, ele agarrou na minha bunda me dando tapas violentas deixando meu bumbum ainda mais Vermelhinho, prendi seu pau com minha buceta e o fiz ir ao delírio, ele prendia a boca com seus dentes o que me deixa mais excitada, pedia pra eu parar e me fodia com força fazendo um barulho enorme que soava com meus gemidos e os dele, pendi minha perna na sua e comecei a quicar balançando minha bunda. Ele não podia mais aguentar e nem eu, estava surtando de tesão, meu clitóris era agitado nas cavalgadas, eu iria gozar e ele também, gozamos juntos, gemi alto me pendendo nele.
Deitei ao seu lado e adormeci, ele me cobriu com um edredom, estava frio me agarrou, depois disso só me lembro da janela aberta e das luzes de natal.

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