CAPÍTULO 40 parte 3

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Leandros

Eu mal sentia a água gelada no meu corpo, a única coisa que eu conseguia sentir, era o corpo dela, o cheiro dela, o toque dela. Eu só via ela na minha frente. Seu corpo lindo e delicado, macio e quente e totalmente sensual, me deixando a beira da selvageria.

O corpo dela, parecia ter sido feito apenas para trepar. Ela não era tão delicada a ponto de não aguentar um sexo mais violento, muito pelo contrário. Ariel aguentava e ainda retribuía. Era como se ela fosse a própria Deusa do sexo, em cerne e osso.

Passei o dia inteiro imaginanando comer essa mulher que me perturbava a cabeça.

Meu desejo por ela as vezes me assustava, eu tinha que admitir. Não era uma coisa normal. Era algo animalesco, instintivo, primitivo, crú. E em nenhum dos meus relacionamentos chegou perto disto.

E com ela não creio que seja diferente. Dava para sentir o meu desejo refletir nela. Tão puro e tão límpido quanto o meu.

E eu iria gozar para ela.

Geralmente eu fazia ela gozar primeiro que eu, só para poder me deleitar com suas reações. Mas hoje, não. Hoje eu vou fazer ela virar a cabeça no sentido mais obsceno da palavra.

A buceta lisinha dela e completamente depilada, estava tão lubrificada que meu pau facilmente ia até o fundo. Os gemidos que ela soltava, a forma como ela apertava o meu pau dentro dela, o jeito que ela movimentava a bunda para ir de encontro com meu quadril, era algo indescritível de tão gostoso.

Eu trinquei os dentes quando gozei e falei no ouvido dela.

--- Agacha. Agora --- eu tirei o pau dela e segurei com força a base do meu pênis, retraindo a minha porra e não deixando cair uma gota.

Ariel gemeu e se agachou rapidamente, abrindo a boca na direção da cabeça do meu pau. E aí eu liberei meu gozo na boca dela, rosnando igual um animal.

--- Quem é que engole a minha porra? --- eu perguntei, me masturbando, lançando jatos de porra na boca dela, estremecendo da cabeça aos pés.

Ariel engoliu tudinho, ávida por mais. Eu passei um dedo sobre um pouco que escorreu no canto dos seus lábios e o coloquei dentro da sua boca outra vez. Ela passou a língua pelo meu dedo, me olhando nos olhos.

---  Eu gozo para quem, Ariel? --- eu reforcei a pergunta, segurando seu queixo e a forçando a olhar para mim.

Ela gemeu e passou a língua nos lábios, me encarando com seus olhos azuis pegando fogo.

--- Pra mim --- ela respondeu.

Eu balancei a cabeça, soltei teu queixo.

--- Espero que você se lembre disso --- eu falei. --- Pode se levantar.

Ela se levantou e eu deu um passo para trás, para poder admirar teu corpo. Ela estava tremendo, com as pernas bambas. Se era pela transa, pela água fria ou pela bebida que ainda estava no seu organismo, eu não sabia. Mas alternei a água do chuveiro para o quente, e fiquei de olho nela.

Eu deixei ela sem gozar só para ela sentir uma necessidade maior. Só para ela ver o quanto eu me senti frustado o dia inteiro.

Eu peguei meu shampoo e coloquei um pouco na palma da minha mão, ainda encarando ela. Depois passarei o shampoo no meu cabelo, agindo naturalmente.

Ela engoliu em seco, mas não disse mais nada.

Ela pegou seu sabonete líquido, colocou na esponja branca e começou a passar por todo o teu corpo. Eu me enfiei debaixo da água quente e lavei meu cabelo, ainda reparando nela. A esponja com a espuma densa, liberando o cheiro do sabonete que ela costumava usar, fez minha cabeça zumbir. Ariel sorriu de canto de boca e virou as coisas.

Duas Semanas De Puro PrazerOnde histórias criam vida. Descubra agora