Ninguem nunca imaginaria que Liz Carter, a doce garota de 16 anos seria uma verdadeira Lady, uma Lady das Trevas, mas nada é impossivel.
Sendo escolhida para a casa das cobras, é odiada e abusada de primeira, mas logo apos, ela jura vingança, vingan...
Outras pessoas achariam ruim, mas até que eu gosto.
Sem pessoas pra me encomodar, sem perder tempo com coisas banais, dar continuidade ao plano que eu criei noite passada.
Todos me chamam de estranha, e o grupinho da Sonserina me odeia, mesmo eu sendo um deles. Bando de hipócritas.
Eu não sei porque eles me odeiam tanto assim, eu nunca fiz nada a eles. Eu acho.
A verdade, é que eles me provocam, irritam, me pegam desprevinida, fazem pegadinhas comigo, e essas coisas que irritariam qualquer um, eu não posso falar nada que eles ficam rindo de mim e me xingando.
Isso dói. Doiria para qualquer um. Até um sem coração como eu.
Porque eu me lembro de como era viver com o meu pai vinte e quatro horas por dia.
E isso dói pra caralho.
Queria que passasse, mas sei que não vai. Por que o mundo é assim, o mundo te machuca, as pessoas te machucam, e você não vai conseguir fazer nada se não for melhor que as pessoas. Se você não for melhor que elas você não tem respeito nenhum no mundo, então eu preciso não ser apenas melhor que as pessoas, mas ser melhor que o mundo, pra ele entender de uma vez por todas que eu não sou a porra de uma boneca, eu sou uma pessoa que vai fazer todos se arrependerem profundamente de terem mexido comigo.
Quando escutei a porta se abrir, logo fechei meus olhos finjindo que estava dormindo.
Não quero dar um explicação a essas meninas.
☆...☆...☆
Acordei meio tonta. Que estranho, essa noite eu nem bebi nada alcoólico.
Não conseguia abrir os olhos.
Parecia que eu tava morta.
Não sei como, mas parecia.
Ai merda eu fui drogada, malditas colegas de quarto.
Quando consegui abrir os olhos, os fechei rapidamente por causa da claridade.
Quando connsegui me acostumar com ela, percebi que não estava em meu dormitório.
Nem meu quarto do mundo trouxa.
Olhei para baixo e percebi que estava presa, em uma cadeira e apenas de langerie.
Me desesperei mais ainda e comecei a me mexer mesmo sabendo que não daria certo.
Lágrimas ja saiam de meus olhos, eram lágrimas de raiva e um pouco de desespero.
Não queria viver as mesmas coisas que vivia dentro de casa.
-- Parece que a bela adormecida acordou - disse uma das meninas que eu dividia o dormitório.
Quando vi as outras pessoas que estavam com ela me desesperei mais ainda, mas não mostrei, tinha que ser forte.
Estavam dois Grifanos e as três meninas do dormitório.
-- Parece que a bruxa má me drogou - disse debochada.
A menina que eu rebatida se aproximou de mim e colocou a porra de uma faca no meu pescoço.
-- Que foi? Acha que eu vou ficar com medo por causa de uma faca que nem funcionar direito deve?
Ela pegou a faca e foi passando vagarosamente no meu pescoço, logo vi o sangue fino escorrer.
-- Não precisa chorar amor, você vai amar - disse a garota loira tentando me beijar.
-- Ah claro, vou amar te matar.
Ela passou a faca ainda mais e sentia o sangue escorrer em meu pescoço indo até meus seios.
--Acha que isso vai fazer eu te contar alguma coisa que eu nem menos sei? Sai fora garota, não é a primeira vez que eu sou torturada.
--Eu te odeio -gritou uma menina que eu reconheci sendo Anabeth.
--Muitos me odeiam, apenas entre na fila e aceite o fato que nem me odiando consegue ser a primeira de algo.
Eu continuava debochando fingindo que o sangue que escorria não me incomodava, mas se eu falava que não seria mentira.
Não sei quanto tempo a mais eu aguentaria.
-- É melhor darmos uma lição à ela, não acha Greengrass? - perguntou um dos grifanos.
-- Acho com toda certeza, Henry - diz a garota morena.
O tal de Henry me tirou a força da cadeira mesmo eu estando amarrada e isso me causou varias queimaduras, tanto nos braços, quanto nas pernas.
Ele me jogou no chão e eu acabei batendo a minha cabeça no chão com força.
Minha visão começou a ficar turva, tanto pelas pequenas lágrimas que se formavam no canto dos meus olhos, tanto pela pancada que tinha levado.
Antes de apagar completamente, senti o grifano sair de cima de mim, e logo uma figura masculina com a feição preocupada chegou até mim.
Senti ele me pegar no colo e a única coisa que escutei antes de apagar foi:
-- Não acredito que até aqui eu preciso te salvar idiota.
E logo, apaguei...
♡...♡...♡... Draco Malfoy
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.