Jussara Carolina(Sara Carol) uma mulher carinhosa, amorosa e tipo mãezona, trabalha na casa de uma mulher preconceituosa e egoísta, adquiriu uma conexão com Isabella, filha de sua patroa na qual se torna madrinha de batismo da menina, na qual ex mar...
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Em Santos
Felipe chega no endereço indicado e toca a campainha uma mulher abre a porta.
-- Sim, o que deseja?
-- É o senhor Estêvão Caruso se encontra nessa casa? Me chamo Felipe ele não me conhece, mas sou namorado da filha dele, vim em paz.
A mulher fica pensativa e abre a porta.
-- Sim ele está aqui, mas não pensa em fazer mal a ele, não é?
-- De jeito nenhum. A filha de chama Jussara Carolina, tem 38 anos, sente muita falta dele, acreditamos estar morto, mas descobrirmos que está vivo.
-- Ele estava sendo ameaçado de morte, ele esconde muitos segredos e queria contar ao mundo, mas precisou se calar para a sua segurança de quem ama.
-- Gostaria de saber mais sobre isso, poderia me levar até ele?
-- Claro que sim, por favor. Você quem é?
-- Eu me chamo Dóris, sou sobrinha dele. Vem comigo.
Dóris leva Felipe até a sala onde Estêvão se encontra em uma cadeira de rodas assistindo televisão. Ele olha a Felipe e a Dóris.
-- Você quem é? Quem é ele, Dóris?
Felipe olha para Dóris e faz sinal para ele mesmo falar.
-- Eu me chamo Felipe, sou namorado da sua filha Jussara Carolina. Vi, conversar com o senhor e saber o que realmente aconteceu.
Estêvão fica com olhos cheios de lágrimas.
-- Minha filha...sinto muita falta da minha princesa...Sarinha Carolzinha..e também da Bia a única mulher que amei.
Felipe senta diante dele.
-- Sua filha e eu junto com a Bia Falcão lemos um pouco do seu diário, mas gostaria de saber mais detalhes do que aconteceu com o senhor. Quem está por trás disso.
-- Vou lhe3 contar. Minha filha falou muito de você, ela sempre te amou e sofreu muito quando aquela bandida da Paola, sua mãe os separou e ainda tirou a filha dela, minha neta.
Felipe suspira.
-- Eu sei, tenho vergonha dessa mulher como mãe, ela impediu minha felicidade com a mulher que amo, mas enfim agora nos encontramos e estamos felizes, mas e o senhor? O que aconteceu?
Dóris senta ao lado do tio e pega a mão dele.
-- Antes de contar, me diga, como está minha neta? Na está ao lado da mãe? Ela sabe de tudo?
-- Infelizmente ainda não, estamos investigando e conseguir provas do que aconteveu. Mas no momento certo vamos contar. Mas me conte, o que aconteceu com o senhor depois do acidente?
-- Bem....meu acidente foi provocado. Pessoas que queriam me destruir e a minha ruina, que queriam o meu dinheiro armaram para que eu sofresse um acidente e morresse, além de saber muitos segredos de pessoas, mas o que essas pessoas não sabem que sobrevivi, mas tive que vir pra cá, para não ser morto e nem que prejudicassem minha única filha, Jussara Carolina.
-- E minha mãe era uma das envolvidas? _pergunta _triste_
-- Sim! Ela e mais algumas pessoas comparsas dela. O médico que cuidou de mim, tem algumas provas que meu acidente foi provocado.
-- De Paola? _pergunta Felipe_
-- dela não, infelizmente não há provas que foi ela, isso que me fez escapar para proteger minha vida e de minha filha, principalmente.
-- Olha acho que temos a solução.
-- O que Felipe?
-- Jussara Carolina é uma mutante, eu também sou, mas ela tem mais poderes. Ela tem o poder de paralisia da mente além do sono e eu faço qualquer animal atacar, podemos usar esse poder para obrigar Paola a confessar. E, também uma amiga dela, lê mentes, ela poderá ler a mente de Paola, mas para isso o senhor precisa voltar.
Estêvão dá um suspiro.
-- Vou te contar mais coisas e o porquê tenho medo de mostrar a todos de que estou vivo.
-- Pode contar e confia em mim, eu vou te ajudar. _diz Felipe_
Estêvão começa a contar um pouco de seu passado, desde um pouco antes do acidente e após.
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Leona chega na casa de Paola
-- Felipe não estava naquela ONG _Diz Leona_
-- E onde estava? Para onde meu filho foi?
-- Isso não sei, tentei conversar com Jussara Carolina, mas ela só ficava falado com os alunos, tanto em teatro com a dança, até perguntei onde estava o rapaz que está sempre com ela, mas ela só disse que estava ocupado em outro lugar.
-- Mas você tentou se passar como amiga dessa mulher?
-- Calma! As coisas precisam ser com calma, não tem como me tornar amiga de uma pessoa assim do nada. Amizade se conquista pouco a pouco e é isso que farei, Paola.
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Na casa de Jussara Carolina
Na sala
Dandara termina de tocar e vai até Ivana e Filomena sentando entre elas.
-- Muito bom, Dan! Você é muito talentosa _diz Luiza Flávia_
-- Obrigada _diz Dan_
-- dona Tosca, tia Luiza Flávia, tia Filo, tia Ivana contem como lidaram com seis filhos? Estou curiosa _diz Flay_
Mille, Isabelle, Jucélia, Jonas, Analu, Mariana, Bianca, Yasmin, Dênis, Camila Mônica, Dandara olham com atenção.
-- dona Tosca pode começar e depois Ivana e eu _diz Filo pegando da mão de Dan_
--E depois a professora Luiza Flávia, tô curiosa também _diz Jucélia_
-- Bem a Isa não come arroz e feijão, não gosta, ela tem algumas manias. E não podia ouvir barulho de buzina de caminhão, ela tapa os ouvidos, como todo autista, tem os ouvidos muito sensíveis. Ela quando fica feliz, também bati a mãos e pés, rodopiar. Ela quando criança, tinha pavor da cor bege. Na escola, Bianca e Mariana que acompanham a Isa desde o pré, sabem bem o que passaram com alguns meninos que começavam a cantar música da Chayene para fazer Isa gritar. _diz Tosca_
-- Sim, verdade, eu lembro e a Benê saia em defesa da Isa e xingava os meninos, né amiga? _diz Mary_
-- Benê e Guto denunciam os meninos na direção e eles foram suspensos, além de uma vez, um deles levou um soco da Benê. _diz Bianca_
-- Isa, Bia, Benê e eu sempre estudamos juntas desde o pré até agora, na mesma turma e sempre andávamos juntas, embora tinha uma menina na aula, super metida a Giselly. _diz Mary_
__ na época eu odiava a Gisely mas hoje tenho só agradecer a ela por ter feito eu parar de gostar da lambisgoia da Chayene, ela publicava várias fotos com ela em shows, eca nojo _Diz Isa_
-- Eu nunca fui com a cara da Giselly ela era muito chata e se achava a melhor, ranço. _diz Mary_
-- A Benê que não suportava, ela vivia brigando com a Giselly e dando lição de moral. _diz Bianca_
-- Chayene sempre que aparecia na TV, Isa começava a gritar até quando foi ao TELETON também queria fazer uma doação para poder falar com ela. _diz Tosca_
-- Eu participei diversas vezes do TELETON, no palco, mas graças a Deus nunca me encontrei com ela _diz Jussara Carolina_
-- Agora ela não canta nem fala mais, foi merecido, assim que faço com todos que cometem racismo e também homofóbicos e se vejo qualquer um cometer esses atos ou até mesmo fazer caras e bocas, caras de nojo...ah farei perder q voz para sempre e dessa vez, não farei retornar a voz. _diz Valda_
__ eu detestava quando lavava meu paninho de rosto lembra mamãe? Falava que tinha seu cheiro, e eu puxava cabelo quando tinha 5 aninhos das pessoas. _Diz Isa_
-- E o que as pessoas faziam quando pisava seu cabelo? _pergunta Flay_
-- Teve uma vez que Isa puxou o cabelo de uma mulher no shopping, ela tinha cabelo abaixo da cintura, a mulher olhou com uma cara de poucos amigos, mas a mulher depois entendeu. _diz Tosca_
-- Dan uma vez quando a gente estava em uma peça de teatro, os atores que estavam representando, começaram a brigar, Dan achou que era de verdade, ela saiu correndo e tentou subir no palco para defender os personagens agredidos na encenação, ela não sabia distinguir o real da ficção. Todos começaram a rir no sentido de achar engraçadinho, Dan tinha 7 aninhos, peguei ela no colo, Dan chorava sem parar, gritando, acalmei ela aos poucos e expliquei que era tido faz de conta, levou um tempo para ela entender, levei a uma psicóloga a Priscila e foram 5 anos de tratamento até que melhorou. Dan também tinha medo de gato, não podia ver um gato que saia correndo. _diz Filo_
-- Isa tinha medo de cachorro _diz Tosca_
-- Já o Pedro nunca teve medo de cachorro, mas ele não queria chegar perto de pessoas mais altas que ele, as únicas pessoas mais altas eram o pai e ele. Daí a piscicoloca dele a Jussara conversou e contratou e então não tem mais problema. Até hoje ele consulta com a psicóloga. _diz Luiza Flávia_
__ que legal tia Flávia ,eu teve uma vez que vi na TV uma mulher chamada Flávia igual você e mamãe sofrer um acidente eu tive um surto de choro,minha mãe disse que nem todas as Flávia, Jussara são iguais, foi isso mamãe?
-- Isso mesmo, filha.
-- Com certeza! Tem milhares de Jussaras, Flávia, até mesmo Isabellas espalhadas por esse mundo, não devemos comparar as pessoas, pois cada uma tem uma forma, jeito de ser e aparências bem diferentes, cada pessoa é única. Aqui mesmo, tem três Flávias, certo? Cada uma de vocês é de um jeito. _diz Jussara Carolina_
-- Pedro também já surtou numa coisa que viu na TV _diz Luiza Flávia_
__ exatamente madrinha, que ele viu tia Flávia?
-- A gente estava vendo um filme na TV, era comédia, Pedro viu uma mulher, loira como eu sendo morta, pensou ser eu então ele surtou, começou a gritar muito então eu o abracei bem forte e ele acalmou. _diz Luiza Flávia_
Pedro Henrique abraça a mãe.
-- No convento onde fui criada, tinha uma menina, ela tinha 12 anos na época, não foi diagnosticada como autista, mas ela no começo não falava nada, vivia isolada de todo mundo e aos poucos fui me aproximando dela, interagindo, conquistando carinho dela e fazendo ela perder o medo das pessoas. Ela se chama Lúcia. Hoje é uma moça de 22 anos. _diz Jussara Carolina_
__ Eu falei bem cedo ,minha mãe disse que com 1 ano já falava
-- Normal a idade adequada para começar a falar. _diz Luiza Flávia_ -- Entre os 12 a 18 meses a criança já começa a dar as primeiras palavrinhas, que é o mesmo que um ano. _diz Luiza Flávia_
-- Eu peguei a Dan com 2 anos então não sei com quanto ele começou a falar, mas foi por aí eu acho _diz Filo_
Jussara Carolina abaixa a cabeça, deixa uma lágrima cair, pensando que não viu sua filha dar as primeiras palavras, engatinhar, a dar primeiros passos.
-- Minha afilhada Vivi também deu as primeiras palavrinhas com 12 meses. _diz Valda_
__ foi difícil na época da escolinha pra me adaptar, pois tinha medo, pois não queria ficar longe da minha mãe e medo de ficar sozinha.
-- Isa ficou com medo da escolinha, pois era tudo novo, mas depois que entrou, conheceu as amiguinhas, acabou gostando. _diz Tosca_
-- a gente estudou sempre juntas e na hora do recreio a gente brincava de polly era tão legal _diz Mary_
-- bons tempos. _diz Bia_
__ amava brincar com vocês e a Bruninha que era minha amiga de infância
-- A Bruninha ela tinha síndrome de down tinha um cabelão, hoje ela está com 18 anos, mas nunca mais a vi _diz Mary_
-- Bem eu Mas parece que a Benê quem sabe dela _diz Bia_
-- Dan não teve essa sorte, tive que fazer três trocas de escola até encontrar uma inclusiva e boa escola na infância _diz Filo_
-- Pedro não quer saber de escola, eu dou aula pra ele em casa. _diz Luiza Flávia_
__ mas tia Flávia é bom escola pra ter amigos _Diz Isa_
-- Mas ele não quer, tem muito medo de ficar só. _Diz Luiza Flávia_
Pedro Henrique encosta cabeça no ombro da mãe, Isa no colo de Tosca, abraçada nela e Dan entre Filomena e Ivana, abraça as duas.