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Capítulo sessenta e sete Ela matou
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MELISSA Assim que eles saíram, fui para a cozinha ficar com os três mais velhos, enquanto as crianças brincavam na sala.
— Está nervosa, não é? — perguntou Paula assim que me sentei em uma das cadeiras.
— Só não quero que nada de mal aconteça com nenhum deles, e ficar aqui esperando é aterrorizante! — confessei, passando as mãos pelo cabelo, puxando levemente pelo estresse.
— Não se preocupe, querida. Eles fazem isso o tempo todo, a gente até se acostumou e encontramos maneiras de passar o tempo! — disse Maria, pegando minha mão e afastando-a do cabelo.
— Vamos jogar baralho e comer besteiras até eles chegarem — sugeriu Luiz, pegando um baralho e começando a embaralhá-lo.
Jogamos bastante e comemos várias guloseimas. Já passava das 23:00 quando escutamos um barulho no portão.
— Será que são eles? — perguntou Paula.
— Ainda está cedo demais — respondi, indo para a sala onde as crianças estavam.
— Meus amores, vão para o quarto, já é hora de dormir! — disse, e eles correram para o quarto com seus brinquedos. Apenas Judith ficou, e olhei para ela, tentando entender por que a pequena também não foi.
— Tem algo errado, não é? — ela perguntou, e eu assenti, ouvindo outro barulho do lado de fora.
— Me dá uma arma, eu cuido deles lá de cima! — ela disse, e eu peguei duas armas na estante, entregando uma a ela.
— Cuidado — disse, e ela assentiu, subindo para o quarto.
Vi Luiz chegar na sala com uma arma também, e fomos até a porta, olhando pela janela ao lado. Vi uma pessoa vestida de preto correndo para os fundos da casa e apontei com a cabeça para fora. Luiz entendeu e viu a pessoa também.
Fomos para a área nos fundos da casa, e assim que abri a porta, um tiro foi disparado em nossa direção, atingindo o braço de Luiz. Escondi-me junto com ele atrás da parede e começamos a atirar nos caras lá fora.