Marinette Dupain-Cheng está com uma carreira artística em ascensão e ficando famosa entre o público, por conta disso tem que manter sua vida pessoal em segredo e longe da vista de seus fãs, inclusive seu namorado Luka Couffaine, entretanto sua vida...
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♪ ♫ Marinette
Adrien procurava a toalha desesperadamente, mas a falta de luz não estava o ajudando e, apesar de estar com a lanterna do meu celular, eu não iria desviar a luz dele e perder uma oportunidade dessas.
Ainda bem que ele não pode ver o meu rosto na escuridão.
-Imagino que tenha gostado da visão, my lady. - merda, esqueci completamente que eu não sou a única que pode ver a lanterna.
-Hum...e-eu estou com os olhos fechados! - e para não mentir, realmente fechei os olhos, dei sorte já que ele começou a usar a cabeça e percebeu que seria melhor pegar sua lanterna e aí sim pegar sua toalha.
-Por que você está aqui embaixo no escuro? - perguntei depois de mirar a lanterna no seu rosto.
Com um sorriso sarcástico ele respondeu:
-E por que você está aqui embaixo no escuro? - retrucou ironicamente.
-Eu ouvi um barulho, fiquei preocupada que, sei lá, tivesse deixado a porta aberta, não tinha certeza que havia realmente a fechado, vai que um ladrão entrou aqui em casa, ou pior...um assassino!
Adrien me encarou, riu previamente, mas logo depois franziu o cenho e parecia zangado.
-Primeiro, como você sequer não imaginou que seria eu? E segundo, por que caralhos você não me chamou?! Caso fosse realmente um assassino, o que você pretendia fazer?
Procurei minha frigideira de aço inox pelo chão e mostrei a ele.
-Não há um ser que aguente uma belezura dessas.
Adrien tentou segurar a risada, mas não conseguiu segurar a gargalhada.
-Eu acabei de acordar, simplesmente esqueci que você estava aqui. - minha fala fez seu momento de descontração se esvair por um instante.
-Esqueceu que eu estava aqui? - perguntou com uma voz firme, com um toque sedutor entre as palavras.
Assenti temerosa, o que fez com que ele se aproximasse de mim, ele estava tão próximo, que sua respiração acariciou minha pele o que ocasionou arrepios perigosos por meu corpo.
Respirei fundo tentando controlar os batimentos acelerados do meu coração.
-Ah, my lady, mas isso não é justo. Como você pôde até esquecer que eu estava num quarto tão próximo ao meu? Enquanto eu mal podia fechar os meus sonhos sem me imaginar indo até o seu quarto, me segurando o máximo que eu podia para não ser tão desrespeitoso e pouco cortês com você.
Adrien levou uma de suas mãos a minha cintura e a outra acariciou minha nuca com uma deliberada lentidão, cada toque carregando sensualidade.
Meu corpo repentinamente criou vida própria e minha mão acariciava seu rosto, maxilar, queixo e observei a forma em que seus lábios estavam entreabertos, por alguns instantes não fizemos nada além de encarar um ao outro, uma conversa sem palavras, um consenso mútuo, até que não aguentei a espera torturante e puxei o seu rosto até o meu, o beijo assumiu um tom possessivo e desesperado, a mão de Adrien enviando arrepios do meu pescoço até a nuca, já a sua outra mão desceu da minha cintura e foi até a minha bunda, o short folgado e curto do meu pijama o deu uma passagem facilitada por ela.