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Vinha a observando há dias. Se alguém o perguntasse quando tudo aquilo começou, aquele desejo insano, a troca de olhares, o fogo que havia entre eles, o Jung saberia responder perfeitamente. No dia em que seu primo a apresentou como sua namorada à toda a família. Um pouco mais velha, aquela postura inigualável, aqueles olhos que transmitia tudo o que estava sentindo, assim como, parecia, ler facilmente a sua pessoa. Achou que a odiaria, porra, estava tão errado. E, fodido. Muito fodido. Minjun não o perdoaria, mas, não tinha culpa. Não conseguia controlar aquilo, não quando ela, parecia disposta a acabar com o que restava de sua sanidade.
Estava no pequeno ateliê que havia montado no cômodo ao lado de seu quarto. Todos já haviam ido dormir após o jantar, mas, o Jung optou em focar em outra coisa. Gostava de tudo o que envolvia a arte desde muito novo, e a pintura, com toda a certeza, estava em primeiro lugar para ele. Estava prestes a terminar de dar os últimos retoques em seu mais novo quadro, quando, escutou batidas na porta. Suspirou, permitindo a entrada de quem quer que fosse, arrependendo-se logo em seguida. Os fios escuros, corpo perfeitamente desenhado, coberto apenas por um fino robe vermelho, e os olhos curiosos. A sua perdição estava ali, em sua frente, os braços cruzados, os lábios inchados, havia acabado de acordar, claramente.
── O que faz aqui uma hora dessa?
Não obteve resposta, a mais velha estava ocupada, analisando o quadro inacabado. Minutos se passaram, até que um sorriso genuíno adornou os lábios avermelhados.
── Você é bom nisso. Pinta bem, muito bem.
E, por algum motivo, o asiático sentiu um duplo sentido naquela frase. Pigarreou, se sentindo envergonhado, levantando-se. Às bochechas vermelhas, assim como a ponta de suas orelhas, denunciava a sua situação. A mulher sorriu, se deliciando com aquela situação. Então, ela o deixava nervoso?
── É melhor voltar para o lado de Minjun. Ele pode acordar, e sentir a sua falta.
A mulher riu, o que chamou a atenção do mais novo. O qual estava fazendo de tudo para fugir da mesma, e nem mesmo conseguia esconder.
── Está tentando me expulsar de qualquer jeito, hein? Pois bem, não se preocupe. Minjun tem um sono pesado, provavelmente, só acordará amanhã.
Passou a caminhar em direção ao Jung. Lentamente, traiçoeira, como uma maldita raposa.
── E, acho que é tempo o suficiente...
── 'Pra quê?
O sorriso alargou. Estava chegando onde queria.
── 'Pra que faça o que eu quero. Eu quero que você me pinte, Jaehyun. Você escolhe qual pincel usar.
E, quando a mais velha desfez o nó do robe que usava, deixando sua nudez visível, o mais novo percebeu, ela queria ser pintada, mas, não citou a tinta que era pra ser usada. A ocidental queria ser pintada, sim, mas, pela porra de Jaehyun. O qual nem pensou duas vezes, aproximou-se, mandando toda aquela culpa que o perseguia para a casa do caralho, enlaçando a cintura fina com seu braço, atacando os lábios de sua tentação. Um beijo molhado, bagunçado, sujo, assim como eles dois. Naquele momento, não existia Minjun, o respeito que deveriam ter pelo mesmo, tampouco consciência. Apenas o desejo insano que queimava em suas veias. Ansiosa, a mulher se ocupava em retirar às peças que cobriam o corpo do Jung, com certa pressa. E, quando o viu nu, salivou. O abdômen trincado, o pau grande, a glande expelindo o pré gozo, aquela imagem era tentadora demais, estava prestes a ficar de joelho, e satisfazer a sua vontade de chupá-lo, quando, sentiu a mão enlaçando o seu pescoço. Apertando, a ponto de fazê-la levar a própria mão, deixando-a em cima da mão com veias notáveis, mas, não para tirá-la de seu pescoço, e sim, para pressionar um pouco mais.
── Não, não vai me chupar. Mesmo que eu deseje muito socar nessa sua boquinha de puta, não vai. Vem me provocando desde que me viu, com olhares, expondo esse corpo gostoso pra mim, sussurrando obscenidades em meu ouvido, e pior, na frente do meu primo, pois sabia que eu não faria nada por respeito à ele. E, aqui estamos...
Aumentou um pouco mais o aperto, vendo-a revirar os olhos, sorriu, ainda mais, malicioso, como o próprio demônio. Ela era do jeitinho que havia imaginado. Toda aquela pose de durona, escondia uma putinha que adorava obedecer.
── Você é como o diabo, não é? Me atentou tanto, mas tanto, até que conseguiu.
Desceu o olhar pelo corpo delicioso em sua frente. Levando o dedo em direção a buceta encharcada, a qual clamava por atenção. Tocando, roçando, mas, não entrou. Viu a mesma remexer o quadril, mas, não deu o que ela desejava, alívio.
── Eu não vou meter em você. ─ A mais velha arregalou os olhos. ── Não, agora não. Mas, eu vou dar o que me pediu, afinal, eu sou um bom pintor. Pode deixar, eu vou fazer questão de te sujar todinha com uma tinta especial. Ela estava guardada pra uma ocasião especial.
A ocidental assistiu quando o mais novo levou a mão ao falo endurecido, passando o polegar na cabecinha rosada, pressionando, e jogando a cabeça pra trás. Passou a se tocar com demasiada força. Até que ofegou, o corpo tremeu, mordeu fortemente o lábio inferior, e veio forte, mirando em pontos específicos, liberando toda a sua porra no corpo bronzeado. A mulher gemeu, esfregando uma perna na outra, mirando o pau do mesmo, a boca aguando para tomar todo o leite liberado por ele. Espirrou nos seios, descendo para a virilha. Jaehyun estava ofegante, mas, orgulhoso do seu trabalho. Aquela imagem ficaria guardada em sua mente por muito tempo, mas, claro, nada se comparava ao que pretendia fazer. Foder a namorada de seu primo, comê-la de quatro. Ali mesmo, em seu ateliê. Retirou a mão do pescoço da mais velha, vendo-a, respirar fundo.
── É a minha maior obra de arte, com toda a certeza, mas...
Passou a se aproximar da mesma que tinha a respiração ofegante, e às pernas trêmulas.
── Ainda não estou satisfeito. Digamos que, você não está suja o suficiente. ─ O sorriso alargou ao escutar o baixo gemido por parte da mais velho. Então toda aquela pose era apenas charme? Era uma putinha que adorava ser usada? Minjun era um cara de sorte, ou não. ── Que meu primo me perdoe, mas, ainda tenho muita porra guardada aqui, especialmente pra você, seria uma pena desperdiça-la. Então, bebê. Fica de quatro pra mim, vou te deixar larguinha.