💃🏻 LUD 46 🧎🏻‍♂️

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Último capítulo amores, gracias por me acompanharem em mais uma aventura. Nos vemos em breve com muito mais.
❤️🥰

Heriberto: Volto logo meu amor - beijei as duas e saí.

Entrei no carro e fui até o necrotério reconhecer o corpo do meu irmão. Apesar de tudo, Osvaldo era meu irmão, era o meu amigo. Não sei explicar a dor que senti ao vê-lo daquela forma, em uma gaveta do necrotério, sem vida. Tudo havia acabado e agora vinha a pior parte, dar a notícia a minha mãe, que acabará de sair em lua de mel com seu marido. Respirei fundo me acalmando mais, peguei meu celular e liguei para minha mãe, ensaiando mentalmente as palavras. Ouvi sua voz e senti os meus olhos arderem.

Heriberto: Mãe....

Estávamos deitados na cama bem juntinho, após um lindo e romântico momento de amor entre eu e meu amor. Vi meu celular tocando e atendi com o coração aos pulos. Me sentei na cama e falei.

Letícia: Meu filho... está tudo bem?

Heriberto: Mãe... desculpa te incomodar... mas... preciso que saiba de uma coisa...- falei com o coração na mão.

Letícia: Aconteceu alguma coisa? Fala de uma vez... o que está acontecendo? É com a Victoria? As meninas? Fala meu filho - pedi nervosa.

Heriberto: Calma mãe... aconteceu sim... mais ou menos... envolve a Vicky e a Giulia... mãe... a Vicky foi sequestrada... o... o Osvaldo a levou... mas Giulia descobriu o lugar e foi atrás, sozinha... chegando lá... ela...- fechei meus olhos os apertando.

Letícia: O quê? Me fala... tudo Heriberto... o que ele fez? Como elas estão? - levantei da cama de uma vez.

Heriberto: Ele não conseguiu fazer nada... a Giulia não deixou... mãe... a Gi ela... ela atirou no Osvaldo... e... e ele não resistiu ao ferimento.

Letícia: Quê? - sentei na cama de vez - é mentira... mentira Heriberto...- senti as lágrimas saírem de meus olhos.

Oscar: O que foi meu amor? - me aproximei naquele instante a segurando por trás.

Heriberto: Eu queria muito dizer que é mentira mamãe... mas não é... o Osvaldo ia atirar na Vick... só que a Gi chegou e para salvar a mãe atirou nele... o socorro não chegou a tempo.

Deixei o celular cair na cama e soltei um grito de dor e desespero. Não podia ser, meu filho não. Não podia estar morto.

Ouvi aquele grito da minha mãe e já não pude conter minhas lágrimas, sabia que ela estava cheia de dor. Apesar de tudo ele era o seu filho... era seu sangue... sua carne... ao ouvi-la, imaginei ela daquela forma, sabia o quanto nos amava e sofria por ter que enterrar um filho.

Lhe abracei apertado e fechei os meus olhos sentindo a sua dor. Havia escutado um pouco da conversa quando me aproximei e não pude crer.

Letícia: Meu filho... meu filhinho...- me agarrei a Oscar chorando desesperada.

Oscar: Meu amor...- acariciei ela lhe apertando entre meus braços - não pode ficar assim minha vida... eu sei que está doendo meu amor... eu sei...

Letícia: Eu quero voltar... agora Oscar... quero ver meu filho... que... quero vê-lo - deitei a cabeça em seu peito - meu menino... o que eu vou fazer? O quê? Fui tão má mãe... agora meu... meu filho está morto... morto - solucei chorando.

Oscar: Claro meu amor... vamos voltar... mas precisoase acalmar, pelo menos um pouquinho...- acariciei seus cabelos com cuidado e os beijei - não diz isso meu amor... nada disso é culpa sua... não foi uma mãe má... não pense isso...- lhe ajeitei em meus braços e apertei um pouco.

Llegaste Un Día - Victoria y Heriberto (Concluido)Onde histórias criam vida. Descubra agora