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Capítulo setenta e seis Na areia
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MELISSA Beijo-o com intensidade, segurando seu rosto entre minhas mãos. O sabor doce impregnado em nossas bocas aumentava o desejo que tinha em beija-lo.
— Continua vendo o filme. Está chegando na melhor parte! — comento, separando meus lábios dos seus.
— Estraga prazeres — ouço ele resmungar e chuto sua perna por baixo do lençol — Aí porra, parei caralho — ele xinga, voltando a comer e a se concentrar no filme.
⚔
O filme terminou e, para minha surpresa, ele gostou do final. Depois que o filme acabou, cochilamos e só acordamos às 12h39. A primeira coisa que fiz foi chamá-lo para comer.
— Vamos comer? Estou com fome — digo, enquanto ele me olha com o rosto ainda amassado e inchado de sono.
— Você tem um buraco negro no lugar do estômago que leva a Nárnia? — ele pergunta com uma expressão impassível, e eu jogo uma almofada nele.
— Não, mas estou com fome, então vamos logo — digo, levantando da cama e indo em direção ao banheiro. Faço xixi, jogo uma água no rosto para espantar o sono, e quando saio, ele está sentado na cama, olhando para o chão com uma expressão pensativa.
— Pensando na morte da bezerra? — brinco, e ele se assusta, levantando-se rapidamente e indo em direção ao banheiro.
— Só pensando na vida — ele responde de dentro do banheiro, enquanto eu pego o celular para ver as mensagens. Vejo algumas da Enid, perguntando que horas vamos voltar, e outras de trabalho.
— Vamos? — ele chama, saindo do banheiro.
— Vamos — respondo, e saímos do quarto. Quando saímos da casa, ele tranca a porta, e começamos a caminhar pela areia, próximos ao mar. Caminhamos por uns 25 minutos até chegarmos ao restaurante que queríamos, o mais próximo do chalé, para não termos que caminhar muito.