Oiê, como cês tão?
Perdoai os erros de português, eu ainda me considero uma analfabeta kkkkkkk
Boa leitura, e prestem atenção...
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Ariel
---- Não precisa vir comigo, vou estar segura. — falei pro Leandros, que estava nesse momento me segurando pela cintura, seus olhos estavam no helicóptero lá na frente.
Ele queria ir comigo pra delegacia por toda lei, mas eu não queria ele lá pra piorar as coisas. Conhecia ele como a palma da minha mão e sabia que se o pior acontecesse, ele iria virar um leão.
O helicóptero estava me esperando, além do piloto, mais duas pessoas estavam lá só pra minha segurança. A gente tava em uma pista de avião, que ficava na propriedade dele.
---- Leandros?... — eu chamei ele e dei um beijo na tua boca, ficando na ponta dos pés. — Não precisa ficar preocupado, tá bom? Qualquer coisa eu ligo pra você. E fica de olho na Emily!
E então eu corri na direção do helicóptero, que já estava com as hélices a todo vapor. Me abaixei quando cheguei perto e entrei lá dentro, a porta foi fechada e eu me encolhi no banco, já sentindo a falta dele.
Coloquei os fones de comunicação e dei uma tchau com as mãos pro Leandros, sorrindo pra mostrar conforto. O helicóptero saiu do chão e começou a voar, a caminho da minha superintendência.
—— Boa tarde, Sra.Andreas. Sou o teu piloto de hoje, me chamo Ícaro e estou a tua disposição. Vamos chegar em Campo Grande por volta de 40 minutos. Aprecie a vista. —— escutei a voz do motorista no meu fone e ele me deu um joinha com o dedo.
Dei um sorriso e respondi.
—— Obrigada, me lembro do senhor, que bom que ainda trabalha pro meu marido.
— É um prazer. — ele respondeu.
A viajem foi tranquila e enquanto passava por cima da propriedade dele, percebi os rastros de queimadas, principalmente nas fronteiras. Ou seja, não foi um foguinho causado por causas naturais, aquilo tinha dedo humano.
Não queria admitir, mas estava nervosa pro meu encontro com o delegado chefe e o diretor geral. Mas, estava tão convencida de que ele me daria a razão que nem pensei nos contras com a atenção que precisava.
Depois de permissão, o helicóptero pousou no topo do prédio. Já tinha dois agentes federais pra me levar até o delegado geral e essa foi a primeira vez que eu me senti subjugada pelo meus próprios colegas.
Passei direito pela minha sala, sem nem entrar, indo direto pra sala no final do corredor. Uma sala onde eu sabia que estaria o velho delegado chefe, um senhor que comandava a superintendência com mãos de aço.
Eu respirei fundo, controlando minhas emoções, mantendo a calma. Estava tudo sobe controle. Tudo sobre controle, o máximo que iria me acontecer era levar uma advertência. Ou quem sabe um afastamento...
Só que quando eu abri a porta, esperava me deparar com meu chato delegado chefe. E acabei encontrando ele, mas o homem que estava parado ao lado dele, fez meu sangue ferver dentro das veias.
E lá estava eu, de cara com o Castiel outra vez.
---- Sente-se. — o delegado, um homem velho e rabugento, falou, indicando a cadeira.
Eu permaneci no lugar, encarando os olhos traiçoeiros do Castiel. Olhava pra ele e pro velho, buscando algum contato íntimo entre eles. Fiquei vermelha de raiva ao perceber que eu estava muito, mais muito, fodida.
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Duas Semanas De Puro Prazer
RomanceATENÇÃO, CONTEÚDO NÃO INDICADO PRA MENORES DE 18 ANOS! Uma carioca da gema escolheu Campo Grande, capital de Mato Grosso Do Sul, para se refugiar de um trauma. Sem nem mesmo suportar ter a lembrança do mar, ela se vê mergulhando nos olhos azuis de...