Capítulo 11 - Escravize-me

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Elisabeth

Eu não podia acreditar que finalmente, Demétrius Burton estava cedendo aos meus encantos.

-"Você!"

Ele disse, segurando meu braço e impedindo que eu fugisse de seu carro.

- Eu...quero você. - Repetiu sem desviar o olhar do meu.
- Muito bem, senhor Burton. Se quiser foder minha boceta e algo mais...me encontre no clube, essa noite.

Ele engoliu a seco ainda olhando-me.

- Está bem, eu irei. - Respondeu nervoso.

Nesse momento, o poder tomou conta de minha alma, assim como desejei

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Nesse momento, o poder tomou conta de minha alma, assim como desejei. Poder sobre Demétrius Burton.
Passei levemente os dedos em sua barba e sorri.

- Até mais, doutor! - Sussurrei em seus lábios, segurando seu queixo.

Girei meu corpo rapidamente e saí do carro correndo de volta para o elevador, deixando-o naquela situação "complicada" eu diria. Não pude deixar de sorrir ao lembrar de seu rosto, suplicando por um êxtase que não aconteceu.

O dia passou lentamente, pois minha ansiedade estava à mil. Meus pensamentos estavam no pau do meu terapeuta, e no sabor de sua boca. À noite, vesti a melhor fantasia de couro e parti rumo ao clube.
Geralmente, chegava muito à vontade e já escolhia meu submisso, isso quando Anthony já não estava me aguardando no calabouço. E podia afirmar que ultimamente, Anthony estava sempre me aguardando.

- Beth, seu homem lhe espera no mesmo local. - disse a bartender, piscando.

Dessa vez meu sorriso não era de euforia e sim, de desanimo. Olhei para todos os lados e não o vi. Uma pontada de descontentamento se alastrou pelo meu coração, mas mesmo assim segui rumo ao meu sub, que me aguardava obedientemente.
Eu andava entre os sócios distraidamente quando senti a mão de alguém agarrar-me o braço.

- Elisabeth!

Virei-me depressa e o vi, lindo, usando um terno escuro, e sua máscara de seda preta que para mim, não escondia seus lindos olhos brilhantes.

- Então, você veio... - Estreitei os olhos.

Ele acenou levemente e soltou meu braço. Levei minha mão até a dele e o senti gelado e trêmulo. Confesso que achei fofo.

- Não se preocupe, irei tratá-lo muito bem. - sussurrei em seu ouvido.

Vi seu pomo de Adão subir e descer, pesadamente. Ele estava engolindo a seco.
Sorri, olhando-o de canto e segui entre a multidão, guiando-o para um local, eu diria...menos assustador. Talvez ele ainda não estivesse preparado para o calabouço.
Quando chegamos a um corredor de luzes neon, Demétrius hesita, parando-me no caminho.

Seduzindo Meu TerapeutaOnde histórias criam vida. Descubra agora