O encaixe do seu corpo no meu
Parece coisa de outro mundo
Eu me perco e por ali fico
Só sei ir fundo
Seus lábios colaram nos meus feito mel, me deixando por segundos desnorteado. Eu desejava tanto aquilo que custei acreditar que era real. Não demorei a recobrar a pouca consciência que me pertencia, tomando-a para mim em um ósculo afoito, intenso, guloso. Segurei nas suas curvas, puxando-a para cima, para mim. Suas pernas agarraram a minha cintura num encaixe perfeito. Agarrei sua bunda, sem pensar muito. Ela gemeu sôfrega entre os meus lábios e eu suspirei com os olhos ainda fechados, viajando no seu poder sobre mim.
Seu corpo era uma floresta repleta de segredos e maravilhas. Eu ia conhecer cada um.
Esfreguei minha pélvis na sua, evidenciando para si o meu membro ereto, duro por ela. Seus seios a mostra estavam com os biquinhos eriçados, despontando na minha direção. Andei consigo em meus braços para perto de um galho baixo e resistente que havia ali, onde eu depositei cuidadosamente seu corpo, ainda mantendo-a em meus braços. Eu não tinha a menor pretensão de acelerar o que íamos fazer, mas confesso que temia que alguém aparecesse a nossa procura e findasse aquilo que tanto ansiamos fazer.
Desci minha boca para o seu pescoço, vendo-a jogar os cabelos escorridos para trás, completamente entregue a mim, porra. Meu pau deu uma fisgada intensa na calça e eu jurei ser capaz de gozar só por vê-la assim, de tal maneira, que nem sequer meu juízo eu continha mais. Do seu pescoço fui para os seus seios, banhando-os de saliva. Capturei um dos seus mamilos e rodeei minha língua por ele todo, vendo seu corpo reagir e tremelicar nos meus braços. Suguei-o, mamando como uma criança necessitada, ah, mas eu realmente estava necessitado, tanto que eu não conseguia me segurar. Meu membro vibrava agitado. Ela gemeu contida e levou uma de suas mãos para os meus fios, me mantendo ali, dando-lhe prazer. Sorri, cheio de tesão e levei minha palma até o meio de suas pernas quentes. Toquei-a superficialmente, rolando os olhos aos senti-la toda molhadinha pra mim, a ponto de melecar meus dedos com um simples toque. Deixei uma mordida fraca no seu biquinho rijo, para em seguida partir para o outro. Meus dedos na sua buceta direcionaram-se quase que de imediato para o seu clitóris sensível. Porra, queria ela gemendo, rolando os olhos, se contorcendo. Capturei com riqueza de detalhes sua expressão deleitosa quando comecei a rodeá-los na área. Soltei um gemido fraco, tentando me controlar, mas eu confesso, a missão estava fadada a miséria. Olhei em seus olhos perigosos e voltei minha boca para a sua com força, grudando mais seu corpo ao meu, aberto como estava. Ela arfou deleitosa. Meus dedos no seu pontinho de prazer trabalhavam com fúria, eu queria vê-la gozar, me molhar com seu melzinho. A minha índia estava bamba em meus braços, sem muito equilíbrio, mas aquilo sequer era um ponto ruim. Aquilo era magnífico, surreal.
Ela, enfim, se entregou a mim. Eu estava pronto para desbravar cada curva sua.
- Oh... - Deixei escapar fraco um gemido, perdido nas reações do seu corpo. Cada arrepio era tão precioso.
Ela rebolou, instigando-me. Eu achei que seria capaz de gozar somente com aquela visão, mas me contive. Eu sorri, passando minha língua por sua bochecha por saber que aquilo não era um sonho e que os trajes indígenas me facilitariam muito as coisas. A pequena saia já não escondia nada mais, meu sexo estava visível entre a palha.
- Ah.... porra. - suspirei no momento em que sua mão envolveu meu caralho, por baixo da tanga. Respirei fundo, sentindo o seu toque preciso na cabeça do meu pau. - Se você quiser parar, tire a mão daí, por que eu não vou me controlar se não fizer.... caralho... eu não vou. - eu precisava avisar, precisava dizer porque meu corpo estava tomado por chamas e não era uma pequena rajada de água que daria fim nele. Eu a encarei firme nos olhos, sério. Esperei ansioso pela sua resposta, mas a despeito de qualquer palavra, ela simplesmente me puxou para um beijo sedento, como se nossas bocas não soubessem o sabor uma da outra e passou a descer e subir sua mão no meu caralho. Eu literalmente rolei os olhos de prazer e a agarrei, esfregando meus dígitos na sua buceta, sem ritmo certo.
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Sangue Tupi (Kim Taehyung)
FanfictionEu gostava de viajar, conhecer, desbravar cada canto do mundo. E foi assim que eu a conheci. Selvagem, era o que a definia bem, uma mulher que me deixou perdido na sua imensidão, por que ela era a energia e a força da Amazônia. Eu sabia que eu ia me...