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Estávamos no ponto de ônibus esperando o mesmo. Bill e Tom estavam se perturbando, abracei meu próprio corpo, sentindo frio. Assim que avistei o ônibus, chamei os meninos e demos sinal para o automóvel parar. Entramos e conseguimos achar três lugares lá trás.

— Está bem frio hoje. — Bill falou segurando uma de minhas mãos que estavam em cima da mochila, que estava sobre minha coxa. —

Eu estava novamente sentada no meio dos dois garotos. Tom cochilava, e Bill tentava me aquecer, sorrio e começamos a conversar, senti algo cair em meu ombro e vi ser a cabeça de Tom.

Não acordei o garoto, até porque ele parecia estar em um bom sono e eu simplesmente acho horrível quando acordam alguém quando estar dormindo perfeitamente.

— Mavi, o preguiçoso do meu irmão já está empulerando em você? Que folgado! — Ele sorriu e encostou a cabeça no meu outro ombro.

Sorrio e fecho os olhos, encostando minha cabeça na de Bill, percebi que o garoto havia pegado no sono também.

Passou alguns minutos e senti Tom se mecher, ele havia acordado. Ele me olhou e logo se sentou corretamente. Observei ele por alguns segundos e logo desviei o olhar dele.

— Bill, já estamos quase chegando no ponto de casa. — Ele cutucou o irmão, que resmungou e levantou a cabeça de meu ombro, olhando para o irmão. —

— Anna, você sempre terá que descer neste ponto, entendeu? — Concordei e logo o ônibus parou, descemos do mesmo e casa um foi em direção da sua casa. —

Bill Kaulitz.

Entramos em casa, Tom jogou sua mochila em cima do sofá e se jogou no mesmo.

— Biil, Biil, Biil, Bill, Bill. — Tom começou a me chamar, a cada vez que ele falava o meu nome, ele dava uma pausa. —

— Vai se foder, garoto. — Joguei minha mochila em cima dele e retirei o casaco de meu corpo. — 'Tô morrendo de sono, a cochilada no ônibus não foi o suficiente.

Conversamos por mais alguns minutos e cada um foi para o seu quarto.

Anna Victoria.

Assim que cheguei da escola, fui direto para o banho, me banhei e vesti um pijama. Um short curto rosa de cetim e a blusa do conjunto, um topzinho de alças fina, da mesma cor do short.

Me joguei na cama e respondi alguns SMS em meu telefone. Comecei a trocar SMS com Bill.

" Tom está tocando guitarra a essa hora da noite, minha cabeça está explodindo "

" Eu sei, meu quarto é bem ao lado do dele, estou escutando "

O

lhei pela janela do meu quarto, que era ao lado da de Tom. Só dava para ver a sombra dele através da cortina, ele tocava igual um louco, parecia saber fazer aquilo.

" Oque eu fiz para merecer isso, por que esse adotado nasceu comigo? "

Rio da mensagem do rapaz e lhe desejo boa noite, estudar de manhã é um cu. Dormir tarde acordar cedo, meu cronograma é, ou era assim.

— Oi meu amor, vim lhe desejar boa noite. — Minha mãe entrou em meu quarto, já que a porta estava aberta. —

— Oi mamãe, eu já estava indo dormir. — Me sentei na cama, ela se sentou na ponta e sorriu, logo olhando para a janela. —

Acompanhei seu olhar e vi que Tom ainda tocava, o barulho estava bem mais baixo agora.

— Daqui a pouco ele para de tocar, não se preocupe. — Ela me deu um beijo na testa. —

— Não está incomodando. Eu durmo com ou sem barulho. — Ela riu e se levantou caminhando até a porta.

— Boa noite, querida. — Ela disse antes de passar pela porta e fechar a mesma.

Fui até minha janela, assim que iria fechar observei Tom em sua varanda. Ele continha um cigarro entre seus dedos, e seus cotovelos apoiados nas grades em volta de sua varanda.

Não irei negar, aquilo foi extremamente sexy. Reparei que o garoto me olhava com um sorriso de lado. Lhe mandei um tchauzinho sem graça e logo fechei minha janela.

Me deitei em minha cama e logo adormeci.

Nunca irei esquecer o vídeo do Tom perturbando o Bill KKKKKKKK

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Nunca irei esquecer o vídeo do Tom perturbando o Bill KKKKKKKK

In the hands of a guitarist | 𝐓𝐎𝐌 𝐊𝐀𝐔𝐓𝐈𝐋𝐓𝐙Onde histórias criam vida. Descubra agora