𝐎𝐍𝐃𝐄 Anna Victoria, uma adolescente que estava estudando e aproveitando o máximo de sua adolescência no Brasil, teve uma reviravolta em sua vida, por culpa de seu pai, fazendo a garota ter que ir morar com a mãe na Alemanha.
O'que ela não sabia...
Estávamos no ponto de ônibus esperando o mesmo. Bill e Tom estavam se perturbando, abracei meu próprio corpo, sentindo frio. Assim que avistei o ônibus, chamei os meninos e demos sinal para o automóvel parar. Entramos e conseguimos achar três lugares lá trás.
— Está bem frio hoje. — Bill falou segurando uma de minhas mãos que estavam em cima da mochila, que estava sobre minha coxa. —
Eu estava novamente sentada no meio dos dois garotos. Tom cochilava, e Bill tentava me aquecer, sorrio e começamos a conversar, senti algo cair em meu ombro e vi ser a cabeça de Tom.
Não acordei o garoto, até porque ele parecia estar em um bom sono e eu simplesmente acho horrível quando acordam alguém quando estar dormindo perfeitamente.
— Mavi, o preguiçoso do meu irmão já está empulerando em você? Que folgado! — Ele sorriu e encostou a cabeça no meu outro ombro.
Sorrio e fecho os olhos, encostando minha cabeça na de Bill, percebi que o garoto havia pegado no sono também.
Passou alguns minutos e senti Tom se mecher, ele havia acordado. Ele me olhou e logo se sentou corretamente. Observei ele por alguns segundos e logo desviei o olhar dele.
— Bill, já estamos quase chegando no ponto de casa. — Ele cutucou o irmão, que resmungou e levantou a cabeça de meu ombro, olhando para o irmão. —
— Anna, você sempre terá que descer neste ponto, entendeu? — Concordei e logo o ônibus parou, descemos do mesmo e casa um foi em direção da sua casa. —
Bill Kaulitz.
Entramos em casa, Tom jogou sua mochila em cima do sofá e se jogou no mesmo.
— Biil, Biil, Biil, Bill, Bill. — Tom começou a me chamar, a cada vez que ele falava o meu nome, ele dava uma pausa. —
— Vai se foder, garoto. — Joguei minha mochila em cima dele e retirei o casaco de meu corpo. — 'Tô morrendo de sono, a cochilada no ônibus não foi o suficiente.
Conversamos por mais alguns minutos e cada um foi para o seu quarto.
Anna Victoria.
Assim que cheguei da escola, fui direto para o banho, me banhei e vesti um pijama. Um short curto rosa de cetim e a blusa do conjunto, um topzinho de alças fina, da mesma cor do short.
Me joguei na cama e respondi alguns SMS em meu telefone. Comecei a trocar SMS com Bill.
" Tom está tocando guitarra a essa hora da noite, minha cabeça está explodindo "
" Eu sei, meu quarto é bem ao lado do dele, estou escutando "
O
lhei pela janela do meu quarto, que era ao lado da de Tom. Só dava para ver a sombra dele através da cortina, ele tocava igual um louco, parecia saber fazer aquilo.
" Oque eu fiz para merecer isso, por que esse adotado nasceu comigo? "
Rio da mensagem do rapaz e lhe desejo boa noite, estudar de manhã é um cu. Dormir tarde acordar cedo, meu cronograma é, ou era assim.
— Oi meu amor, vim lhe desejar boa noite. — Minha mãe entrou em meu quarto, já que a porta estava aberta. —
— Oi mamãe, eu já estava indo dormir. — Me sentei na cama, ela se sentou na ponta e sorriu, logo olhando para a janela. —
Acompanhei seu olhar e vi que Tom ainda tocava, o barulho estava bem mais baixo agora.
— Daqui a pouco ele para de tocar, não se preocupe. — Ela me deu um beijo na testa. —
— Não está incomodando. Eu durmo com ou sem barulho. — Ela riu e se levantou caminhando até a porta.
— Boa noite, querida. — Ela disse antes de passar pela porta e fechar a mesma.
Fui até minha janela, assim que iria fechar observei Tom em sua varanda. Ele continha um cigarro entre seus dedos, e seus cotovelos apoiados nas grades em volta de sua varanda.
Não irei negar, aquilo foi extremamente sexy. Reparei que o garoto me olhava com um sorriso de lado. Lhe mandei um tchauzinho sem graça e logo fechei minha janela.
Me deitei em minha cama e logo adormeci.
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Nunca irei esquecer o vídeo do Tom perturbando o Bill KKKKKKKK