Você é a melhor, sabia?

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POV: Giovanna


Entramos no meu quarto com a boca grudada em desespero. O beijo terno de minutos atrás? Havia sumido e tinha dado lugar a algo puramente pornografico e excitante.
Alexandre beijava como um Deus e como o diabo ao mesmo tempo. Não sabia se estava no céu ou no inferno. Isso era enlouquecedor.

Ele pressionou meu corpo contra a porta, os lábios dele encontraram meu pescoço novamente. Com dedos hábeis, ele
puxa minha blusinha para cima e a tirou pela minha cabeça.
Alexandre envolve meus seios com as mãos, e sinto um prazer inflamar dentro de mim. Ele passa os polegares sobre os mamilos, e gemi baixinho.
Ele abaixou a cabeça, e o ar me faltou ao sentir sua língua sobre o meu mamilo direito. Depois da tortura daquela atenção superficial, a lambida firme e determinada é como um choque elétrico pelo meu corpo. Envolveu o mamilo rígido com os lábios e suga com a boca quente, molhada.

"Ai meu deus." Solto um suspiro.

"Você gosta?" Provoca e sua respiração faz cócegas em meus seios à medida que ele beija um caminho até o outro mamilo.

"Aham.", e ele sabe disso.

"Tá ficando molhada?"

Murmuro algo ininteligível, porque ele está lambendo círculos provocantes ao redor do mamilo, e não lembro mais como formar palavras com a boca.

"O quê?", provoca ele.

Solto mais disparates. "Mmrrmblerg."

Nero ri.

"Tá bom. Acho que vou ter que descobrir sozinho."

Sinto quando ele desce a mão para fenda da minha saia, subindo até a minha calcinha, com os dedos começa acariciar ali e depois arrasta a peça pro lado sentido minha boceta encharcada. A onda de prazer invade meu corpo e eu me seguro nele. Sou pega de surpresa quando ele enfia um dedo dentro de mim. Se inclina e beija meu pescoço. Tenho certeza de que é capaz de sentir minha pulsação ali. Sinto seu dedo entrando e saindo. Ele não vai muito fundo. Em vez disso, o curva e esfrega o ponto certo.

"Você está tão molhada", murmura.

"Ai meu deus", gemi, porque aparentemente é o só que sei fazer.

Alexandre parece satisfeito com os efeitos que me causa.

"Cacete. Se eu não te chupar agora, vou ficar maluco."

Sim, pelo amor de Deus! Quase implorei.

Ele tirou os dedos de mim e se afastou, o que me fez ficar revoltada.

"Porque você parou?", perguntei ofegante.

"Calma, amor." Passou as mãos no laço da minha saia envelope e a abriu tirando-a, me deixando só de calcinha.

Achei que fosse me empurrar para cima da cama. Mas ele me surpreende me apoiando contra a porta e fica de joelhos abrindo minhas pernas, tremo só de vê-lo olhando para mim, a luxúria escurecendo seu olhar. Ele lambe os lábios, e quase gozo ali mesmo.

"Linda", ele diz e começa a tirar minha calcinha.

Quando sua boca se aproxima de meu corpo, prendo a respiração. Ele arrasta a ponta da língua sobre o meu clitóris, e agora uso minha mão para tampar minha boca, porque acho que sou capaz de acordar a casa toda.

Alexandre vai beijando e lambendo para cima e para baixo em minha boceta. Faz isso como se fosse a porra de um Deus do sexo oral. Meus quadris se movem involuntariamente para a frente, buscando por mais. Um dedo hábil desliza para dentro de mim. Meu gemido é tão alto que chega a ser embaraçoso. Seu riso abafado vibra contra o meu clitóris, o que deixa ainda melhor. Minhas pernas começam a tremer e não sei como aguento continuar em pé.

You belong with meOnde histórias criam vida. Descubra agora