18. Mar

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Oioi, nem deu tempo de sentir falta, né?

 Espero que gostem e desculpem qualquer erro.

Deixem o voto e comentem muitoooo.

(aviso: Tenham cuidado com o que vocês comentam, qualquer tipo de comentário ofensivo direcionado a qualquer um, inclusive a mim, será apagado e a pessoa bloqueada. Vamos ter senso, ok?)

Boa leitura!

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Eu sei, tudo pode acontecer
Eu sei, nosso amor não vai morrer
Vou pedir aos céus, você aqui comigo
Vou jogar, no mar, flores pra te encontrar

Eu sei — Papas da língua.

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#delegadokim

17 de Setembro de 2022.

Os olhos negros e grandes passavam pela tela do computador com extrema atenção. Enquanto lia os documentos que haviam chegado pela manhã, Jungkook procurava por nomes de pessoas influentes e importantes no meio de todos os outros.

Com todo o empenho de Taehyung naquele mês, o caso parecia estar prestes a ser solucionado, afinal, depois que assassinaram o homem que passou as informações para Namjoon que também foi morto, ficou bem mais fácil descobrir de onde veio a ordem.

Taehyung, mais que ninguém, estava basicamente morando naquela delegacia e trabalhando dia e noite para resolver o caso e colocar todos os envolvidos na cadeia. Jungkook também estava completamente focado no trabalho e sendo o suporte que o amigo precisava naquele momento.

Porém, diferente de Taehyung, Jungkook não passava todo o seu tempo na delegacia e, naquele momento, ele se preparava para ir embora. Ainda teria que buscar Jimin no curso e só queria chegar em casa e descansar com o namorado.

Entretanto, antes que pudesse fechar a aba dos documentos que lia, Jungkook avistou dois sobrenomes conhecidos.

Park e Benute.

Jungkook clicou sobre os dois sobrenomes e tudo relacionado a eles apareceu.

Kiara Park era dona do Hospital Park, um dos hospitais particulares e mais caros do Rio de Janeiro. Ao que parecia, a mulher havia se envolvido naquele esquema de lavagem de dinheiro desde o início. Estava aceitando verbas do governo e medicamentos que deveriam ser enviados para os hospitais públicos do Estado.

Guilherme Benute trabalhava na Magnus Advocacia, entretanto, ele aparecia ali como advogado particular do hospital Park e da mulher, que ele deduziu ser a mãe do seu namorado.

Jungkook não conseguia imaginar que a mãe de Jimin estava envolvida naquele esquema ilegal, não conseguia acreditar que ela tinha como seu advogado particular o homem que agrediu seu próprio filho. Imaginou o quanto Jimin ficaria chateado quando soubesse daquilo e mesmo que fosse um caso sigiloso, ele sabia que precisava contar ao namorado sobre isso.

Ligando alguns pontos, Jungkook chegou a conclusão de quem havia pagado a fiança de Guilherme e como o caso de agressão havia sido arquivado tão rápido. A mãe de Jimin conhecia muitas pessoas, inclusive juízes e outras autoridades e com o dinheiro que ela tinha e levando em conta que o advogado também estava ferido, foi extremamente fácil livrá-lo da cadeia.

A medida protetiva que conseguiram em nada servia para acalmar Jungkook em relação à segurança de Jimin. Ele sabia que aquilo não serviria de nada, sabia que se Guilherme quisesse se aproximar do seu namorado ele conseguiria. E agora, tendo a noção das coisas erradas que o outro estava envolvido e sabendo que ele era acobertado pela mãe de Jimin, Jungkook temeu ainda mais pela a segurança do namorado.

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