Capítulo 11

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Alicia

Acordei com uma empolgação contagiante ao lado de Benjamin. O sol invadia o quarto, e eu sentia que aquele dia seria especial. Ele também estava animado e não parava de sorrir ao meu lado. Tomamos café da manhã juntos, compartilhando risadas e carinhos.

Ao chegarmos à empresa, Benjamin me apresentou como sua noiva, e meu coração se encheu de amor e orgulho. Era tão bom estar ao lado dele e ser reconhecida como parte importante da sua vida.

Benjamin: (com um olhar sério) Essa é Alicia, minha noiva. Nenhum de vocês tem permissão para se aproximar dela de forma inadequada.

As palavras de Benjamin eram firmes e protetoras, e eu me senti amada e segura ao seu lado.

Alicia: (com um sorriso tímido) Benjamin, você não precisa se preocupar. Eu sei me cuidar.

Benjamin: (com carinho) Eu sei, mas não posso evitar me preocupar com você.

Ele me deu um beijo suave nos lábios, e eu senti meu coração disparar. Era incrível como ele conseguia me tirar o fôlego com um simples toque.

Benjamin: (sussurrando) Tenha um ótimo dia, minha linda. Vou resolver alguns assuntos da máfia, mas assim que puder, estarei de volta.

Alicia: (sorrindo) Estarei te esperando.

Enquanto Benjamin partia, eu me sentia confiante e determinada a mostrar o meu valor na empresa. Ele confiava em mim e acreditava no meu potencial, e eu não iria decepcioná-lo.

Ao longo do dia, mergulhei de cabeça no trabalho. Benjamin havia me passado algumas tarefas importantes, e eu me dediquei a executá-las com empenho e eficiência. Saber que estava contribuindo para o sucesso da empresa dele me deixava realizada.

Quando Benjamin retornou à empresa, eu estava focada no computador, mas ao sentir sua presença, olhei para ele e sorri.

Benjamin: (com admiração) Você é realmente incrível, Alicia.

Alicia: (com gratidão) Obrigada, Benjamin. Estou feliz por estar aqui e ser sua noiva.

Ele se aproximou de mim e me abraçou carinhosamente.

Benjamin: (com ternura) E eu estou feliz por ter você ao meu lado. Não poderia desejar ninguém melhor para compartilhar a minha vida.

Seus olhos brilhavam enquanto ele me olhava, e eu sentia que éramos um só. Era como se, juntos, pudéssemos enfrentar qualquer obstáculo.

Alicia: (com carinho) Eu te amo, Benjamin.

Benjamin: (com um sorriso) Eu também te amo, minha amada.

E ali, em meio ao ambiente de trabalho, nosso amor se fortalecia. 

[...]

Já havia se passado um mês desde que comecei a trabalhar na empresa de Benjamin. Durante esse tempo, me dediquei ao máximo ao meu trabalho, buscando sempre fazer o melhor que podia. Eu me dava bem com todos na empresa, exceto por uma pessoa: Luiza, uma das secretárias de Benjamin.

Desde o primeiro dia, Luiza tinha uma atitude fria e hostil em relação a mim. Ela trabalhava na empresa há algum tempo e era amiga da ex-namorada de Benjamin, Caroline. Luiza chegou até mesmo a insinuar que eu era uma golpista que estava roubando o lugar de Caroline. Aquelas palavras me magoaram, mas eu sabia que não era verdade.

Alicia: (para si mesma) Não posso dar ouvidos a fofocas e maldades. Preciso me manter focada no meu trabalho e na minha relação com Benjamin.

Decidi ignorar os comentários maldosos de Luiza e continuar fazendo meu trabalho com dedicação. Não queria criar confusão ou problemas desnecessários. Além disso, sabia que Benjamin confiava em mim, e isso era o que realmente importava.

Apesar das dificuldades com Luiza, eu estava determinada a superar qualquer obstáculo que surgisse no meu caminho. Meu relacionamento com Benjamin só se fortalecia a cada dia, e eu sabia que ele estava ao meu lado, me apoiando.

 Com o tempo, eu esperava que Luiza também pudesse perceber que eu não era uma ameaça e que nós duas poderíamos conviver em harmonia na empresa.

Após sair com meus amigos Elisa e Matheus em uma boate, Benjamin demonstrou ciúmes extremo por eu estar usando um vestido vermelho chamativo. A situação ficou ainda mais tensa quando um cara na boate não parava de me olhar de forma insinuante. Benjamin acabou brigando com ele, o que me deixou extremamente preocupada e chateada.

Alicia: (com voz séria) Benjamin, você não pode resolver seus problemas através da violência. Bater em alguém por ciúmes não é justificável.

Benjamin: (com olhar intenso) Ele estava te olhando de um jeito que eu não gostei. Eu só queria proteger o que é meu.

Alicia: (com firmeza) Eu entendo que você se sinta protetor, mas isso não te dá o direito de agredir as pessoas. Nós podemos conversar e resolver as coisas de forma mais pacífica.

A discussão continuou, e eu deixei claro que não aceitava esse tipo de comportamento por parte dele. Ninguém merecia ser machucado por conta de ciúmes. Benjamin, por sua vez, repetia que eu era dele e que não suportaria me dividir com mais ninguém.

Alicia: (com tristeza) Benjamin, eu não sou um objeto que pertence a alguém. Eu tenho sentimentos e opiniões próprias. Não posso aceitar que você tente me controlar dessa forma.

Benjamin: (com teimosia) Você é minha noiva, Alicia. Eu não vou aceitar dividir você com ninguém.

Aquelas palavras me deixaram inquieta. Eu amava Benjamin, mas não podíamos deixar que o ciúme e a possessividade prejudicassem nosso relacionamento.

Decidi dar um "castigo" a Benjamin. Durante uma semana, eu o provoquei usando roupas chamativas, mas sem permitir que ele me tocasse. Queria mostrar que eu tinha meu espaço e que nossa relação precisava ser baseada na confiança e no respeito mútuo.

Alicia: (com determinação) Benjamin, você precisa entender que nosso amor não pode ser construído sobre ciúmes e controle. Eu sou sua, mas também sou minha. Precisamos aprender a confiar um no outro.

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