𝙘𝙖𝙥𝙞́𝙩𝙪𝙡𝙤 𝙣𝙤𝙫𝙚

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NOTAS DA AUTORA: Ok... esses pequenos momentos de flashback, os pequenos momentos de memória entre WinterWidow, estão me matando! Estou me apaixonando... Mas não se preocupe, não vou seguir o caminho do triângulo amoroso. Essa história é Romanogers...

As letras pertencem a Melanie Martinez, Cry Baby.

(Ver o final do capítulo para mais notas.)

  
  

     

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You're all on your own and
You lost all your friends
You told yourself that
It's not you, it's them


O coração de Steve bate forte em seu peito enquanto observa um helicóptero voar adiante. Provavelmente estão procurando por eles, ele raciocina. Eles se refugiaram em um galpão abandonado, esperando que as autoridades suponham que eles irão para mais longe.

─ Ei, Capitão! ─ O loiro se vira ao som da voz de Sam, correndo em sua direção. Ele avista imediatamente Bucky se movendo na sala ao lado. Seus olhos azul-celeste o examinam cuidadosamente.
Bucky geme, lutando para abrir os olhos, usando a mão livre para se apoiar. Ele percebe que seu braço de metal está preso sob algum tipo de máquina. Ele olha ao redor, vasculhando o ambiente em busca de ameaças. Seu olhar recai sobre o homem de cabelos loiros, congelando conforme as memórias surgem.

─ Steve...

─ A qual Bucky eu estou falando agora? ─ Steve pergunta cuidadosamente.

─ O nome da sua mãe era Sarah. ─ Bucky murmura em voz baixa, como se estivesse se lembrando. Ele olha para Steve antes de abaixar o olhar fracamente para o chão, rindo fraco. ─ Você costumava colocar jornais dentro dos seus sapatos.

Steve respira aliviado. ─ Isso não está escrito em nenhum museu.

Sam resmunga, olhando para eles com incredulidade. ─ Só por causa disso podemos baixar a guarda?

─ O que eu fiz? ─ Bucky engole em seco, perguntando entre os dentes cerrados.

─ O suficiente. ─ Afirmou Steve.

─ Oh, Deus, eu sabia que isso aconteceria. ─ O moreno suspira, apertando os olhos. ─ Tudo o que a Hidra colocou em mim ainda está aqui. Ele só precisou dizer as malditas palavras.

Steve franze o cenho. ─ Quem era ele?

─ Eu não sei.

─ Pessoas estão mortas. ─ Interrompe Steve. ─ O atentado, a armadilha... O doutor fez tudo isso só para ter dez minutos com você. ─ Ele exige. ─ Eu preciso que você faça melhor do que 'eu não sei'.

Bucky fica em silêncio, ciente de todos os olhares sobre ele. Ele tenta se lembrar do que aconteceu. O moreno estreita os olhos. ─ Ele queria saber sobre a Sibéria. Onde eu estava mantido. Ele queria saber exatamente onde.

𝙎𝙄𝙇𝙀𝙉𝘾𝙀 ও 𝑠𝑡𝑒𝑣𝑒𝑛𝑎𝑡 || 𝙥𝙤𝙧𝙩𝙪𝙜𝙪𝙚̂𝙨Onde histórias criam vida. Descubra agora