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Capítulo cento e quatorze Ciúmes
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PEDRO Sair com a Bia sempre foi uma das minhas coisas favoritas. Mas ultimamente não temos feito isso com muita frequência.
Tem acontecido tantas coisas que eu e ela nem temos mais tanto tempo assim
Mas ela e Judi estão sempre juntas agora, e isso parece deixa-la feliz
Preciso sair mais com as duas, passar um tempo de pai e filhas!
— O que vão querer? — pergunto as quatro crianças que estão agarradas em minhas pernas, mesmo Marcos e Felipe que, sendo mais velhos, eles ficam sempre por perto.
Tris e Quatro os criaram assim. Nunca deixam eles ficar muito longe para não correr risco, e isso acabou virando uma coisa de todos. Sempre que estamos com as crianças elas ficam por perto, principalmente assim, quando está um só adulto com eles
— Eu quero sorvete de baunilha, papai! — Bia é a primeira a responder. Ela quase sempre pede esse sabor, então não é muito difícil adivinhar.
— E eu quero morango! — Judi se apressa em falar olhando diretamente para a atendente, que não a olha. Pelo contrário, ela está olhando para mim
— Chocolate! — Marcos e Felipe falam juntos e a mulher desvia sua atenção de mim apenas para anotar o sabor no bloco
— Eu quero baunilha também! — digo e ela sorri mostrando os dentes brancos. Sua cabeça está bem levantada e suas mãos apoiadas no balcão, com seu tronco jogado por cima, deixando seus peitos esmagados para frente. É impressão minha ou ela está tentando chamar atenção?
— Vamos PAPAI, e não esquece de pedir o da MAMÃE quando a gente for embora! — ouço Bia falar dando ênfase nas palavras "papai" e "mamãe", como se quisesse que todos ouvissem
— Claro meu bem, vamos lá. Antes de irmos pedimos o da mamãe e o do restante da galera! — digo e sinto Judi agarrar minha mão e me puxar para a mesa mais próxima
Ambos nos sentamos nos bancos ao redor da mesa, Bia e Judi ao meu lado e Marcos e Felipe bem a nossa frente
Olho para as duas garotinhas e percebo que as duas olham em direção ao balcão de pedidos, vendo a atendente que nos atendeu preparar nossos sorvetes. As duas encaram ela com a cara fechada, como se estivessem com raiva e a amaldiçoando de longe