Em um mundo onde a magia é uma força poderosa, o renomado rei de Arles, Valentin Guillat descobre que carrega consigo uma instabilidade mágica ameaçadora para sua vida. Diante desse perigo, ele se lança em uma jornada a um templo onde vive um grande...
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Os dois reis estavam comendo juntos enquanto conversavam. Valentin aceitou a aliança com o reino de Angers, e agora, eles comiam enquanto falavam sobre coisas aleatórias. Valentin estava sentindo que Xavier estava o observando o tempo todo, mas ele falou a si que era coisa da sua cabeça.
- Cascas e folhas. - Xavier pegou uma uva e a jogou para cima, fazendo-a cair em sua boca.
- O quê? - Valentin o olhou, confuso.
- Seu aroma é de cascas e folhas. - Repetiu, sorrindo.
- Sim. Como sabe?! - Valentin arqueou as sobrancelhas, levemente desconfiado.
- Talvez porque você quase caiu e eu te segurei? - Ele inclinou-se, seus olhos verdes fixos no rei.
- Ah... - Envergonhado, Valentin desviou o olhar em tentativa de esconder o rubor em suas bochechas. Escutando uma risada divertida sair dos lábios de Beaufort.
- Não ria de mim! - Levantou o olhar, lançando um olhar afiado para o homem na intenção de o repreender, mas que, ao invés disso, o fez parecer adorável.
O ruivo ergueu as mãos, em sinal de rendição. - Certo, vossa majestade. - Ele tinha um sorriso divertido nos lábios, causando raiva no Guillat por o achar extremamente atraente.
Não muito longe dali, Luigi estava no seu quarto com o seu alfa, após ambos terem colocado o pequeno príncipe no seu próprio quarto.
- Não sei, isso foi muito estranho. Simon dormiu no colo daquele estranho! - Christopher reclamou após entrar no quarto.
- Você está com ciúmes de Elliot, não é mesmo? - Luigi fechou a porta, olhando para o marido que estava reclamando desde o momento em que se despediram.
- Eu?! Com ciúmes?! Claro que não! - Respondeu, mesmo não querendo, seu tom saiu áspero.
- Alfa bobo, está enciumado sim. - Luigi começou a descer as mãos pelo peitoral grande de Christopher. O moreno ficou na ponta dos pés, aproximando-se sua boca da orelha do marido. - Eu percebi o seu ciúme quando você apertou minha cintura naquela hora. - O ômega sussurrou, deixando um sorrisinho vitorioso escapar ao notar a respiração do seu homem ficar mais pesada conforme ele falava.
Luigi estendeu as mãos pelos botões da camisa do general, desabotoando-os. - Você apertou de uma forma tão possessiva, amor.
- Luigi...- A respiração de Christopher ficou ainda mais pesada após os feromônios de laranja do seu ômega começar a preencher o ambiente.
- Sim, amor? - Perguntou em um tom inocente, passeando com as mãos por dentro da camisa do alfa.
- Eu vou ter que trabalhar daqui a pouco. - Christopher arfou, tentando se controlar, mas estava ficando difícil.
- Disse bem, daqui a pouco. - Os feromônios se intensificaram. -
Enquanto isso, você pode foder esse pobre ômega molhado. - Luigi sorriu de forma desavergonhada, não sabia o que era vergonha quando estava entre quatro paredes com seu marido.