Todos os semi-deuses, agora já adultos tem filhos, alguns adotados outros de sangue, Aqui será uma apresentação de cada um deles. (Quem quiser plagiar eu deixo)
Alguns deles voces ja conhecem, mas aqui, estarão com todos os "principais"
Terá várias...
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"Por que você finge que se importa?"
*Data nascimento: 01/07/2019
*Filho do meio
*Filho adotado
Aparência:um menino que lembra Jason tirando seus olhos castanhos e suas sardas
História: Dylan nasceu em uma família rica, porém, acredito eu, que eles não queriam o filho, mas, ao invés de colocá-lo na adoção, quando o menino tinha 3 meses, seus pais o abandonaram em um carro, completamente fechado, por sorte, tinha pessoas o suficiente lá para ouvir os choros do bebê.
Ele foi resgatado por um homem de família pobre, felizmente ele tinha consciência de que não conseguiria cuidar da criança, então o colocou em um orfanato.
Dylan foi adotado pela primeira vez aos 2, ele passou um tempo com a família, até a família sofrer um acidente de carro, naquela idade, Dylan não tinha entendido o que havia acontecido, mas sabia que nunca mais os veria.
Quando cresceu mais, começou a perceber que nenhuma família queria adotá-lo, aos poucos começou a perder as esperanças de ser adotado.
Depois de um certo tempo, Dylan esqueceu totalmente do acidente de carro, mas tipo, não do tipo de esquecer uma morte, do tipo de realmente esquecer, como a Dory de procurando Nemo.
Aos 5 e meio uma família queria adotar a criança, mas quando a família veio buscá-lo, o menino começou a chorar, a berrar.
— Não! Não! Não vou! — Dylan chorava e esperneava.
— Você não quer ir para uma nova família?-era uma das cuidadoras que segurava seu punho com não tanta delicadeza.
— Não quero! Eu quero ficar aqui! — lágrimas escorriam pelas suas bochechas.
— Ele não quer vir senhora. — falava a cuidadora para uma mulher de cabelos castanhos e sardas, Dylan ouvia tudo por atrás da porta.
— Tudo bem, posso levar ele outro dia! — disse a senhora com sorriso gentil
— Não! — Dylan entrou no quarto gritando segurando um paninho encharcado — Eu não vou com você!
— Dylan! Não fale assim com a srt.Addiss.
— Não Harley, tudo bem. Oi! — Ela diz a última coisa se virando para Dylan. Dylan não responde.
— Você não quer vir comigo? — Ele nega com a cabeça. — Posso te pegar outro dia.
— Não! Eu não vou com você! — A mulher vira para a cuidadora e assente com a cabeça.
Achamos que a mulher desistiu de adotar Dylan, mas enfim.
Alguns dias depois uma menina de cabelos negros e espetados começou a visitá-lo e de vez em quando uma outra menina, também de cabelos negros, quase sempre trançados, às vezes soltos, mas quase sempre trançados.
As meninas brincavam com o garotinho, era perceptível que a de olhos azuis não era lá muito da parte de paciência, mas ele gostava dela, quando sua paciência se esvaía, ela normalmente não brigava, só era mais sarcástica.
A de olhos de âmbar era mais irritada, mas era também super legal com o menino, quando ficava brava, a calma em sua voz era de assustar.
Tempos depois, faltando uns 20 dias para o seu aniversário de 6 anos, veio falar com ele novamente, aquela quem mais tinha receio: Srt.Harley
— Vamos criança, tem mais gente querendo te adotar.
— Avise que eu não vou!
— Novamente isso? — Harley sai da sala e o menino a segue de mansinho, ao chegar na porta, para, para poder ouvir a conversa.
— Ah! Tudo bem, outro dia eu volto para buscá-lo e... — Calma, ele conhecia a voz.
— Acredite, melhor não.
— Não! — Dylan entra na sala — Eu vou!
— Olha criança, se você não quiser... Está tudo bem...
— Eu quero!
— Aproveite querida, isso é raro — diz srta.Harley e a morena de olhos azuis se vira para ela com um sorriso.
— Se prepare. — Diz Thalia quando vai em bora.
Dias depois, Dylan é buscado.
— Vamos, Reyna está nos esperando no carro! — E ela coloca o pé para fora do orfanato pela última vez.
Tempos se passam, aos 6 e pouquinho, está tudo bem, mas uma certa noite, lembranças do acidente voltam a tona, assim, simplesmente do nada, ele começa a chorar como, Emma sai correndo para chamar as mães.
Descobriram que suas memórias, boas ou ruins, podiam sumir e reaparecer do nada, assim causando confusão na cabecinha do pequeno.
(Inclusive, foi isso aconteceu em "no meio da madrugada", uma outra fanfic minha, ele se lembrou de uma "briguinha" antiga que teve com Thalia por um motivo bobo)