Capitulo 11: Adeus

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Ainda estamos em choque com o que aconteceu. Mas só há uma coisa que não entendi, porque é que as portas fecharam a meio da tarde? Qual foi o objetivo? Matar o líder da Clareira? Se era esse o objetivo parabens, conseguiram o que queriam.

Não aguento mais isto, todos me culpam pela sua morte, pois todos sabem que George entrou no labirinto para procurar as melhores lianas para a minha estúpida ideia de descer o precipício. No fundo eu sei que tenho culpa, mas apenas não quero acreditar. 

Ele era o meu melhor amigo, e mais uma vez perdi quem me era importante. Isto pra mim é a gota de água.

Os muros estão abertos, e estou a um passo de entrar para o labirinto. Sinto-o a chamar-me, sim, o labirinto está a chamar-me. Quero acabar com isto. Vou até ao precipicio e atirar-me, é o melhor que eu faço, afinal nunca iremos sair daqui, nunca irei voltar a ver o Thomas, sentir o seu toque ou simplesmente ouvir o doce som da sua voz... Tudo o que tinha a perder já perdi.

Não encontro o precipicio, mas isso não é o mais importante. Não sei o que se esconde no fundo do precipicio e realmente tenho medo de descobrir. Começo a trepar os muros, pelas trepadeiras... Será que estou alto o suficiente? Não... Preciso chegar pelo menos a metade... Vá lá Newt, só mais um pouco...

"Sempre e para sempre" - ouvi a voz de Thomas na minha cabeça.

- Desculpa Tommy.

Fechei os olhos, respirei fundo... e larguei.

...

- Malta! Ele está a acordar! 

- Newt! Newt! 

Estava tudo desfocado... Havia muito barulho á minha volta... Sentia dores, muitas dores, por todo o corpo.

- O que é tinhas na cabeça?!

Não estava a perceber o que se estava a passar...

- Q-Quem são voces? - perguntei.

Todos ficaram chocados a olhar uns para os outros.

NEWTMAS 2: O teste do LabirintoOnde histórias criam vida. Descubra agora