Hoje era um dia especial. Toda a família Carrington desembarcou em Veneza, e meu coração transbordava de alegria. Após 12 longos dias sem ver S/N, finalmente me jogaria em seus braços novamente. A ansiedade só aumentava com a expectativa do jantar de noivado marcado para amanhã, que prometia ser um momento inesquecível em nossas vidas.
S/N planejara vir nos buscar pessoalmente, mas um imprevisto de última hora no casarão da máfia exigiu sua presença para resolver a situação. Eu compreendia completamente, embora a urgência de estar aqui desde terça-feira tivesse sido influenciada por esse contratempo. Infelizmente, a Carrington United também enfrentava um problema inesperado, e eu precisava estar presente para resolvê-lo. Essa reviravolta me deixou bastante agitada, mas sabia que precisávamos conversar sobre nosso futuro hoje, após o jantar.
O desafio residia agora na questão da moradia. A máfia exigia a presença de S/N na Itália, enquanto a Carrington United necessitava de minha atenção em Atlanta.
Quanto a Amanda, Blake decidiu refazer o teste de DNA, e o resultado foi positivo. Isso confirmou definitivamente que ela é minha irmã. Uma descoberta que, mesmo com as complexidades envolvidas, trouxe uma nova dinâmica à nossa relação familiar.
Estávamos em uma limusine a caminho da casa do S/N, todos estavam bastante empolgados enquanto carro passava pelas ruas de Veneza, todos falavam sem parar, enquanto eu estava ansiosa por cada momento e situação que irei viver hoje.
Em questão de minutos, adentramos na propriedade dos Lombardi, e logo avistamos todos eles parados diante da porta de entrada, exibindo toda a sua elegância enquanto nos aguardavam. S/N, com seu semblante fechado, permanecia inexpressivo, sem esboçar uma reação visível. Seus olhos, normalmente vibrantes, agora refletiam uma seriedade intensa, deixando um ar de mistério pairando ao seu redor. Era como se as emoções dentro dele estivessem ocultas, aguardando o momento certo para se revelarem.
Quando o carro parou, o próprio motorista prontamente abriu a porta, dando a todos a oportunidade de sair. Meu pai foi o primeiro a descer, seguido pelos outros, e eu fui a última a emergir do veículo. Assim que meu noivo avistou minha chegada, seu sorriso iluminou seu rosto, estendendo-se de orelha a orelha, denotando o genuíno contentamento em me ver. Seus olhos brilhavam com a alegria de nosso reencontro, criando uma atmosfera de calorosa expectativa à medida que avançávamos em direção à entrada da casa.
Quando estava perto o suficiente dele, sem perder tempo, corri em direção a S/N, jogando-me prontamente em seu colo. Ele me segurou de forma firme e apertada, como se temesse que eu pudesse escapar. O calor de seu abraço era reconfortante, como se cada segundo longe um do outro pesasse nos nossos corações.
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— Sentir seu abraço novamente é tudo o que eu precisava — murmurei, apreciando o momento de proximidade.
S/N acariciou delicadamente meus cabelos, antes de responder: