Uma história que conta três versões.
Onde Destiny, uma menina de dezesseis anos volta para sua cidade natal depois de alguns anos longe.
Ou
Onde Nathan, o menino perfeito cheio de problemas em sua família procura se encontra longe de seus pais.
Ou
O...
⚠️ Esse capítulo pode conter gatilhos, caso for sensível aos assuntos de bullying, arma, cansaço mental, peço que pule⚠️
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— Sem sinal, circuitos ocupados — bufou Skill levantando o celular, então ele guardou o eletrônico no bolso.
Eu não entendia como Haley conseguia ficar tão calma nessa situação quando o atirador podia ser qualquer um que está aqui dentro dessa sala com a gente.
Eu admirava Haley, minha mente estava a um milhão de pensamentos, minhas mãos tremendo, minha respiração falhando, tudo isso era o ataque de pânico que eu estava tendo, e eu teria surtado se Haley não estivesse ao meu lado me acalmando o que não estava adiantando muito.
Meu coração gelou quando ouvimos um barulho na porta, todos ficaram em alerta olhando pro local.
Uma carteirinha foi passada por de baixo da porta, curiosa, a peguei em mãos e vi que era a carteira de motorista do Nathan.
— É o Nathan — anunciei.
Algo dentro de mim se aliviou ao saber que ele estava bem. Fui até a maçaneta prestes a abrir quando um dos garotos agarrando meu braço fazendo eu suspirar de medo.
— Não abre, não sabemos se é ele — falou me fazendo tremer.
— E a carteira de motorista dele — reforcei.
— Como sabe se não trancaram ele e pegaram a carteira dele — bufei.
— Deixe ela abrir — falou minha amiga furiosa.
— Você mesma disse a ordem e se tranca e cada um por si — respondeu o garoto feroz para minha amiga.
Eu o empurrei, em um ato de raiva, esse garoto já estava me dando nos nervos.
— Ele não pode ficar lá fora — disse uma menina morena.
— Não abre — disse uma loira.
— Calem a boca — falei agitando meus braços na cabeça com raiva.
Me desviei do idiota e fui até a porta me encostando ao máximo para ouvir do outro lado.