18: Santidade Lótus

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Miya Atsumu libera fogo dourado na parede da ala é modo relaxar, pensa sobre Aran e Kiyoomi juntos e revira o estômago. O que aconteceu de manhã, foi importante e não importa, dividir parceiros com o irmão gêmeo. Rintarou e Osamu sentado na maca, parece chateados também. Os pensamentos, agitado do irmão e difícil manter calma. Ele recebeu, outra carta de Lótus e queimou.

— Não sabíamos, sobre o encontro do Kiyoomi e Doutor Aran, Toru deu o troco depois demitido — disse Rintarou nervoso — Eu estou confuso, odeio vocês.

— E recíproco, o meu ódio por você e Toru está morto. — disse Atsumu sério

— Vamos conquistar o Kiyoomi. — disse Osamu, sorrindo malicioso

— Não, eu estou morto e voltar ser fantasma, sabe? — disse Rintarou sério

Atsumu não esperava conversar, sobre assunto tão cedo, analisado Osamu e Rintarou. Os dois brigarem, seria péssimo e Kiyoomi não está aqui ajudar.

— Quer falar, sobre isso? — perguntou Atsumu

— Sim. — disse Rintarou, Lupin abriu porta da ala

— Vou cuidar do Lupin. — disse Osamu, levantado e correu até Lupin na porta  

Atsumu suspirou, sento na frente de Rintarou o impedido mexer e saber Osamu não quer falar do assunto e observa entrar no espelho com Lupin animado, como foi infância com o irmão gêmeo? A lembrança, inexistente e a falha na memória.

— Samu tem assuntos, prefere não conversa e você quer falar, mesmo?

— As pétalas vão cair e voltarei a biblioteca, não finja importa comigo.

— Rintarou um faça pedido aos Deuses.

— Fiz pacto com Kiyoomi, sem ele saber e não pedir ninguém, encontrei no livro.

— Pactos, podem dar errado e a sua alma podia ser contaminada.

Atsumu odeia, imprudência de Rintarou e a conexão desconhecida com Kiyoomi.

Ele puxa Rintarou para beijo, a colisão dos seus lábios desajeitados e a maneira eficaz agir diante da situação estranha e conversa sobre alma, era como estar nu, a primeira vez se beijaram no dia que Rintarou morreu e a lembrança ruim.

— Para. — sussurrou Rintarou, interrompendo selar de lábios

— Porque me beijou? — perguntou Atsumu, sobre o beijo na frente de Kiyoomi

— Por Kiyoomi, não me beije assim Atsumu.— respondeu Rintarou irritado

— Entendo. — disse Atsumu, cabisbaixo

Atsumu esqueceu, tempos são outros e Rintarou não beijaria sem motivo maior e patético, observa os olhos amarelos intenso, vislumbre entre a vida e morte.

— Miya nada mudou e vou encontrar uma saída do limbo, depois mato você.

— Suna mudei, eu tenho uma sina cumprir.

— Não me chame de Suna, esqueça esse sobrenome é Rintarou.

— Rintarou.

Atsumu sussurra, segurou a mão de Rintarou entrelaçou seus dedos e sorriu.

Rintarou ficou sério e Atsumu mantém indiferente, tentando esquecer tudo.

Atsumu queria saber, o que está acontecendo com Kiyoomi no encontro e tem ressalvas com Aran já que antigamente, era diferente e fazer mudar opinião.

Ele tem preocupação estúpida e principalmente, o silêncio resposta dos outros.

— Um dia, o Kiyoomi pode voltar andar?

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