Sunghoon estava sentado na poltrona da recepção do escritório onde trabalhava, com sua pressão extremamente baixa, sua respiração estava acelerada e seus colegas podiam afirmar que era possível escutar seu coração batendo.
Mesmo que a situação fosse totalmente normal, para ele era quase que a morte. A garota não tinha ideia do que ele estava pensando, mas sua cabeça o impedia de acreditar nisso e fazia o mesmo se confundir com paranóias.
O comportamento de Sunghoon deixa seus colegas profundamente preocupados. Como ele poderá ter um vida bem sucedida se uma garota bonita o encarando faz com que tenha uma crise de pânico?Depois de uns quatro copos de água, recuperou sua consciência, sua cor estava voltando ao tom pálido normal e a cara de desespero estava se desfazendo.
Ao perceber todos de sua equipo o encarando, as bochechas de Sunghoon ruborizaram e a vontade de desaparecer só aumentou.(...)
Mais tarde, quando chegou em sua casa, resolveu procurar algumas informações sobre a bela moça do café. Acessou as redes sociais de Sayuri em busca de qualquer informação de sua nova obsessão.
Encontrou seu Instagram e viu todas as 789 publicações. Acidentalmente, quando chegou à primeira postagem, seu dedo escorregou e acabou curtindo. Antes mesmo de retirar a curtida, jogou seu celular no sofá e bateu a cabeça na parede, repetindo mentalmente "eu sou um idiota".
No meio de seu drama, sentiu seu celular vibrar. Ao olhar para a tela, era uma notificação. "Isabelly Santos pediu para seguir você".
Mesmo sendo o que queria, sentiu vontade de ser lançar pela janela. Ele sabia que Isabelly não procurou suas redes, ela só o seguiu pela curtida em sua foto antiga. O que era extremamente humilhante para Sunghoon, já que ele não a seguiu antes, então era óbvio que estava stalkeando.Suas mãos tremendo, ele estava suando frio e, novamente, estava mais pálido que o comum. Jungwon chegou de uma festa e se deparou com seu irmão deitado no sofá em posição fetal.
—Misericórdia. O que foi agora?—Suspirou e sentou-se ao lado de seu irmão.
— Vou me matar. Eu... Eu curti uma foto de 2017 da menina que to... — Foi bruscamente interrompido.
—Oi?! Por favor, me diz que sua próxima fala vai ser "que to gostando"! — Se interessou pela conversa, aproximando seu rosto ao de Sunghoon. — Que milagre! Pra quem tem vergonha de olhar no rosto alheio.
— Jungwon, como carambas eu vou olhar pra ela agora? Eu não seguia ela e curti a foto! Acho que você ainda não entendeu a gravidade da situação. — Puxou seus cabelos .
Jungwon começou a rir.
— Sunghoon, precisamos te colocar em uma terapia. Primeiro, me fala como vocês se conheceram. — Pegou duas almofadas e colocou no chão, para ficar frente a frente com Sunghoon.
Contou toda a história da cafeteria e o que aconteceu em seu trabalho.
— Ok... E ela te seguiu quando viu que você curtiu a foto dela? — Perguntou em um tom desconfiado.
— Seguiu, mas to com vergonha de aceitar. — Puxou os fios de seu cabelo para trás de suas orelhas.
Jungwon revirou os olhos e deu um tapa na mesa.
— Você vai aceitar essa menina agora. — Apontou seu dedo indicador direito no rosto de Sunghoon e com o outro dedo apontou para o celular.
Sunghoon estava tremendo, mas encarou seus "demônios" e conseguiu seguir Isabelly de volta. Jungwon deu um sorriso, se levantou do chão e foi tomar um banho.
Se sentia frustrado, pois quando deitou em sua cama percebeu o quanto toda aquela situação não era nada. Sentia como se fosse um peso, já que seu irmão mais novo era bem mais desenrolado e muito mais corajoso. Como podia ousar estudar psicologia tendo um psicológico desses?
(...)
Pássaros cantarolavam logo cedo, Sunghoon prestava atenção em cada pio dado. Se aprontou para a faculdade, despediu-se de Jungwon e foi para o ponto esperar seu ônibus.
Claro, aqui está o texto corrigido:
Depois de semanas pegando o ônibus lotado, finalmente conseguiu sentar. Para seu azar, na parada que o ônibus fez logo quando sentou, uma senhora bem idosa entrou no transporte. Sunghoon nunca ia deixar aquela mulher, que, se segurasse no ferro de cima, Deus a puxava para ficar ao seu lado, ficar em pé.
Generosamente, ofereceu seu assento para a senhora, que possuía tantas rugas que sua expressão facial se tornava quase imperceptível. Aquilo fez com que o dia de Sunghoon se iluminasse, já que conseguiu conversar com um desconhecido. Para muitos aquilo não era nada, mas para ele é um motivo de medalha.
Chegou animado à faculdade. Toda vez que passava por aqueles corredores, as pessoas o encaravam por conta de sua aparência angelical, mas Sunghoon sempre andava de cabeça baixa e sequer dava um sorriso. Só que neste dia, ele estava disposto até mesmo a acenar. Obviamente, essa ideia foi descartada, e ele apenas retribuiu os olhares com um sorriso tímido de canto.
Percebeu seus cadarços desamarrados e foi para o canto amarrar. Quando se levantou, deparou-se com Sayuri parada em sua frente. Ela estava acompanhada de Emily, que Sunghoon no dia do café se identificou um pouco com a menina.
—Diz ai — Sayuri levantou as sobrancelhas em um tom sarcástico — Que tal matar aula com a gente? — Cutucou o ombro de Sunghoon repetidas vezes.
— Ai Sayu, não sei. Vai fazer o que? — Perguntou ajustando sua bolsa de carteiro em seu ombro.
— Vem com a gente e descobre, fofo. A Isabelly falou que te achou engraçadinho e queria sair com você mais uma vez. — Sayuri levantou os ombros e a sobrancelha.
— Ela... — As bochechas de Sunghoon ruborizaram.
Sayuri abriu um enorme sorriso, pegando na mão de Sunghoon e caminhando com ele até o exterior da faculdade. Chegando na entrada, se depararam com todos os outros amigos de Sayuri, mas Sunghoon só conseguiu prestar atenção em uma só pessoa: Isabelly.
(...)
a manuela vc demorou 6 meses pra postar um capitulo? nao, eu demorei 6 meses pra lembrar que tinha fic (o capitulo eu escrevi em um dia)
beijao isabelly (e talvez emily) aguardem os próximos capítulos que sabe Jesus a previsão, mas estou empenhada
bjsss seguimores ❤️❤️❤️
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Coffee and tears
RomanceSunghoon conhece uma mulher extremamente linda no seu café preferido, mas não tem coragem de conversar com ela. Vários dias se passam e os dois continuam a se encontrar, mas nunca trocaram palavras. Um dia, isto muda, fazendo com que vida de ambos...