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  NARRADOR VERSION'S

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— Deuses! — Clarisse exclamou, ela empurrava um filho de hermes para a esquerda. Não é desse jeito que se empunha uma espada!

Ela concentrou o braço do menino um pouco mais a frente, o segurar dele era realmente fraco, Aude tinha de concordar, o menino não tinha talento algum para aquilo. 

— Pegue leve Clar, ele esta ficando assustado — A irmã sinalizou — Não queremos encrencas com Quíron. 

Clarisse revirou os olhos,  o garoto tinha as mão tremulas, o olhos agitados corriam da espada para a jovem, um pedido silencioso de ajuda. 

— Eu não estou pegando pesado com ele, apenas enfatizando o quão asno ele é! —  justificou a menina — Não tenho culpa se ele não consegue segurar a droga de uma espada na mão. 

Os olhos do menino tremiam para manter a concentração no boneco de palha na sua frente, Clarisse havia sido direcionada a treinar os campistas mais novos nas espadas depois de começar um guerra de comida no refeitório, Luke não aprovou a ideia, entretanto, Quiron achou bom dar uma função que tirasse Clarisse do serio. 

—  Tenho que dar uma olhada nos arcos e flechas, não mate ninguém na minha ausência, tenho que que verificar as aulas de arco e flecha —  ela tinha prometido a Quíron que voltaria a suas atividades com mais frequência. 

— Isso não posso garantir, já viu como eles são fracos. — Clarisse bufou. — Irei dar o meu melhor. — sorriu de modo travesso para as mais velha.

Aude se afastou da arena, o caminho até o treino de arco e flecha era curto, mas passava na frente dos estábulos, Silena estava apoiada emum dos batentes dos animais, a mão passeava pela crina dos seres.

Ela andou mais alguns passos até chegar a amiga, sorriu ao se aproximar do animal.

—Ele é lindo, não acha?— comentou — Chegou a pouco tempo, Travis achou ele caído as margens do rio. 

— Um dos mais lindos, já tem um nome?— Sorriu pra amiga, largou o arco do lado do pé.

— Não tivemos tanto tempo pra nomeá-lo, tem algo em mente? —  questionou. —  Talvez posso ajudar a dar uma identidade pra esse carinha. —  coçou o focinho do animal. 

Aude sorriu,  quando Beau —  seu pai adotivo era vivo — lhe contou sobre os seres mitológicos mágicos que habitavam o mundo moderno, mas uma das suas historias favoritas, sempre foi o Pégasus, a forma como ele nasceu e fez brotar a fonte de Hipocrene. 

— Acho que tenho um nome em mente. —  Falou —  Existe uma floresta na Bélgica, que durante a primavera nascem lindas flores de Jacinto, meu pai me contava as historias desse lugar, era encantador. — sorriu pra o animal, ele tinha os pelos brancos, porém a crina tinha um tom azulado, como o da floresta. — Jazz.

Silena sorriu. — Ouvi Annabeth falar sobre nosso novo colega —  comentou desviando do animal — Não tive a oportunidade de ir vê-lo na enfermaria mas ouvi dizer que tem se recuperado bem.

— Annie e Grover tem dedicado tempo em cuidar dele — explicou — Annie acha que ele pode ser a missão dela. 

— Talvez dessa vez ela esteja certa. 

— Não tenho certeza, algo nele me intriga — proferiu a mais velha — A forma como chegou ao acampamento, nada bom!

O silencio reinou,  a menina olhou pra amiga, o sol ainda queimava nas costas das garotas, Aude estava mais próxima da portinhola que estava Jazz.

𝐀𝐍𝐆𝐄𝐑 ↬ 𝐋𝐔𝐊𝐄 𝐂𝐀𝐒𝐓𝐄𝐋𝐋𝐀𝐍 Onde histórias criam vida. Descubra agora