𝟎𝟏𝟏. 𝐌𝐎𝐑𝐓𝐄, 𝐌𝐎𝐑𝐓𝐄, 𝐌𝐎𝐑𝐓𝐄

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𝐌𝐈𝐍𝐇𝐀 𝐕𝐈𝐒𝐀̃𝐎 𝐄𝐒𝐓𝐀́ turva, estava caída no chão, então logo tento me levantar mas alguém me impede.

A pessoa me põe de joelhos, vejo todos os outros também de joelhos. Anastácia parecia assustada, estava fraca e pálida.

── Quem são vocês? ── grito, mas Susana que estava do meu lado me cutuca e balança a cabeça negativa.

── Ora, ora, ora. Vejam se não é minha querida filha! ── um homem com casaco de couro com um taco de beisebol com areme farpado das mãos sai do trailer que estava na nossa frente, ao seu lado estava minha mãe.

── Deixa-nos ir pai! ── Susana grita.

── Você me abandonou. Fugiu e deixando apenas um bilhete desejando minha morte ── ele se aproxima, tocando o rosto de sua filha ── COMO PODE FALAR QUE SOU UMA DESGRAÇA PARA SUA MÃE! ── Ele grita, a loira abaixa a cabeça assustada e começa a tremer.

Tento gritar, mas meu grito sai normal, como isso é possível?

── Filha, o gás que soltamos anula seus poderes, não pode fazer nada para ajudar seus queridos amigos ── minha mãe se aproxima, se pondo do lado de Negan ── Temos que ser rápidos, o efeito do gás só dura uma hora.

Rick e os outros me olham confusos, se eu não morrer hoje, com certeza eles irão me matar.

── Então terei que decidir qual de seus amigos vou matar em uma hora? ── ele sorri vitorioso para sua filha, então percebe os olhares curiosos em mim — Ah, vejo que não sabiam que a amada Allison é um monstro! — ele sorri irônico

Sinto Carl - que agora percebo que está ao meu lado - pegar minha mão, apertando-a na tentativa de fazer eu me reconfortar com seu toque, o que funciona.

Estava tão amercer de meus pensamentos do que pode vir que agora percebo que Negan parou seu taco de basebol na cabeça de Abraham, o acertando com tudo. Ouço os gritos de Sasha pelo ruivo e o choro extremamente alto de Rosita, não era próxima do homem, mas ele era bom. Negan vai pagar por sua morte, nem que eu morra.

- Chupa...minhas...bolas - aquelas foram as últimas palavras de Abraham antes de Negan bater novamente em sua cabeça.

Lágrimas escorrem pelo meu rosto, podia não conhecer o ruivo muito bem, mas sei que ele não merecia esse fim.

- Ouviram o que ele disse!? - Negan pergunta irônico, balançando seu taco que estava coberto do sangue e carne de Abraham.

Naquele momento Daryl se levanta e tenta atacar Negan, mas um homem o segura.

Negan parecia furioso, ele faz um discurso que eu não consigo ouvir, pois estou focada no quão perto de Anastácia e meu pai ele está.

— Vocês pediram por isso. — ela dá um sorriso irônico, logo depois posso ouvir o grito de Adelina ecoar pelo local quando Negan acerta seu taco na cabeça de Anastácia.

Estou fervendo de raiva e tristeza por dentro, Anastácia era como uma mãe para mim, agora ela morrerá. Lágrimas escorrem sem parar de meu rosto, minha respiração está ofegante e posso sentir pequenas faíscas em minhas mãos.

— Ela era sua namorada? — o terrível homem pergunta olhando para meu pai que está em prantos agora — Desculpe, eu não sabia! — ele continua batendo na cabeça de Anastácia.

Com todo resto de suas forças, a mulher se põe de cabeça erguida, um de seus olhos está para fora da órbita e sua cabeça está completamente deformada.

— Eu...vou...encontrar vocês.... — então, essas foram suas últimas palavras antes de Negan bater novamente com o taco em sua cabeça diversas vezes até não restar mais a cabeça da loira tão amada, apenas miolos que os zumbis irão comer depois.

Quando ele finalmente para, o sangue de Anastácia e Abraham deve estar misturado, ainda posso ver alguns fios de seus longos cabelos loiros completamente embaraçados e misturados com os miolos de sua cabeça. Meu sangue borbulhava, podia estar prestes a explodir de raiva.

— VOCÊ VAI PAGAR SEU DESGRAÇADO! — me levanto, atraindo a atenção de todos assustados, quando um homem tenta me segurar eu o empurro com tudo, fazendo ele voar para longe.

Minhas mãos em questão de segundos estavam em chamas, ver o olhar de pânico de Negan me dava prazer, eu teria prazer em mata-lo.

Enquanto seus homens tentavam me segurar ao seu comando enquanto ele recuava desesperado, meu sorriso só aumentava cada vez que eu tocava minhas mãos neles e eles carbonizavam  em segundos.

— Allison, se controle! Você pode destruir todos nós! — a voz chorosa de meu pai chega aos meus ouvidos, baixei a guarda por alguns segundos e pude sentir uma agulha sendo enfiada em meu pescoço.

— Hora de dormir filhota — América me olhava vitoriosa, meus olhos ficaram pesados e meu corpo começou a ficar fraco, em segundos estava no chão prestes a perder a consciência.

Você vai morrer, mãe.

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Capítulo 11 finalmente postado!

Foi doloroso matar a Anastácia, mas era melhor doq a Martina (sim, eu ia matar a Tina)

Eu ia desenvolver tão bem Anastácia e o Luther... Filho deles morreu ;(

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𝐑𝐄𝐏𝐔𝐓𝐀𝐓𝐈𝐎𝐍, 𝖢𝖺𝗋𝗅 𝖦𝗋𝗂𝗆𝖾𝗌Onde histórias criam vida. Descubra agora