!.愛ᶜᵃᵖᶦᵗᵘˡᵒ ⁸ ☁

79 60 15
                                    

Seraphina se aproxima de Clarice, segurando sua mão e sussurrando em seu ouvido com a voz rouca, provocando arrepios na jovem:

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Seraphina se aproxima de Clarice, segurando sua mão e sussurrando em seu ouvido com a voz rouca, provocando arrepios na jovem:

— Querida, não se envergonhe tanto...

Clarice suspira e encontra o olhar de Seraphina, que mantém um sorriso carinhoso enquanto acaricia as bochechas rosadas e gordinhas da jovem. Morgana e Esmeralda trocam olhares, observando a cena. Morgana expressa surpresa pelo afeto entre as duas, enquanto Esmeralda, com um sorriso apaixonado, suspira, completamente envolvida pelo momento.

Morgana suspirou e comentou:

— Enquanto Clarice e Seraphina estão trocando toques românticos ou outros... Eu e Esmeralda vamos nos preparar para nos banhar e aproveitar que a água está mais forte nos riachos hoje.

Seraphina retira lentamente suas mãos das bochechas de Clarice, que parece um pouco triste com o fim dos toques carinhosos. Seraphina sorri para ela, ainda corada, chamando-a para perto de Morgana e Esmeralda:

— Espere por nós, Clarice. Você quer ir junto?

Seraphina olha para Clarice com ansiedade, seus olhos castanhos brilhando enquanto aguarda ansiosamente por um "sim".

Clarice, com dificuldade de olhar nos olhos de Seraphina, desviou o olhar para o chão. Movimentando timidamente os pés no chão, sussurrou com sua voz doce e calma:

— Eu quero ir sim...

Esmeralda, ao ouvir pela primeira vez a bela e doce voz de Clarice, sorriu apaixonada, cruzando os braços e apoiando um deles sobre o outro, tocando seu rosto com o braço superior.

Seraphina expressou um sorriso animado ao receber a resposta positiva de Clarice. As três mulheres se encontravam na varanda da casa de Morgana, que fechava a porta atrás delas. Morgana anunciou que tudo estava pronto para a aventura no poço, e o trio iniciou sua caminhada até o local.

Enquanto se dirigiam ao poço de Morgana, Clarice, envolvida pela beleza ao seu redor, admirava o quintal cuidadosamente mantido. As gramas exibiam um verde vibrante, as árvores carregavam frutos frescos e as flores coloridas, em tons de rosa e vermelho, deslumbravam com sua beleza.

Imersa nesse cenário encantador, Clarice se afastou das companheiras, atraída pelas lindas flores rosas que capturaram sua atenção. Seus dedos tocavam suavemente as pétalas macias, enquanto ela se perdia na delicadeza das formas e cores. Contudo, sua curiosidade a levou além, em direção a uma entrada entre árvores, um caminho longo adornado por flores e folhas verdes.

Clarice correu apressada em direção a Seraphina e as outras mulheres, sussurrando ansiosamente para Seraphina:

— Eu... Eu... Descobri uma entrada grandiosa entre as árvores, repleta de flores e folhas. Vamos explorar, Seraphina!

A empolgação de Clarice era palpável, e ela puxava o vestido longo e marrom de Seraphina, agindo como uma criança ávida por descobrir algo novo. Seraphina, contagiada pelo entusiasmo, sorriu e dirigiu-se às demais mulheres, que haviam parado de pegar água no poço com baldes pendurados em uma grossa corda. Todas se encaminharam para a entrada que Clarice mencionara.

Diante da majestosa entrada, entre árvores e folhas, as quatro mulheres trocaram olhares significativos. Seraphina, mantendo a animação, declarou:

— Vamos adentrar e descobrir para onde nos leva...

Morgana, com uma expressão levemente preocupada, falou calmamente:

— Eu não sei, Seraphina, isso pode ser perigoso...

Esmeralda, manifestando animação e impaciência, revirou os olhos e empurrou as outras para dentro da entrada, exclamando:

— Deixe de frescura, afinal, o que poderia acontecer? 

À medida que as quatro mulheres adentraram a entrada entre as flores, depararam-se com um encantador riacho cristalino, cuja tonalidade azul se destacava. Uma árvore próxima ao riacho derramava suas folhas nas águas tranquilas, enquanto algumas flores graciosamente flutuavam na superfície. A visão deixou as mulheres impressionadas, especialmente Morgana, para quem presenciar um riacho daquele porte naquelas terras secas era algo inacreditável. Até então, a vila experimentava uma estiagem, e Morgana nunca testemunhara a presença desse riacho naquela área antes, transformando o que antes era uma simples planície com árvores e flores em um cenário surpreendente.

Morgana se aproximou do riacho, mergulhando os pés descalços na água morna, e proferiu com serenidade:

— Nunca antes vi este riacho aqui...

Morgana suspirou antes de proferir:

— Daqui em diante, utilizaremos este riacho para nos banhar...

Ao concluir sua frase, Esmeralda, com um olhar sedutor, despiu-se lentamente, revelando apenas a extensa e branca roupa íntima antes de pular animada no riacho, onde flutuou, provocando uma leve risada em Morgana.

Em seguida, Seraphina seguiu o exemplo, pulando no riacho apenas com as roupas íntimas, desfrutando da água morna. Clarice, ainda envergonhada com seu corpo, tirou seu grande vestido, ficando apenas com as roupas íntimas. Ao entrar na água lentamente, suas mãos descansavam em suas coxas semi nuas, e seu cabelo loiro e volumoso brilhava com a água e a luz do sol.

Com o decorrer do tempo, Clarice superou suas inseguranças em relação ao corpo, permitindo-se desfrutar plenamente do ambiente. Com leveza e descontração, passou a brincar com a água, criando pequenas correntezas com as mãos e mergulhando no riacho.

Enquanto a água morna do riacho abraçava seus corpos, as mulheres se entregavam à descontração e à alegria do momento. Esmeralda, com sua natureza extrovertida, provocava risadas ao fazer pequenas brincadeiras, salpicando água nas outras. Morgana, inicialmente contida, deixou-se levar pelo clima festivo, permitindo que as preocupações se dissolvessem na correnteza do riacho.

Seraphina, sempre travessa, começou a criar histórias engraçadas e dramáticas sobre as aventuras imaginárias das quatro naquele lugar encantado. Clarice, antes tímida, sorria abertamente, envolvendo-se nas brincadeiras e contribuindo com suas próprias histórias fantasiosas.

Entre risos e conversas descontraídas, a atmosfera à beira do riacho tornava-se mágica. A luz do sol filtrava-se pelas folhas das árvores, criando padrões dourados na água. Esmeralda, com seu jeito provocador, desafiava Morgana para uma competição de natação, enquanto Seraphina incentivava com entusiasmo.

Morgana, acostumada à seriedade, aceitou o desafio, mergulhando na água com elegância. Esmeralda, determinada, nadava com agilidade, provocando aplausos e risos das outras. Clarice, observando a competição, encantava-se com a energia contagiante das amigas.

À medida que a tarde avançava, o riacho testemunhava não apenas a alegria compartilhada, mas também a cumplicidade que se fortalecia entre aquelas mulheres tão diversas. Morgana, por um momento, esquecia suas responsabilidades, entregando-se à leveza do momento. Seraphina, sempre irreverente, criava novas brincadeiras, mantendo o espírito animado.

Com o sol começando a se pôr, o grupo decidiu encerrar a tarde no riacho. Ao saírem da água e se vestirem, um sentimento de gratidão preenchia o ar. Era mais do que uma simples diversão; era um momento de conexão e amizade que ficaria marcado na memória daquelas mulheres.

⌊ 𝕽𝐄𝐍𝐀𝐂𝐈𝐃𝐀𝐒 ⌋ Onde histórias criam vida. Descubra agora