+18| Fake dating| Strangers to friends to lovers| Slow burn| Gravidez inesperada
TATIANE é apaixonada por seu melhor amigo desde a adolescência, e quando finalmente cria coragem para se declarar, se depara com uma verdade que a fere muito: ele a vê...
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Tatiane queria foder com a minha sanidade, não tinha outra palavra para explicar.
A merda daquela foto não saía da minha mente. A forma como seu corpo tinha as curvas tentadoras bem abraçadas pelo biquíni apertado, traziam os piores dos pensamentos a minha cabeça fodida.
Era isso, o maldito pervertido.
Não conseguia fingir que a garota não era linda, gostosa além do permitido, porque, porra..., cada detalhe em seu corpo era perfeito. Atiçava a perversão fluindo em minhas veias, fazendo-me desejar cometer loucuras com ela. Ensinar-lhe tudo aquilo que eu tinha certeza de que ela não sabia.
E parecia uma ideia tão malditamente tentadora. Primeiro, foram os lábios em um desenho perfeito vindo atormentar cada um dos meus sonhos, e agora, também tinha aquela cintura fina, as pernas torneadas, que eu podia jurar que ficariam perfeitas prendendo a minha cabeça, enroladas em volta do meu quadril.
As opções eram tantas. Mas essas minhas vontades, elas teriam que ser enterradas, não podia, nem por um mero segundo, permitir os meus instintos de falarem mais alto.
Beijá-la era o máximo que eu faria, pois isso me recusava a resistir. Precisava ter o gosto de um beijo seu, precisava saciar esse desejo insano correndo por meu corpo.
Tatiane era o meu pequeno tormento, mas um tormento nunca pareceu tão tentador.
E se ela estava disposta a me testar, seria um prazer fazê-la implorar por minha clemência. Eu adoro um bom desafio e, para a minha felicidade, a pequena borboleta é o melhor de todos.
Desviei o meu foco dos devaneios, percebendo que o meu melhor amigo chamava por mim, olhando-me com um brilho zombeteiro em seus olhos escuros.
— Isso é porque você não está de quatro por ela. Não quero nem imaginar como vai ser quando estiver.
Revirei os meus orbes, não gostando nenhum pouco da sua piadinha. Nicolas riu, voltando a engatar o carro, agora que o sinal havia aberto.
— Qual o seu fetiche com a posição de quatro? Já disse que ela é só a minha amiga, saí dessa pira, Nico.
Embora o meu tom fosse ríspido, meu melhor amigo não se importou, sua atenção sobre mim, com aquele ar presunçoso me incomodava, para ser sincero.
— O meu? Nenhum. Mas de você já não podemos dizer a mesma coisa — zombou, soltando um risinho irônico. — Não vejo qual o problema em admitir que está rendido pela garota. Eu sei que avisei que você ia se apaixonar e não gosta de me dar razão, porém não tem nada de errado em ter misturado as coisas, estava na cara que isso aconteceria, maninho.
Meus olhos rolaram novamente, um bufo escapou por minha boca e precisei sorver o ar lentamente para não agredir o idiota ao meu lado.
— Não estou apaixonado, Nicolas. E para com essa história, se concentre no caminho.