Boa leitura 💜
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🖤 Taehyung 🖤
O sol brilhava do lado de fora quando Taehyung tomava seu banho, a água limpava todos os vestígios da bagunça da noite passada. Sua mão ardeu por causa dos leves cortes que ele havia ganhado ao socar o vidro do carro quando socorreu as meninas, todas as memórias vindo rápido na sua mente.
"Minutos após fechar a porta do quarto, ele começou a ouvir os gritos de socorro de Sam, mesmo estando no segundo andar. Soon-hee invade o cômodo de forma abrupta, batendo a porta na parede.
- Se aquela menina vai passar a noite gritando, a sua porta vai ficar aberta para que você a ouça implorar. - disse em uma carranca, segurando a porta.
Sua respiração estava pesada, a testa franzida enquanto sua mão fechou-se em um punho no ar, mas ele não falou.
Ela aponta para fora. - O que aquela menina fez a você... - ele retruca rápido. - A organização. - Soon-hee bate o pé ao falar com a voz em um tom mais alto. - A você, Kim Taehyung. Porque você nunca trouxe nenhum problema da organização para casa, e se ela está no andar de baixo, trancada no escuro e gritando por socorro. - sua cabeça balança em negação, chateação evidente em seu rosto. - É porque ela tem algum valor sentimental pra você. - disse mais calma, gesticulando suavemente. - Então, desce e manda o Namjoon abrir aquela porta.
Ele olha em seus olhos, Soon-hee e Bo-ra eram a figura materna mais próxima que ele teve depois da morte da mãe, elas o conheciam do avesso, mas ele estava com raiva demais para obedecer agora. Taehyung passou como um furacão por ela, desceu as escadas e virou o corredor chegando na porta do quarto, os gritos de Sam eram desesperadores.
- Nam por favor... - choro, soluço uma mistura caótica de medo, enquanto ela esmurrava a porta. - Me tira daqui...por favor...
Soon-hee aparece no final do corredor quando ele estende a mão para que seu soldado entregasse a chave, porra era um olhar de piedade em Namjoon? Taehyung balança a cabeça. - Ela chegou até seu coração? - pergunta sem esperar por uma resposta, ao virar-se para a porta nota-se pela sua visão periférica sua governanta cada vez mais perto. - Obrigada menino Taehyung por me ouvir. - ela agradece com um sorriso curto. Mas o chefe vira-se colocando a chave no bolso de seu blazer. - Eu não quero você se meta, a chave desse quarto vai ficar comigo a partir de agora. Eu sou o chefe nesse lugar. - sua última frase saiu quase que aos gritos.
Ele sai deixando Soon-hee e Namjoon para trás. Ao adentrar em seu quarto, sua porta é trancada imediatamente, havia uma bandeja com uma jarra de água e copo em cima da escrivaninha junto do notebook, em um momento de fúria, ele joga tudo ao chão, o vidro se quebra derramando água no piso deixando tudo uma bagunça.
- Porra! - ele grita ao chutar o notebook, tropeçando no processo. - Maldita! - palavras são ditas com raiva, mágoa e decepção, ao lembrar de tudo que eles haviam vivido no último mês. Jogado em sua cama, ele acabou adormecendo depois de um tempo."
Taehyung estava de frente para a cama de Sam, olhando a forma pequena totalmente enrolada na coberta. Ao puxar o pano, a garota que estava em posição fetal se assusta dando um grito, seus olhos tinham olheiras não vistas anteriormente, sua respiração ainda era de alguém que havia chorado até soluçar. Ela passa a mão no rosto e cabelos, sentando-se com as pernas para baixo na cama, é então que ele nota sua blusa branca e shorts no corpo de Sam, dando um sorriso fraco, ao piscar rápido.
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Nas Minhas Mãos (KTH, JJK+18) em revisão
FanfictionSamantha Castellani e Bárbara Bittencourt são duas amigas brasileiras, e que passaram a roubar organizações criminosas depois de um trauma que viveram juntas anos atrás. Kim Taehyung e Jeon Jungkook comandam o Cobra, a organização criminosa mais res...