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Laya fica encarando a gente por um tempo.
— o que foi Laya? — pergunto para ela sem entender o porque ela tava me encarando
— Nada só trouxe um caderno e uns lápis pra você, sabe como e né... — disse ela rindo enquanto se aproximava de mim
Caderno? Eu nem queria mais voltar a escrever, pra mim a escrita morreu.
— Eu não quero volta a escrever Laya — digo emburrada olhando para ela
— Você e escritora? — perguntou Angry me olhando
Logo Laya se intrometer com um sorriso no rosto.
— ela e sim, e por isso vai voltar a escrever né Ametista — falou ela olhando para mim
Se bem que eu poderia voltar a escrever novamente mais não estou com vontade mais, talvez mais tarde o amanhã de manhã.
— Tá eu volto mais agora não, agora eu queiro ficar andando pelo hospital — falei enquanto me locomovia usando as muletas
Eu fui até um cadeira de rodas pois pra mim era mais fácil andar com ela do que nas muletas.
Laya deixa o caderno e um estojo com canetas e lápis encima da minha mesa, a mesma mesa que compartilho com Angry, a mesma mesa que fica entre as nossas camas
— Tudo bem, você que quebrou esse pé por que quis, e agora que andar pelo hospital — falou ela pra mim como se tivesse me dando um sermão
Angry apena fica quieto aí ouvir o que Laya falou sobre mim.
— Se eu quebrei foi por que eu quis, e eu não vou volta para aquele inferno de faculdade de novo — disse meio triste
— Eu te entendo amiga, mas tudo bem faça o que você quiser, mais tarde talvez eu volte aqui para te ver — falou ela após me dar um abraço
[...]
Eu havia conseguido ir no banheiro sozinha pela primeira vez, usando as muletas.
Bem devagar sentei na cadeira de rodas e deixe as muletas encostadas bem perto da parede do banheiro, logo me locomovendo devagar.
Fiquei um pouco no quarto Angry havia ido tomar banho, eu ainda não sei como ele consegue tomar banho sozinho, e eu não consigo.
Me deitei e fiquei olhando para o teto naquela manhã entediante chata.
[...]
18:30 da tarde o sol já estava se pondo Angry se levanta rapidamente da cama, pegando sua muletas e indo até a Janela.
— Eu topa ir lá no terraço do hospital vê o por do sol comigo — falou ele animado olhando para mim
— Tá eu vou — disse sorrindo
Levantei da cama sentei na cadeira de rodas que estava ao lado da minha cama, e empurrei de vagar.
— Vamos eu abro a porta — falou ele indo até a porta do quarto
Assim saímos pelos corredores indo até um elevador.
— Não quero entrar aí — disse com medo
— Mas e só um elevador... — falou ele olhando pra mim
— Mais eu tenho medo — falei enquanto estava olhando para o elevador pra mim era algo aterrorizante
— vamos e só fechar os olhos — falou ele entrando no elevador
Eu apenas dei um impulso para entrar no elevador, apenas fechei os olhos enquanto sentia o frio na barriga.