Capítulo 10

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De manhã vejo Angry acordo conversando com o irmão, olho meu celular e vejo uma mensagem da minha mãe

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De manhã vejo Angry acordo conversando com o irmão, olho meu celular e vejo uma mensagem da minha mãe.

Na mensagem ela disse que
não a poder vir aqui por um tempo por conta do trabalho, eu respondi "tudo bem mãe, não tem problema eu tô bem" falou ele.

Como estava de manhã eu apenas peguei o Caderno que minha amiga Laya deixou aqui ontem eu resolvi escrever um poema.

Ou alguma coisa para me distrair, era apenas eu Angry, Angry tomava água o tempo inteiro, ele era fofo.

Assim começo a escrever o poema

E eu não fazia quase nada por não conseguir andar.

No ambiente estéril do hospital, 
Onde a vida se debate com a morte, 
Dois destinos se cruzam por acaso, 
E uma amizade nasce forte.

Entre corredores silenciosos, 
Ecoam risos e confidências, 
Duas almas se conectam profundamente.

Em meio às incertezas e carências.

Um paciente em busca de cura, 
Uma enfermeira em busca de alívio, 
Juntos constroem laços de ternura, 
Em um gesto puro de amor e benefício.

Nos quartos repletos de histórias, 
Onde a esperança brilha fraca ou intensa.

Eles se apoiam mutuamente, 
Em uma amizade que ultrapassa a dor.

No olhar cúmplice e solidário, 
Na palavra de ânimo e conforto, 
Encontram força para continuar, 
Mesmo diante do mais sombrio porto.

E assim, nesse cenário desafiador, 
Onde a fragilidade humana é exposta, 
Cresce uma amizade resiliente e pura, 
Que no hospital encontrou sua aposta.

Que essa história de amizade e compaixão.
 
Sirva de exemplo e inspiração, 
Para lembrarmos que em meio à escuridão.
 
Sempre pode surgir uma nova conexão.

Espero que esse poema grandioso transmita a profundidade e beleza da amizade que floresceu no ambiente hospitalar!

Assim que termino com o caderno o ainda nas mãos eu pego minhas muletas e vou até a cama dele onde ele estava distraído

Eu subi na cama dele ficando sentado arranco a folha do caderno e dói a ele o poema de amizade

— o que isso? — perguntou ele curioso

— Leia e ura descobri — disse feliz sentada na cama dele

[...]

— Que fofo e sobre nossa amizade você escreve bem — falou ele dobrando o pedaço de papel

— Tudo pelo meu melhor amigo, melhor eu sair daqui antes mesmo que os medicis vejam eu aqui— disse sorrindo para ele e indo sair da cama

Ele segura minha mão com força.

— Eu gosto da sua companhia, você não me faz passar raiva como meu irmão faz — disse ele rindo

— Tudo bem eu fico mais se eu levar um fumo dos médicos, a culpa e sua — disse rindo um pouco

Entre dois Mundos - Angry KawataOnde histórias criam vida. Descubra agora