+18| Fake dating| Strangers to friends to lovers| Slow burn| Gravidez inesperada
TATIANE é apaixonada por seu melhor amigo desde a adolescência, e quando finalmente cria coragem para se declarar, se depara com uma verdade que a fere muito: ele a vê...
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Os meus dias de paz haviam terminado.
Desde o acontecido em meu carro, cada segundo ao lado da pequena borboleta era um desafio para a minha sanidade. Eu estava louco para provar o seu gosto e fodê-la sem pena.
Mas este era o problema, eu não podia. Até que ela me pedisse por isso, deixando claro que era a sua vontade, não podia tocá-la.
O meu pau parecia não entender, entretanto. As minhas bolas já estavam começando a ficar azuis com o desejo insano de ter aquela garota em minha cama, implorando por mais e mais como um boa menina.
Eu precisava disso, precisava muito.
Grunhindo em frustração, tirei o excesso de água do meu cabelo e desliguei o chuveiro, antes que cedesse ao meu desejo e acabasse batendo uma pensando nela. Não podia fazer isso.
Eu me arrumei o mais depressa possível, pensando nas coisas mais broxantes do mundo para abaixar o volume no meio das minhas pernas. Meu pau me odiaria, porém precisava fazer aquilo, uma vez que a fantasiasse em uma punheta, não conseguiria pensar em nenhuma outra coisa.
Tatiane era pura demais para me ter a pervertendo desta maneira. A garota teve o seu primeiro beijo e orgasmo comigo. E tudo bem, isso não indicava que ela fosse uma santa, mas parecia tão errado ser um pervertido de merda perto dela.
Bufei, o meu, não mais amigo, havia abaixado, então saí do quarto e segui até a sala de estar, encontrando dona Clara e a pequena borboleta já ali.
Cumprimentei a ambas, tentando não cobiçar demais a garota, que estava com um vestido branco, com mangas bufantes e um discreto decote. Ainda assim, ela estava linda pra caralho.
Tati sempre estava, esse era o problema.
— Vocês estão estranhos, Pepeu. O que houve?
A pergunta era para mim, mas quem se engasgou e começou a tossir de maneira descontrolada foi a minha namorada falsa. Eu a acudi, batendo em suas costas para ajudá-la a respirar normalmente.
— Bebe um pouco, vai te ajudar. — Estendi o copo com água em sua direção e a olhei tomar tudo em uma golada só.
— Obrigada — agradeceu, já recuperada de sua crise, as bochechas pegavam fogo de tão vermelhas.
Segurei o riso, não querendo envergonhá-la ainda mais. Não era só eu que estava estranho desde o dia da festa, a pequena também tinha ficado. Ela mal me olhava quando estávamos juntos, e sempre fugia para o seu quarto para não me encontrar.
Eu sabia que tinha a ver com a sua timidez e o medo de eu dizer algo de conotação sexual, mas isso não me impedia de vê-la na agência, fazendo poses lindas e me distraindo com sua beleza estonteante.
Isso sem falar do sorriso, a merda do meu sorriso, que vivia enfeitando o seu rosto mesmo que estivéssemos meio distantes.
Sugando uma profunda respiração, me virei para mamãe e resolvi responder a sua pergunta: