Sou um ser impregnado por pensamentos perniciosos
E sou uma fagulha pequena numa labareda de devastações
Eu sou a guerra, a espada e o punhal.
E o que eu sinto é fio da navalha do cruel acaso cortando o meu pescoço
O que sinto não importa
Pois os sentimentos imersos dentro névoa dos sacrificados são sacralizados e postos em pedra fria
E não existe mais nada além de sangue seco sob flores que morrem em altares insignificantes. Que são erigidos por homens tolos. Santos canonizados pela eloquência, ganância e soberba.
O verdadeiro sacrifício não está no quanto você sofre, mas no quanto você está disposto a não ser recompensado.
O verdadeiro amor não é troca. É doação.
E a verdadeira virtude não está no quanto você pode doar, mas no quanto você pode ser apenas você...

VOCÊ ESTÁ LENDO
Fragmentos de uma existência: As sombras do subjetivo
PoesíaNão há um jeito certo de observar a própria sombra (ou sombras). Há quem nunca se dê conta delas a vida toda. Mas sua realidade é inegável, e como diria Jung, quanto mais a negamos mais elas nos dominam. A magia curativa que elas possuem é proporcio...