+ ⒙ | 𝐀 Empregada retrata a atarefada e fastidiosa vida de S/N, uma camponesa na pequena vila, na Romênia. Com a perda de seus pais e tendo-se assim de viver com seus tios malfazejos. Tendo de trabalhar todos os dias dentro de casa, sendo assim uma...
Prestem atenção neste capítulo também, coisas BASTANTE importantes aqui, viu? BOA LEITURA SUAS GOSTOSAS!
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TEMPORADA 2, CAPÍTULO 2: beijo...
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Tão rápida com seu cavalo, Cristina voltou para o castelo para ajudar o seu amor que a esperava. Foi a vila para que pegasse o que ele precisava e entregá-lo com seu coração cheio.
Com a bolsa de couro em seu ombro, as seringas e remédios enchiam-na e quase escapavam da bolsa.
Seu cabelo estava bagunçado e sua franja estava desgrenhada, ela estava pingando suor e suspiros exaustivos e ofegantes saíam de sua boca.
Seus olhos castanhos estavam caídos e seu coração batia forte a cada galope que o cavalo dava; ela sorriu aliviada ao passar pelo portão preto enferrujado e suas botas tocaram o chão enquanto ela colocava o cavalo no estábulo.
"Você os recebeu?" Luiza perguntou a ela, assim que a mulher entrou pela porta.
"Sim, senhora." a criada sorriu, ela os levou para a senhora que a esperava, sentada na cadeira com a receita dos remédios.
Cristina sorriu, entregando-os à senhora, ainda dentro da bolsa, os remédios finalmente foram liberados quando Luiza abriu o fecho da bolsa e pegou os remédios, lendo cada um para conferir se eram realmente aqueles.
"Perfeito. Sempre com um ótimo trabalho, Cristina." Luiza sorriu, dando um tapinha em seu colo para Cristina sentar ali "hm, boa menina." ela murmurou, beijando o pescoço de Cristina que estava corando ferozmente.
"Obrigada, senhora. Espero sempre fazer um ótimo trabalho para você." a loira sorriu, envolvendo um braço em volta do pescoço da médica e o outro sobre o braço da própria mulher que apertava sua coxa.
Cristina inclinou a cabeça para o lado, para dar liberdade a Luiza que acariciava seu pescoço "Você cheira bem... foi aquele o perfume que eu te dei?"
"Sim, adorei." Ela acariciou os cabelos da médica, que sorria, ainda com o nariz no pescoço dela.
"Fico feliz que tenha gostado." Luiza sorriu, mantendo a mão na coxa da mulher e a outra na cintura dela.
Inesperadamente, os olhos de Luiza escureceram, e seu rosto ficou visível com o desejo que a enchia. Sua mão correu para cima e para baixo na coxa da empregada, provocando-a com seu desejo, e sua língua perseguiu a orelha da mulher, fazendo-a gemer.
"Agora?" Cristina perguntou, sorrindo indecentemente. Seu braço apertou em volta do pescoço de Luiza, sabendo para onde ela estava indo. "Vá devagar!" ela avisou, sentindo suas costas baterem no colchão.
"Não posso te prometer isso, minha querida." Luiza provocou, abaixando o rosto até chegar ao pescoço da amante e cobri-lo de beijos e chupões.