𝒴𝓊𝓉𝒶 𝒪𝓀𝓀𝑜𝓉𝓈𝓊 - Jujutsu Kaisen 💌💕🔥

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Enjoy :)
Esse eu fiz pq a ideia bateu

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Você não via seu namorado há dias desde que ele havia viajado para a África. Aparentemente, ele foi ajudar alguns feiticeiros por lá. Pelo menos foi o que lhe disseram.

— No que está pensando?
Nobara te assustou, fazendo você dar um pulinho.

— Não me assusta assim! — Ela riu. — Lembra do namorado que te falei?

— Aquele do segundo ano? — Itadori apareceu junto de Megumi. — Que não estava no festival entre as escolas?

— É, ele mesmo.

Embora estivesse no primeiro ano, havia conhecido Yuta antes de entrar para a escola jujutsu. Antes de sequer saber que era uma feiticeira; Quando descobriu, foi motivo de felicidade visto que seu namorado também era um feiticeiro.

— Yuta é a única pessoa decente no segundo ano — Megumi começou. — Você está em boas mãos.

Você deu um sorriso.

— Espero que o dia passe logo.

— O que acham de ir no cinema então? — Nobara deu a ideia. — Assim o tempo passa mais rápido. Podemos aproveitar e ir fazer compras!

— Bem... eu preciso comprar algumas coisas que estão faltando em casa.
Megumi disse enquanto tentava se lembrar da listinha que havia feito. Ele morava com Gojo, ou seja, tinha trabalho doméstico dobrado.

Era um verdadeiro dono de casa; Como Nobara gostava de chamar.

— Eu também preciso comprar algumas coisas que estão faltando em casa.
Você morava com Yuta no dormitório dele, e Nobara e Itadori também dividiam um dormitório.
Tudo isso porque Nanami dizia que era melhor se ninguém estivesse sozinho desde que maldições mais fortes começaram a aparecer.

— Já que vai beneficiar todo mundo, vamos logo! — Nobara te puxou pelo braço, te fazendo quase cair quando passaram correndo por um buraco.

— Vocês duas vão para aquele lado — Itadori apontou para as lojas. — Que os machos vão no mercado.

Vocês duas riram e assentiram, indo fazer compras. Obviamente o dinheiro não era seu, Yuta que lhe perdoasse depois.

O dia passou realmente rápido, de repente já estava de noite. E nem havia comprado tudo o que queria.

— Acho que foi isso. — Você sorriu enquanto se despedia dos garotos. — Vejo vocês amanhã.

— Ah, amiga! — Nobara te puxou para um cantinho. — Não esquece de usar preservativo.
Ela tinha um tom brincalhão e sério, coisa que fez você corar violentamente. Como ela poderia falar algo assim em público?

— N-Não se preocupe, eu vou usar sim. Mas acho que não vai ser preciso visto que não faremos nada!
Você deu um peteleco na testa dela.

— Sei.
Ela riu e te deu um abraço antes de desaparecer no corredor com os meninos.

— Não vá ter um ataque cardíaco.
Megumi avisou, lhe fazendo rir.

— Nem você.
Sua piscadela para ele na direção de Itadori foi nítida. E tão nítido quanto a luz do sol, você o viu corar.

Assim que entrou, sentiu um cheiro familiar, um cheiro de lar. Um cheiro de saudade. Até se lembrou de uma música que dizia que saudade não tinha tradução. Será que era realmente verdade?
De toda forma.

— Olá? — Você entrou cuidadosamente, tirou os sapatos e calçou suas pantufas. — Estou em casa.
Por mais que não tivesse ninguém, você sempre dizia isso.

— Bem-vinda.
A voz doce e grave que tanto estava familiarizada lhe chamou a atenção, fazendo seu coração errar uma ou duas batidas.

— Yuta?

Você correu em direção à uma figura que estava na janela, tudo estava escuro então ainda não havia enxergado. Mas seu coração lhe dizia que era ele.

— Oi meu amor... — Ele te envolveu em seus braços, a apertando com força, como se nunca mais fosse soltar. — Voltei.

Você até podia sentir algumas lágrimas lhe escaparem e molharem a roupa do maior.

— Senti sua falta.

— Eu também senti, passarinha.

O apelido carinhoso não era tão carinhoso assim. Sua técnica amaldiçoada era, basicamente, lhe transformar em um pássaro. Yuta gostava muito disso, por isso o apelido. Porém, outros achavam engraçado, então não era tão carinhoso assim quando não saía da boca de seu namorado.

— Sabe que minha técnica é muito mais que isso, não é?

— Nunca poderia me esquecer do dia que você se jogou em cima de mim com o peso de um urso.
Você riu ao se lembrar.

— Já te pedi desculpas — Você deu uma gargalhada. — Juro que não tinha te visto.

Ele riu, te puxando para o sofá.

— E eu já te desculpei. Mas foi muito engraçado.

Profundamente, sua técnica era lhe atribuir habilidades de animais que você já teve contato. Ou seja, muitos, visto que você trabalhava meio-período em um zoológico. A força de um urso e a velocidade de um guepardo eram coisas muito úteis.

— Por que não falamos do dia que você me copiou sem querer e se transformou num porco por acidente?

Ele gargalhou ao se lembrar, você acompanhou a risada dele.

— Você desbloqueou uma péssima memória — Ele te deu um beijo no rosto.

— Isso daria um nome incrível para uma história — Ele te encarou com uma sobrancelha erguida. — Porco por acidente.

Ele riu ao entender.

— Realmente.

Você se aninhou no peito dele enquanto o mesmo acariciava seus cabelos. Os dedos finos brincando com os fios. Como estava com saudades disso.

— Acho deveríamos trocar as posições.
Ele adorava deitar em seus seios. Vá entender o porquê.

— Não estou afim — Você fechou os olhos. — Aqui está muito aconchegante.
E então você se transformou em uma gatinha, deitando no colo do maior, que ficou lhe fazendo carinho.

— Você venceu — Ele riu. — Por sinal, você está mais fofa do que antes.
Ele fez uma expressão boba de fofura.

— E agora eu consigo falar nessa forma.
Você disse, a voz ligeiramente mais fina, afinal, você era um gato agora.
Ele ficou surpreso, paralisado no mesmo lugar e depois começou a te encher de beijos.

— Isso significa que você também tem medo de água agora?
Você ficou azul. Definitivamente tinha medo de água.

E então ele te levantou e tentou te levar até o banheiro, você começou a arranha-lo, e por fim, se transformou de volta, entrelaçando suas pernas na cintura dele enquanto o mesmo te segurava com as mãos em sua bunda.

A luz da lua era a única coisa que iluminava o ambiente, e então você deu um beijo nele. Ele pediu passagem com a língua, a qual você cedeu, e os dois começaram a encaixar o beijo.
Sentia falta de tudo, daquele corpo, daquele beijo, de toda a existência dele.

— Melhor irmos para o quarto.
E ele te levou até lá, te jogando na cama.

"Bem que a Nobara avisou."

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