!.愛ᶜᵃᵖᶦᵗᵘˡᵒ ²² ☁

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Seraphina virou-se lentamente, seus olhos vermelhos de tanto chorar

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Seraphina virou-se lentamente, seus olhos vermelhos de tanto chorar. Lágrimas ainda escorriam por seu rosto enquanto ela olhava para Clarice com um olhar chateado e vulnerável.

— Tu és tão ingênua, Clarice.

Disse Seraphina, sua voz trêmula e entrecortada pelas lágrimas

— Eu... gosto de ti. Não queria confessar antes, mas não consegui resistir.

Clarice ficou surpresa, seu coração acelerado com a confissão de Seraphina. Ela não sabia o que dizer, mas a dor no rosto de Seraphina era inegável.

Clarice sentiu seu coração apertar ao ver a dor nos olhos de Seraphina. Sem saber exatamente o que fazer, mas determinada a oferecer conforto, ela se inclinou mais perto, colocando uma mão gentil no rosto de Seraphina.

— Seraphina...

Começou Clarice, sua voz quase um sussurro.

— Nunca imaginei que teus sentimentos fossem tão profundos. Eu... nunca pensei que poderíamos...

Ela hesitou, sentindo as palavras pesarem em seus lábios. Seraphina fechou os olhos, tentando conter mais lágrimas, mas elas continuavam a cair.

— Não precisas dizer nada, Clarice. Só queria que soubesses. Talvez eu seja tola por sentir assim, mas não posso mudar o que meu coração diz.

Clarice segurou a mão de Seraphina, entrelaçando seus dedos. O calor do toque de Clarice pareceu acalmar Seraphina um pouco, mas a tensão ainda pairava no ar.

— Não és tola, Seraphina. O amor não escolhe quem amar. Eu... nunca pensei em amar uma mulher, mas teu carinho, tua presença... eles significam muito para mim. Talvez eu esteja apenas descobrindo meus próprios sentimentos, mas sei que não quero te ver sofrer.

Os olhos de Seraphina se abriram novamente, cheios de esperança e incerteza. Clarice se inclinou mais perto, sua testa tocando a de Seraphina, compartilhando um momento de pura intimidade e compreensão.

— Vamos descobrir isso juntas, Seraphina. Prometo que não vou fugir.

Seraphina, ainda chorando, esboçou um pequeno sorriso através das lágrimas. Ela apertou a mão de Clarice com mais força, sentindo um pouco de paz pela primeira vez em muito tempo. No fundo de seu coração, ela sabia que, independentemente do que o futuro reservasse, este momento era real e cheio de promessas.

— Obrigada, Clarice. Isso significa o mundo para mim.

Disse Seraphina, a voz ainda trêmula, mas agora com um toque de esperança.

Clarice inclinou-se para um beijo suave na testa de Seraphina, um gesto de conforto e um começo de algo novo. As duas ficaram ali, abraçadas, encontrando consolo e coragem uma na outra, prontas para enfrentar o que viesse pela frente, juntas.

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