o jogo da sedução.

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Após se livrar de Sofia, Natália sabia que tinha que voltar, e seduzir Alvin.

Ela atravessou o salão com confiança, seu olhar fixo em Alvin. Quando ele finalmente notou sua presença, um sorriso surgiu em seu rosto. Ele pediu licença aos seus convidados e se dirigiu a ela.

– Natalia, já está de volta? – Alvin perguntou, um misto de curiosidade e alívio em sua voz.

– Sim, apenas fui ajudar Sofia a encontrar a bolsa dela – respondeu Natalia, aproximando-se um pouco mais. – Achei que você poderia precisar de companhia agora.

Alvin sorriu, encantado pela ousadia dela.

– Sua companhia é sempre bem-vinda, Natalia – disse ele, pegando uma taça de champanhe de um garçom que passava e oferecendo-a a ela.

Natalia aceitou a taça, seus dedos roçando levemente os dele enquanto pegava a bebida. Eles brindaram e beberam em silêncio por um momento, a tensão entre eles crescendo visivelmente.

– Sabe, Alvin, estou um pouco cansada dessa festa – disse Natalia, inclinando-se para ele de maneira sugestiva. – Talvez possamos ir para um lugar mais tranquilo?

Alvin ergueu uma sobrancelha, intrigado.

– Você está sugerindo que deixemos nossa própria festa? – perguntou ele, um sorriso brincando em seus lábios.

– Só por um tempo – respondeu Natalia, seu tom baixo e sedutor. – Tenho certeza de que seus convidados entenderão.

Alvin olhou para ela por um momento, pesando as opções. Finalmente, ele assentiu.

– Muito bem. Vamos – disse ele, pegando sua mão e guiando-a para fora do salão.

Eles caminharam pelo corredor até a saída principal da mansão, o ar noturno fresco proporcionando um alívio bem-vindo do calor da festa. Um carro preto estava estacionado na entrada, o motorista pronto e esperando.

Alvin abriu a porta do carro para Natalia, que entrou com graça, seu coração batendo acelerado. Ela sabia que estava prestes a dar um grande passo em seu plano, e a excitação do momento a envolvia.

Alvin entrou logo atrás dela, fechando a porta e ordenando ao motorista:

– Leve-nos para minha outra casa.

– Sabe Alvin, eu queria que fossemos só agente, deixa o motorista se divertir na festa. – Natália roçou as mãos na coxa de Alvin, ele sentiu a excitação percorrer seu corpo, e a olhar com desejo.

– Josh, vá para festa, eu mesmo dirijo. – O motorista ficou confuso, mas não discordou, apenas obedeceu, logo Alvin pegou o volante e saiu do local, dirigindo até em casa.

Natália percebeu que teria que jogar mas fundo, então ergueu o vestido, deixando as pernas mais amostra, e desviou o rosto, olhando para o lado, mas ao mesmo tempo, reparando em cada detalhe dele.

Alvin ergueu o rosto, e a olhou disfarçadamente, reparando no vestido, sentindo um imenso desejo, até notar que sua excitação e desejo deixaram seu membro duro, Alvin soltou um suspiro ofegante, e cheio de tesão, Natália sorrio ao notar que seu plano estava dando certo, e seria fácil de fazê-lo de boneco.

– Parece que algo endureceu. – Natália falou sem nenhuma vergonha.

– Não fale do que não te cabe.. – Exclamou envergonhado

– Quando chegarmos em sua mansão, você testa se cabe ou não. –

– Você é ousada, gosto disso. –

– Quero saber mais sobre você. –

– Como? –

– Seu desejo mais profundo, suas fantasias, teste em mim, está noite, quero conhecer seu fetiche. – Natália levou a mão a dele, a tirando de sua ereção, acariciando com os dedos, ainda por cima da calça.

– Garota.. – Alvin sussurrou, segurando seus gemidos, e acelerando até em casa.

– Se quiser, eu posso Bater uma pra você, você só tem que cuidar da rua enquanto faço isso. – Natália passou os dedos no zíper, o puxando para baixo. – Alvin suspirou com desejo.

– Faça isso, irei recompensa-la em minha casa. – Alvin sorrio com malícia.

Natália não desperdiçou a oportunidade, abriu o zíper dele, e logo se deparou com seu membro, e iniciou a masturbação, Alvim soltava gemidos roucos e manhosos.

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