Hope é um estudante universitário que leva uma vida comum em seu apartamento. No entanto, tudo muda quando seu novo vizinho, Yoongi, se muda para o andar abaixo do seu. De repente, coisas estranhas começam a acontecer. Hope começa a avistar fantasma...
"Porque não haverá luz do sol, se eu te perder, amor." Bruno Mars - It Will Rain
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Era uma manhã chuvosa, mas bastante agitada e úmida. Em frente ao prédio cinza estava um caminhão com sua carroceria quase vazia, sinalizando que o novo inquilino já havia chegado, há algum tempo, naquele lugar.
Sob o céu tomado por nuvens cinzentas, a figura humana encapuzada permaneceu ignorando as gotículas que caíam sobre si e suspirando enquanto carregava uma das suas últimas caixas, ele parou quando colocou o pé esquerdo na entrada do local.
Yoon sentiu o corpo estremecer da ponta dos pés até o topo da cabeça. Os pelos em seus membros se arrepiam, à medida que os poros da pele dilatam e a língua travava, nenhum som podia ser emitido.
“Seria um bom ou mau presságio?” Perguntou-se, porém, ele escolheu ignorar aquela sensação, subindo as escadas com um olhar vago.
Protegido da chuva, — dentro de seu apartamento — Hope apertava o recipiente de creme dental, despejando o conteúdo em sua escova verde.
Ele estava mais que preparado para iniciar um novo dia na universidade, no entanto, ouviu o som estrondoso do lado de fora, surpreendendo-o.
Olhando na direção da porta do banheiro, ele limpou parcialmente o canto da boca usando o dorso da mão, após ter cuspido com desleixado na pia branca.
— Que diabos é esse barulho? — Disse ele, apressando os passos em direção à saída de seu apartamento, sem terminar de limpar o rosto.
“Alguém botando a casa abaixo?” Pensou ao escutar um novo estrondo.
— Que barulheira a esta hora… — Hope, queixou-se em voz alta enquanto pusera seu rosto para o lado de fora.
— Mãe, estou indo! — Disse Sooji, saindo do apartamento ao lado, logo avistando seu vizinho. — E aí, Hope! Tem aula hoje? — Ela sorriu.
— Sim, eu… — Olhando para o topo da cabeça da garota, ele interrompeu a própria fala. — Sooji, você vai para a escola com essa coisa no cabelo? — Perguntou ao mesmo tempo em que erguia um dedo em direção a um rolo de cabelo.
— Oh, cer…
— Kang Sooji! — Uma nova voz feminina cortou qualquer desculpa elaborada pela garota. — Não é “e aí”, chame ele de oppa! — Exclamou a mulher mais velha, dando um tapa no ombro de Sooji, surgindo no corredor.
— Ack! Mãe, isso dói! — Ela resmungou, massageando o local atingido fazendo Hope brevemente sorrir.
— Você esqueceu seu copo de novo, o coloque na sua bolsa, toma. — Dizia com suas mãos puxando o zíper.
— Mãe… — Murmurou e levou seus olhos cabisbaixos para Hope que apenas ergueu as mãos, se divertindo com a cena rotineira de ambas.
— Um novo inquilino está se mudando para o 301 hoje. — Ignorou a filha. — Deve ser por isso todo esse barulho. — Relatou a Hope.
— Ah! Finalmente. — Parcialmente sorriu, com os dedos na nuca a esfregando. — O lugar estava vazio há uns meses? — Olhou em direção a mulher.
— Sim… Agora vá, vocês dois! Não querem se atrasar. — Dizia ao acenar para Sooji.
— Tchau mãe! — Sooji atravessou entre às duas pessoas, retribuindo o aceno de sua mãe.
— Ah! Hope, ouvi dizer que o novo inquilino tem uma idade parecida com a sua e parece que mora sozinho. — Enfatizou.
— Já entendi o que você está tentando dizer. — Murmurou, olhando de canto para a mulher.
— Ótimo! — Ela sorriu. — É bom ser amigo do vizinho. — Suas mãos empurravam as costas de Hope para dentro do apartamento. — Estar lá para o outro, hum? Seja legal com ele.
— Sim senhora. — Afirmou.
— Certo, agora vai. — Exclamou sem deixar de encarar o relógio em seu pulso. — Não deve se atrasar. — Sibilou e caminhou para longe após ouvir o ranger da porta fechada.
Hope sorria, mas subitamente parou ao ficar parcialmente estatístico, e seus olhos se moveram examinando todos os cantos das paredes. Somente o relógio e sua respiração eram audíveis. As suas mãos pareciam querer transbordar um suor infinito, enquanto seu corpo estava a desobedecer qualquer ordem dada.
“Seria um mau ou bom presságio?” Perguntou-se, voltando a si com o toque do seu celular, lhe puxando para a realidade.
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Uma nova etapa se inicia, espero que recebam com bastante carinho "Uncanny Charm". Nos vemos na próxima, se cuidem.