Uma garota sem saber como era o mundo lá fora, sem amigos e sem boas memórias. Ayanna Hikari cresceu em um laboratório sendo testada e acabou criando quatro individualidades em seu corpo. Depois de anos, Ayanna foi salva por Mirko, que era como uma...
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HANNY HANTA ⌁
Faz três semanas que Ayanna estava desaparecida, três semanas de pura agonia e cansaço. Eu estava na agência do Hawks, na qual Ayanna tinha me recomendado alguns meses antes, com a justificativa de que eu e ele tínhamos uma personalidade bem parecida. Todos aqui estavam trabalhando dobrando assim que conseguimos a informação de que a acinzentada foi sequestrada pela liga dos vilões. Pela primeira vez, eu sentia que iria explodir de preocupação. Eu a considero como minha melhor amiga, não que ela ache o mesmo de mim, mas pela primeira vez eu senti que a mesma era alguém que eu podia confiar cegamente.
O dia passou tão rápido que parecia que não tinha valido de nada. Eu fiz tantas rondas que meu corpo estava cansado, li tantos documentos e denúncias que meus olhos doíam e tentei achar qualquer pista que me levasse até Ayanna, mas foi inútil. Depois de algumas semanas de cansaço, decepção e tristeza, eu estava finalmente no meu dormitório, limpando algumas lágrimas que insistiam em sair.
Se ela estivesse aqui, falaria que eu não sou mais um bebê chorão e que não deveria chorar tanto.
Quando eu desci finalmente para comer, encontrei a maioria lá, com um olhar triste, porém eles não ficavam quietos, o que já era de se esperar. A maioria estava com os músculos tensos, com pensamentos tão altos e perturbantes, que minha cabeça chegava a doer.
Os olhos tristes foram para surpresos e alertas assim que a porta se abriu com força, e uma pessoa apareceu ali. Uma garota. Cabelo na cintura agora. Os olhos cinzas. Sangue. Ayanna.
— Atrasei? — o sarcasmo e o deboche continuavam intactos.
Ela estava acabada. Suas roupas rasgadas em alguns cantos, os olhos roxos, cortes por vários lugares, a cabeça sangrava e ela parecia ter quebrado alguma parte do corpo. Como ela ainda conseguia se manter de pé?
Ela deu dois passos à frente, direcionando seu olhar para ele, o loiro explosivo, que foi até a mesma numa rapidez do caralho, parando na frente dela.
Sem mais nem menos, ela desmaiou em seus seus braços.
— Alguém chama o professor! — finalmente consegui dizer algo, enquanto alguns alunos corriam para fora, eu corria em direção a ela, que estava caída nos braços do Bakugou. — Ayanna...
— Fica comigo, bruxa — Bakugou usou as costas da mão para limpar o sangue que escorria pela testa dela. — Eu não deixei você morrer! Se você cogitar a ideia de se mandar daqui, eu vou te caçar até nos quintos dos inferno, porra!
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