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𝙽𝚊 𝚜𝚎𝚐𝚞𝚗𝚍𝚊-𝚏𝚎𝚒𝚛𝚊 𝚍𝚎 𝚖𝚊𝚗𝚑𝚊̃

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𝙽𝚊 𝚜𝚎𝚐𝚞𝚗𝚍𝚊-𝚏𝚎𝚒𝚛𝚊 𝚍𝚎 𝚖𝚊𝚗𝚑𝚊̃...

Cheguei no trabalho e vi Gojo logo na entrada. Passei por ele sem falar nada e fui direto para minha sala. Trabalhei normalmente e tentei distrair meus pensamentos, mas o vi chegar em minha porta e o vi entrando.

Sn- Podia ter batido.

Gojo- É, mas não faz meu tipo.

Sn- Mal educado.

Gojo- Uhum... Sn, eu... Me desculpa por o que eu falei no sábado com você, tá?

Sn- Tudo bem. - Ele se virou para ir embora. - Eu sei que você ainda tá chateado. - Ele se virou para mim e me olhou meio irritado.

Gojo- Hum?... Eu? Chateado? Há! Essa foi boa, mas eu não estou chateado por você ter me largado, Sn! Eu tô te boa. Essa piada foi realmente muito boa!

Sn- Uhum, claro! - Me levantei da minha cadeira e caminhei até ele. O barulho do salto batendo no chão se fazia presente, até eu parar bem próximo a ele e tocar seu peito com a ponta do meu dedo. - Gojo, só tem dois motivos pra sempre agir assim me alfinetando. Ou você tá chateado, ou você é realmente infantil, e eu prefiro acreditar na primeira opção. - Ele corou ao me aproximar dele e virou o rosto.

Gojo- Tsc... Chatinha você, viu?

Sn- Tá bom, criança.

Gojo- Não sou criança!

Sn- Então tá bom, chateadinho.

Gojo- Tsc, você é pior que o seu irmão! - Ele se retirou da sala e eu me sentei na cadeira. Continuei trabalhando até dar o horário de almoço, quando Shoko veio até minha sala.

Sn- Oi, Shoko.

Shoko- Oi... Sn, o que aconteceu?

Sn- Nada.

Shoko- Mentirosa! Você chegou hoje de manhã e nem um "Oi" deu.

Sn-... Oi!

Shoko- Agora não adianta mais.

Sn- Hmm... Ele tá me alfinetando o tempo todo, Shoko! Parece uma criança.

Shoko- Bem, o Satoru é assim! Fazer o que? - Ela disse enquanto coloca a comida na boca usando o hashi.

Sn- É irritante quando ele usa a infantilidade dele contra você!

Shoko- Eu diria que ele tá até mais maduro, sabe? Quer dizer, Gojo é e sempre será o Gojo, mas ele tem melhorado.

Sn-... Nhe, até que sim.

Shoko- Ele tá melhor!... Quer dizer, agora regrediu por conta da sua volta, mas ele realmente tava bem melhor, apesar de continuar com as brincadeiras imaturas.

Sn- Eu me pergunto o que fez ele melhorar tanto assim quanto você diz.

Shoko- Ele adotou um garoto.

Me engasguei com o suco e ela deu uma risada.

Shoko- Tive a mesma reação, mas foi realmente um ato nobre vindo dele.

Sn- Mas por quê? Digo, o Gojo... Bem, é o Gojo! A gente não espera isso dele.

Shoko- Hmm... Bem, foi na verdade de um caso. O pai dos meninos morreram por bandidos de uma facção e aí pegaram ele. Pra resumir, o torturaram várias vezes durante longos anos. A tortura foi tão grande que marcaram sua boca com ferro quente.

Sn- Que horror.

Shoko- É... O Gojo acabou pegando o caso, prendendo alguns criminosos, matando outros, e aí sobrou a criança. Ele me falou que só adotou ele porque era calado, mas sei que é porque no fundo, bem no fundo, lá no fundinho, o Gojo tem um coração.

Sn- Ah, não diga assim! Ele é uma boa pessoa.

Shoko- Só você acha isso. - Ela se levantou com a vasilha de comida vazia e caminhou até a porta. - Tchau, Itadori.

Sn- Tchau, Shoko.

Voltei a trabalhar normalmente e fiquei pensando no que Shoko me disse. No fim do expediente arrumei minhas coisas e fui para o lado de fora do trabalho, me encontrando com o pessoal como o habitual. Mei-Mei conversava com Suguru, Shoko e Nanami, enquanto Gojo e Utahime conversavam separadamente. Essa é a primeira vez que vejo Utahime desde que voltei.

Sn- Utahime?

Utahime- Hum? - Ela se virou e sorriu ao me ver. - Itadori-Chan! - Ela veio até mim e me abraçou. - Quanto tempo! Como vai?

Sn- Bem, e você?

Utahime- Bem também.

Olhei para Gojo, que olhava para o chão com a cara meio emburrada.

Sn- Vamos, Nanami?

Nanami- Uhum.

Sn- Tchau, Mei-Mei, Utahime, Suguru, Shoko, e... Satoru.

Todos menos Gojo- Tchau!

Gojo-... Hum, tchau.

Fui com Nanami para o estacionamento e entramos no carro, então ele foi me levar até em casa.

Nanami- E aí? O que aconteceu?

Sn- Hum?

Nanami- O clima entre vocês tá pior do que quando você voltou.

Sn-... Foi só uma pequena discussão.

Contei tudo para Nanami, desde o dia café até hoje.

Nanami-... Ele ficou chateado com o que você disse, e você ficou chateada com o que ele disse... Aí é complicado.

Sn- Pois é...

Nanami- E ainda por cima tem toda essa questão do Sukuna. Bem, uma coisa o Gojo acertou, ele só vai te perdoar se você insistir.

Sn- É, infelizmente ele tá certo nessa questão. Poxa, Kento, eu pensei que seria tudo tranquilo quando eu voltasse. Mas não, tá tudo uma merda! Meu irmão me odeia, meu ex-namorado trabalha comigo e acha que eu o abandonei.

Nanami- Não, não é verdade! Gojo não acha que você abandonou ele, ele literalmente só tá chateado e não superou uma coisa de anos atrás. Mas ele não superou e não foi por sua culpa, foi porque ele simplesmente decidiu ignorar, e agora as emoções chegaram batendo na porta dele e ele as deixou entrar.

Sn- Sim... Ah, sei lá... Só pensei que seria melhor do que está sendo.

Nanami- Vai melhorar, ok? De qualquer forma, estou com você. - Ele estacionou na frente de casa

Sn- Hum... Obrigada, Kento.

Nanami- Não tem de quê.

𝙲𝚘𝚗𝚝𝚒𝚗𝚞𝚊?

𝙴𝚜𝚜𝚎 𝚏𝚘𝚒 𝚘 𝚚𝚞𝚊𝚛𝚝𝚘 𝚌𝚊𝚙𝚒́𝚝𝚞𝚕𝚘 𝚍𝚊 𝚏𝚊𝚗𝚏𝚒𝚌 "𝚛𝚎𝚝𝚘𝚛𝚗𝚘" 𝚍𝚘 𝚙𝚎𝚛𝚜𝚘𝚗𝚊𝚐𝚎𝚖 𝚂𝚊𝚝𝚘𝚛𝚞 𝙶𝚘𝚓𝚘. 𝙵𝚒𝚚𝚞𝚎𝚖 𝚌𝚘𝚖 𝙳𝚎𝚞𝚜 𝚎 𝚎𝚜𝚙𝚎𝚛𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚝𝚎𝚗𝚑𝚘 𝚐𝚘𝚜𝚝𝚊𝚍𝚘. 𝙱𝚎𝚒𝚓𝚘𝚜 𝚎 𝚊𝚝𝚎́ 𝚊 𝚙𝚛𝚘́𝚡𝚒𝚖𝚊 ❤.

✩•̩̩͙˚𝓥𝓸𝓽𝓮𝓶 ⭐˚•̩̩͙✩

Retorno ~ Imagine GojoOnde histórias criam vida. Descubra agora