𝟭𝟳.

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𝙢𝙖𝙙𝙖𝙡𝙚𝙣𝙖 𝙗𝙧𝙞𝙩𝙤 𝙥𝙤𝙞𝙣𝙩 𝙤𝙛 𝙫𝙞𝙚𝙬.

não menti quando disse que tinha as pernas a arder. estão mesmo, quase não as sinto.

rodrigo. - digo, quando sinto a sua respiração ao meu pescoço.
ele beija-mo. e eu sorri.

diz-me. - ele abraça-me pela cintura. estamos sim, de conchinha.
é a nossa especialidade.

tens ideias para os últimos dois encontros? - aposto que a palavra 'últimos' quebrou o seu coração aos pedaços. notou-se na sua face.

aonde é que querias ir? - ele beija-me a bochecha. eu aconchego-me a ele. e ele a mim.

oceanário, ver peixinhos. - digo e ele ri-se. e eu abro a boca. bato-lhe com o ombro nos abdominais.

desculpa, pareces uma criança de cinco anos. - ele disse, eu bato-lhe novamente. ele ri-se. e eu solto um pequeno riso. e ele beija-me a boca.

sabes que a maria faz anos daqui a dois dias, e não sei o que lhe dar? - digo. isto é incrível, conheço-a desde pequenina. e não sei do que é capaz de gostar. ele abre a boca.

que amiga falsa. - ele disse. eu reviro os olhos.

ela nunca se abre sobre o que gosta. - pausa. foste convidado? - eu arqueei as sobrancelhas.

acho que não. - eu faço uma cara triste.

é bom que não. - digo e ele dá-me uma chapada pequena na testa. e ri-se. o telemóvel dele toca. e é sobre aquilo que estamos a falar.

bem, estou convidado. - ele vira o telemóvel com o convite. eu sorri.

vamos nos ver depois destes encontros todos. - revirei os olhos.
ele beijou-me. reviro novamente os olhos. e ele beija-me novamente.

cada vez que revirares os olhos, levas ganda beijão. - diz ele a pousar o telemóvel. e a aconchegar-se a mim.

então vou ficar com os olhos tortos de tanta vez os revirar. - ambos rimo-nos.

tens tanta piada, miúda gira. - ele gozou. eu aconcheguei-me nele.

eu sei, miúdo virgem que já não é virgem. - ele solta um risinho. e acabamos por adormecer.

𝙧𝙤𝙙𝙧𝙞𝙜𝙤 𝙢𝙤𝙧𝙖 𝙥𝙤𝙞𝙣𝙩 𝙤𝙛 𝙫𝙞𝙚𝙬.

acordamos. ainda não estou a treinar com a seleção. e tenho todo o tempo do mundo para a minha lampiã favorita. acariciava-lhe as costas enquanto ela dormia. quando sente o meu toque, ela sorri. de orelha a orelha. o que me faz sorrir também. estamos ambos de tronco nu, mas ela está tapada até cima.
fiz-lhe festas no rosto, e beijei-lhe a testa carinhosamente. ela abre os olhos e esfrega-os.

quando é que vais treinar, és chato. - diz ela. eu abro a boca. ela solta um risinho. estou a brincar. - ela apoia o rosto com a mão na almofada e fica a observar-me. ela sorri, deus, que sorriso. sorri de volta.

quando é que queres ir ver os 'peixinhos'? - gozei com ela. ela bateu-me com força. aleijou-me. deito-me na cama, com a mão no abdómen, onde ela me bateu.
ela, preocupada, inclina as costas.

desculpa. estás b- - trocamos de posição, e agora estou em cima dela.
esperto dum rai- - espeto-lhe um beijão de língua. que a faz calar. a mão dela desliza pelos meus abdominais abaixo, agarro na mão dela, e coloco-a no meu pescoço, volto a beija-la, as nossas línguas lutam por espaço e exploram cada canto da boca, um do outro. a mão direita dela, sobe até ao meu cabelo, solto um gemido masculino, e inesperado. ela sorri e morde o meu lábio inferior. eu balanço a cabeça para o lado direito para arranjar o cabelo e ela riu-se porque ele ficou igual. então ajeita ela. enquanto morde o próprio lábio.

𝗥𝗜𝗩𝗔𝗟𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘𝗦 , 𝘳𝘰𝘥𝘳𝘪𝘨𝘰 𝘮𝘰𝘳𝘢.Onde histórias criam vida. Descubra agora